6 de fevereiro de 2012

A CONSTRUÇÃO DE UM TEXTO


           Um texto bem construído e, naturalmente, bem interpretado, vai apresentar aquilo que chamamos de textualidade, conjunto de características que fazem, de um texto, e não uma seqüência de frases. Apontamos sete aspectos que são responsáveis pela textualidade de um texto bem constituído: Coesão, Intencionalidade, Coerência, Aceitabilidade, Intertextualidade, Informatividade, Situacionalidade

Coerência

É o aspecto que assumem os conceitos e relações subtextuais, em um nível ideativo. A coerência é responsável pelo sentido do texto, envolvendo fatores lógico-semânticos e cognitivos, já que a interpretabilidade do texto depende do conhecimento partilhado entre os interlocutores. Um texto é coerente quando compatível como conhecimento de mundo do receptor. Observar a coerência é interessante, porque permite perceber que um texto não existe em si mesmo, mas sim constrói-se na relação emissor-receptor-mundo.

Coesão
É a manifestação lingüística da coerência. Provém da forma como as relações lógico-semânticas do texto são expressas na superfície textual. Assim, a coesão de um texto é verificada mediante a análise de seus mecanismos lexicais e gramaticais de construção. Ex: "Os corvos ficaram à espreita. As aves aguardaram o momento de se lançarem sobre os animais mortos." (hiperônimo ) "Gosto muito de doce.
Cocada, então, eu adoro." (hipônimo) "–Aonde você foi ontem? –f f À casa de Paulo. – f f Sozinha? – Não, f f com amigos." (elipse) Os elementos de coesão também proporcionam ao texto a progressão do fluxo informacional, para levar adiante o discurso. Ex: "Primeiro vi a moto, depois o ônibus." (tempo) Embora tenha estudado muito, não passou.

Intertextualidade
         Concerne aos fatores que tornam a interpretação de um texto dependente da interpretação de outros. Cada texto  constrói-se, não isoladamente, mas em relação a outro já dito, do qual abstrai alguns aspectos para dar-lhes outra feição. O contexto de um texto também pode ser outros textos com os quais se relaciona.

Intencionalidade
           Refere-se ao esforço do produtor do texto em construir uma comunicação eficiente capaz de satisfazer os objetivos de ambos os interlocutores. Quer dizer, o texto produzido deverá ser compatível com as intenções comunicativas de quem o produz.

Aceitabilidade
           O texto produzido também deverá ser compatível com a expectativa do receptor em colocar-se diante de um texto coerente, coeso, útil e relevante. O contrato de cooperação estabelecido pelo produtor e pelo receptor permite que a comunicação apresente falhas de quantidade e de qualidade, sem que haja vazios comunicativos. Isso se dá porque o receptor esforça-se em compreender os textos produzidos.
Informatividade
           É a medida na qual as ocorrências de um texto são esperadas ou não, conhecidas ou não, pelo receptor. Um discurso menos previsível tem mais informatividade. Sua recepção é mais trabalhosa, porém mais interessante, envolvente. O excesso de informatividade pode ser rejeitado pelo receptor, que não poderá processá-lo. O ideal é que o texto se mantenha num nível mediano de informatividade, que fale de informações que tragam novidades, mas que venham ligadas a dados conhecidos.

Situacionalidade
           É a adequação do texto a uma situação comunicativa, ao contexto. Note-se que a situação orienta o sentido do discurso, tanto na sua produção como na sua interpretação.
           Por isso, muitas vezes, menos coeso e, aparentemente, menos claro pode funcionar melhor em determinadas situações do que outro de configuração mais completa. É importante notar que a situação comunicativa interfere na produção do texto, assim como este tem reflexos sobre toda a situação, já que o
texto não é um simples reflexo do mundo real. O homem serve de mediador, com suas crenças e idéias, recriando a situação. O mesmo objeto é descrito por duas pessoas  distintamente, pois elas o encaram de modo diverso.
            Muitos lingüistas têm-se preocupado em desenvolver cada um dos fatores citados, ressaltando sua importância na construção dos textos.
                                                                                                                        

SUGESTÃO DE MATEMÁTICA

Luciana e seu irmão foram ao circo, no intervalo do espetáculo, resolveram lanchar com os R$ 5,00 que lhes restavam. Pediram: 2 sucos, 2 salgadinhos e 1 docinho.

Tabela de Preços

Suco R$ 1,20
Salgadinho R$ 0,70
Docinho R$ 0,50
Pipoca R$ 0,50

1-De acordo com os preços da tabela acima marque a resposta que indica quanto Luciana e seu irmão gastaram no lanche:

A(  )R$ 0,70. .
B(  )R$ 1,20.
C(  )R$ 0,50.
D(  )R$ 1,70.
E(  )R$ 4,30.

2.Os termos da multiplicação são:
A(  )multiplicando, multiplicador, soma ou total
B(  )multiplicando, multiplicado, resto
C(  )multiplicador, minuendo, diferença
D(  )parcela, parcela, soma ou total
E(  )multiplicando, multiplicador, produto

3. Para descobrir o valor de um termo desconhecido, basta aplicar a operação inversa. O valor desconhecido representado pela figura : ? + 297 = 532

A(  )465
B(  )235
C(  )1 375
D(  )375
E(  ) 378

4. Descubra o valor de X em: X + 1 345 = 3 265

A(  )1 444
B(  )1 920
C(  )2 343
D(  )1 326
E(  )1 894

5. Para cercar o lote de sua casa, José precisa de 256 metros de arame para cada volta. Ele vai colocar 4 voltas na cerca. Quantos metros gastará?
A(  )1 333
B(  )1 352
C(  )1 124
D(  )1 024
E(  )1 414


6. Na sala de aula de Bete tem 4 fileiras com 23 cadeiras cada. Quantas cadeiras há na sala de Bete?
A(  ) 32
B(  ) 12
C(  ) 22
D(  ) 92
E (  ) 67

7. Calcule o valor de X na operação: x – 3 = 73
A(  ) x = 76
B(  ) x = 86
C(  ) x = 96
D(  ) x = 92
E(  ) x = 45

8. Faça o cálculo mental e marque a resposta correta: 3 x 10 = ____ 3 x 100 = ____ 3 x 1000 = ____

A(  )300 – 3 000
B(  )30 – 300 – 3000
C(  )30 - 300 – 3001
D(  )3 – 30 – 300 –
E(  )3 - 30 - 300

9. Em 14 x 5 = 70 podemos afirmar que:
A(  )14 é o produto
B(  )14 é o multiplicando
C(  )14 é o resto
D(  )5 é o resto
E(  )5 é o multiplicando


AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - PORTUGUÊS


 UMA SUGESTÃO DE AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA


NOME:_________________________________________________________________
5º ANO  ___   PROFESSOR(A): ________________________DATA: ______________
AGORA QUE VOCÊS JÁ OUVIRAM A FÁBULA: “A CIGARRA E A FORMIGA”, ESCREVAM O CONTO. PROCUREM LEMBRAR A ORDEM DOS FATOS OCORRIDOS PARA QUE OTEXTO FIQUE BEM BONITO E ORGANIZADO.
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ESTIMULANTE PEDAGÓGICO


LEIA COM ATENÇÃO ANTES DE USAR

COMPOSIÇÃO:
          Os comprimidos contém todas as virtudes que formam o Estimulante Pedagógico: amor, humildade, criatividade, sinceridade, alegria, inspiração, energia, visão, garra, paixão, persistência, dedicação e integração e estudo.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE:

          Por todas as experiências pelas quais passamos e por tudo o que temos estudado e comprovado, não há dúvida de que o Estimulante Pedagógico é o remédio ideal para qualquer tipo de crise.
          Para que o tratamento atinja seus objetivos é indispensável dedicação total de corpo e espírito para quem quer curar a causa e não o sintoma da doença.
          Destina-se a quem está disposto a sofrer uma transformação íntima e jamais se arrepender disso.

INDICAÇÕES:
          Ao paciente, que demonstrar de imediato apatia, desinteresse, pessimismo, falta de motivação, baixa de auto-estima, descontrole emocional, recomendado especialmente para pessoas que desistiram de sonhar ou para as que desistiram de si próprias.

CONTRA-INDICAÇÕES:

          Nem a mais avançada ciência é capaz de apontar uma contra-indicação para o amor, a positividade e a energia.

PRECAUÇÕES:

          Mantenha este medicamento ao alcance de todas as pessoas para que possam ser contagiadas.
          Mantenha também ao alcance de todas as crianças. Não há prazo de validade, pode ser utilizado por toda a vida e sem o conhecimento de seu médico.
POSOLOGIA E MODO DE USAR:
          Adultos - 1 drágea por dia ao acordar ou se preferir tomar todas as drágeas em dose única.  O resultado será surpreendente.
          Crianças - o tratamento deverá ser iniciado com muito amor. Tomando uma dose por dia com muito sorriso e muito carinho, Estímulo constante aos seus sonhos e criatividade também fazem parte do tratamento.

Agora sim.....de VOLTA!!!!!!

14 de dezembro de 2011

AMIGO, AMIGA.....

Natal é tempo...

de dar um toque na vida com as cores da esperança,
da fé, da paz e do amor.
Também é tempo de preparar,
em nosso coração e em nosso lar,
um espaço para acolher
as sublimes lições da Sagrada Família de Nazaré
e aceitar as inevitáveis surpresas da vida.
Natal é tempo...
de olhar para o céu,
Natal é tempo...
de olhar para o céu,
encantarmo-nos com a luz das estrelas
e seguir a estrela-guia.
É tempo abençoado de dar mais atenção
à criança que mora em cada um de nós
e às que encontramos em nosso peregrinar,
à procura do caminho que nos leva ao Deus-Menino.

Natal é tempo...

de mais uma vez ouvir, acolher
e repetir a mensagem alegre dos Anjos de Deus.
É tempo de acalentar sonhos de harmonia e paz e,
olhando para os “anjos aqui na Terra”,
dar a nossa contribuição,
para tornar este nosso espaço
um pouco mais parecido com o Céu.

Natal é tempo...

de contemplar o Menino Jesus e Sua Mãe
e envolvermo-nos em silêncio orante.
É tempo de agradecer as manifestações de Deus
e deixarmo-nos extasiar por esse Divino Amor que,
na fragilidade de uma Criança, nos braços de Maria,
veio iluminar nossa fé.

Natal é tempo...

de olhar para o mundo, alimentar a chama do amor
e apreciar o milagre da vida.
É tempo de seguir com atenção
e humildade os passos dos pastores
e os daqueles que têm coração simples e,
em gestos de ternura,
sintonizar mentes e aconchegar corações.

Natal é tempo...

de pensar no irmão próximo e distante
e de colaborar para o renascer do amor.
É tempo de, amorosamente, recompor a vida,
perdoar e abraçar, com a ternura
e a misericórdia do Coração de Deus,
os registros de nossa infância e dos anos que já vivemos.

Na jubilosa esperança do Natal de Jesus Cristo,

estejamos atentos para perceber
e realizar o bem que estiver ao nosso alcance
e sermos um compreensível eco da mensagem de paz
daquela noite em que, gerado por obra do Espírito Santo,
de Maria nasceu o Salvador.
Para você e sua família...
Feliz Natal e um Próspero Ano Novo cheio de realizações, alegria e prosperidade!
Profª LAURA HELENA

 

12 de outubro de 2011

O GÊNERO TEXTUAL CARTA DO LEITOR: O QUE É?




Segundo Marcuschi (2001), um gênero varia de acordo com o contexto discursivo. A estrutura de uma carta, por exemplo, em geral, é sempre a mesma. Qual seja? De acordo com o autor: a) local, data; b) saudação; c) texto; d) despedida; e)assinatura. Contudo, como afirma Silva (1997 apud BEZERRA, 2003, p. 210),

[…] embora sendo cartas, não são da mesma natureza, pois circulam
em campos de atividades diversos, com funções comunicativas
variadas [...] assim, [estes] tipos de cartas podem ser considerados
como subgêneros do maior “carta”, pois todos têm em comum – sua
estrutura básica: a seção de contato, o núcleo da carta, e a seção de
despedida – mas são diversificados em suas formas de realização,
suas intenções.

Têm-se os tipos de carta de acordo com o contexto sócio-discursivo. “É assim que temos carta pedido, carta resposta, carta pessoal, carta programa, carta circular, carta ao leitor e tantas outras” (BEZERRA, 2003, p. 201).

A carta do leitor segue a mesma estrutura de uma carta pessoal, por exemplo, porém, o estilo e a linguagem são diferentes porque o contexto discursivo é diferente.

A diversidade tipológica em uma carta pessoal certamente predominará a descrição, a narração, a exposição, a injunção, como bem mostrou Marcuschi (2003), ao analisar uma carta pessoal. Nesta, a linguagem beira o coloquialismo, a informalidade, por isso está mais próxima de um gênero primário, como uma conversa.

A carta do leitor, definida como um texto em que o leitor de jornal ou de revista manifesta seu ponto de vista sobre um determinado assunto da atualidade, usando elementos argumentativos, ao contrário, requer uma maior elaboração e ordenamento das ideias, pois se trata de um gênero secundário mais complexo, cuja linguagem tem que ser formal, na variedade padrão. Daí o papel da escola em torná-la um gênero escolar (entre outros) a ser ensinado para que o aluno desenvolva-se como leitor crítico por meio da análise do gênero e da sua reprodução. Nesse sentido é que Cardoso e Silva (2006, p. 19) afirmam:
"[...] através da produção e leitura de cartas do leitor o aluno aprende a diferenciar marcas de valores e intenções de agentes produtores, em função de seus compromissos e interesses políticos, econômicos e ideológicos."

Como já foi dito, toda carta apresenta uma estrutura básica: local, data, saudação ou vocativo, texto, despedida e assinatura, contudo, quando a carta entra na seção Carta do Leitor da revista ou jornal, ela pode passar por um processo de triagem, paráfrase, resumo ou ter informações eliminadas, dependendo do direcionamento argumentativo (BEZERRA, 2003). Ou seja, as cartas que são editadas, na verdade, não são como realmente foram escritas pelos seus autores e, em decorrência do pouco espaço que a revista reserva para isso, a estrutura é modificada. Todos aqueles
elementos que fazem parte da estrutura básica, não aparecem.

No entanto, quando o leitor/remetente se trata de alguma autoridade pública ou que ocupe alguma posição de destaque na sociedade, o conteúdo da carta é transcrito na íntegra, inclusive citando o cargo ou a função e a entidade ou órgão a que está ligado.

Os exemplos de cartas do leitor retirados da revista Veja, da citada edição, nos dão uma ideia da forma que essas cartas adquirem após sua editoração.

Texto A

Gostei muito da reportagem. Vivemos no cotidiano a luta do bem contra o mal – e claro que bem e mal podem ter significados inversospara cada personagem das nossas vidas.

Adriana Borges - Palmas, TO

Texto B

Fico muito feliz por saber que faço parte dos 130 milhões de brasileiros que não assistem a essa novela.

Guido Gomes – por e-mail

As cartas originais passaram por um processo de editoração, o que significa adaptação para a transposição ao contexto em que serão publicadas. Apenas uma parte do texto e da estrutura foi transcrita para a edição. Assim, em geral, são as cartas do leitor editadas pela revista: um pequeno fragmento do texto, o nome do remetente/leitor e a cidade/Estado.

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CARTA DO LEITOR – Revista “Ciência HOJE das Crianças” (CHC)


A carta é um gênero discursivo que ao longo da história tem servido de meio de comunicação para diferentes fins  – agradecimento, informações, cobrança, intimação, notícias familiares, prestação de contas, propaganda, solicitação, reclamação. A carta do leitor pode apresentar, também, outros teores como o estabelecimento de contato com outros leitores, via  divulgação de clubes, troca de correspondência entre leitores etc.

Nas últimas páginas da revista Ciência Hoje das Crianças (CHC), por exemplo, há a seção “Cartas”. Nela os leitores (especificamente as crianças) escrevem cartas elogiando e opinando acerca das matérias da revista, solicitando reportagens, divulgando seu interesse em manter contato / correspondência com outros leitores etc. Logo abaixo das cartas das crianças há sempre uma resposta escrita pelos editores da revista,


VEJA ALGUNS exemplos a seguir:



Carta 1

                                          
REVISTA NOTA 1.000
Querida CHC! É a primeira vez que escrevo para dizer que essa revista é nota 1.000! Tenho 13 anos e estou cursando a 7ª série. Gostei muito da matéria “A linguagem dos códigos”, publicada na CHC 154. Gostaria que vocês publicassem uma matéria falando sobre correios e como organizar um diário. Seria muito divertido pesquisar os diários das adolescentes brasileiras. Quero pedir para toda a galera do Brasil que escreva para mim. Com carinho...
Danielli Araújo Monteiro. Rua Principal 170, Tutóia Velha, 65580-000, Tutóia/MA
Muito bem, Danielli, vamos anotar suas idéias. Quem sabe para as próximas edições? Abraços!

                                                                                                                CHC, 170 – julho de 2006, p.29.




Carta 2


LEITORA ANSIOSA
Querida CHC, eu me chamo Ana Carolina e é um prazer escrever esta pequena carta. Fico ansiosa esperando a revista chegar para ler e ver se a minha carta foi publicada. Quando fico sem nada para fazer, vou ler bem rapidinho, pois me distraio bastante. O artigo que mais gostei foi “Cheirinho bom no ar”, publicado na CHC 153. Um abraço para todos da turma e parabéns pela linda revista. Tchau!
Ana Carolina Dias Batista. Contagem/MG.
Veja a sua carta publicada, Ana Carolina! A turma toda está retribuindo o abraço.


Carta 3


PALEONTÓLOGO
Eu me apresento como um dos mais novos leitores. Minha amiga me deu uma assinatura de presente de Natal. O meu sonho é ser paleontólogo, já li várias matérias de vocês sobre o assunto. Se possível, gostaria que publicassem mais textos sobre dinossauros e também sobre os museus que existem no Brasil. Mando um abraço para o Rex, a Diná, o Zíper e para todo o pessoal da CHC.
Davi Felipe de Oliveira. São Paulo/SP
A CHC 128 traz uma matéria sobre a profissão de paleontólogo, Davi. Estude bastante. Quem sabe um dia você não escreve um artigo sobre paleontologia para a CHC! Abraços do Rex e de toda a turma!

                                                                                                CHC, 162 – outubro de 2005, p.29.2064

Carta 4


POR QUÊ?
Nós, alunos do terceiro ano da E.M. Prof. Amilton Suga Gallego, viemos por meio desta fazer uma pergunta à revista Ciência Hoje das Crianças. A CHC é ótima, traz bastante temas interessantes, ensina a proteger a natureza e os animais, então... Por que a revista desperdiça plástico – que leva um tempão para se decompor – embalando revista por revista, se a maioria das pessoas joga os saquinhos no lixo?
Bianca de Souza Mamed e mais 81 assinaturas.
Que bom saber que você e seus amigos, Bianca, usaram os conhecimentos que têm a respeito do meio ambiente para fazer uma crítica construtiva e, assim tentar evitar qualquer desperdício que possa prejudicar a natureza. A CHC agradece pelo alerta e informa que o uso de plástico para embalar cada edição da revista está sendo reavaliado.

                                                                                                        CHC, 174 – novembro de 2006, p.29.

ATIVIDADE – 1

 Analise uma carta por vez e responda as questões:

1. A carta do leitor está cumprindo o principal objetivo: apresentar a opinião do leitor sobre a revista ou sobre fatos, acontecimentos ou assuntos, veiculados nelas?
2. A carta possui:
a). Referências às matérias comentada? ........................
b). Posicionamento/ou opinião do leitor em relação ao fato ou à matéria comentada..........................
c). Dados de identificação do leitor como, cidade e a sigla do Estado em que foi escrita, e nome completo de quem escreveu? .................................
3. As informações da carta aparecem de maneira direta, sem rodeios?...................
4. A crítica ou a opinião apresentada aos autores da revista é respeitosa e contribui com a revista?...........
5. O texto está escrito em primeira pessoa?.......................................
6. O texto está escrito de forma que possa circular nessa revista (considerando o seu público leitor) ortograficamente correto?.......................................




A carta do leitor


A carta do leitor é uma maneira de fazer parte da opinião pública!
Você já observou que nos jornais e revistas há um espaço reservado para que a opinião dos leitores seja publicada?

Estamos falando das cartas dos leitores, as quais mostram opiniões e sugestões; debatem os argumentos levantados nos artigos e fazem críticas a respeito; trazem perguntas, reflexões, elogios, incentivos, etc.

Para o leitor é o meio de expor seu ponto de vista em relação ao assunto lido, para o veículo de informação é uma arma publicitária para saber o que está agradando a opinião pública.

Não há regras estabelecidas para se fazer uma carta no estilo “carta do leitor”, a não ser as que já são preconizadas, ou seja, recomendadas ao escrevermos a alguém: especifique o assunto e seja breve; trace previamente o objetivo da carta (opinar, sugerir, debater); escreva em uma linguagem clara, precisa e nunca faça uso de palavras de baixo calão, pois sua carta não será publicada!

O objetivo do leitor ao escrever uma carta para um jornal da cidade ou uma revista de circulação nacional é tornar pública sua ideia e se sentir parte da informação. A carta do leitor é tão importante que pode ser fonte para uma nova notícia, uma vez que ao expor suas considerações a respeito de um assunto, o destinatário pode acrescentar outros fatos igualmente interessantes que estejam acontecendo e possam ser abordados!

Deve-se ter muito cuidado ao redigir uma carta, pois será lida por muitas pessoas. Por isso, revise o texto e observe com atenção se há clareza nas frases, se os períodos não estão muito longos e se não há repetições de ideias ou palavras, se há erros de pontuação e grafia.

Importante: Não se preocupe apenas em dizer o que pensa, o que acha, mas dê seu ponto de vista sempre explicando com muito cautela, e se expuser fatos, tenha certeza que são verdadeiros.

Por Sabrina Vilarinho
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola
Colaboração: Professora Silvia Sidney