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15 de abril de 2011
28 de novembro de 2009
Mulheres
Mulheres
Mulheres são tecelãs.
Tecem sonhos com fios de lágrimas...
Mulheres são tecelãs.
Tecem vidas em suas barrigas
Com esperanças e alegrias infantis.
Mulheres são feiticeiras.
Inventam magias e encantamentos.
E atraem e cativam com um simples olhar.
Mulheres são meninas.
Acreditam em príncipes e finais felizes.
Mulheres são guerreiras.
Enfrentam a luta com galhardia.
E não esmorecem mesmo quando cansadas.
Mulheres são sábias.
Trazem em si toda a sabedoria do mundo,
Ao repartir, entre os filhos, o pão, o carinho,
E o próprio tempo.
Mulheres são especiais.
Mulheres são seres próximos de deus.
Mulheres são anjos.
Mulheres são mães.
A mais perfeita tradução
do mistério da eternidade da alma.
(Autora: Rita Licks)

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Poema
24 de novembro de 2009
POESIA
Como é bom ser criança
Nada de preocupações ou amolações.
Deixar o corpo ser contaminado pelas emoções.
Sentir o palpitar forte no coração, nas diversões.
Unir forças, harmônia, paz, saúde e vibrações,
Em grandes brincadeiras e manifestações.
Deixar o corpo ser contaminado pelas emoções.
Sentir o palpitar forte no coração, nas diversões.
Unir forças, harmônia, paz, saúde e vibrações,
Em grandes brincadeiras e manifestações.
Ser criança é cantar, vibrar.
É correr, jogar, brincar, sem se cansar.
É gostar, amar e desejar.
Falar, dançar, estudar sem se amolar.
Comer, dormir e seus sonhos realizar.
Toda criança, feliz tem que ser.
Ter saúde e se cuidar para não adoecer.
Tem que ser amada, desejada, para feliz crescer.
Depois de um dia bem agitado,
Nos braços de seus pais adormecer.
Ao anoitecer, sonhos bons e sono tranqüilo deve ter.
Para no dia seguinte, tudo tornar a fazer.
Estudar, brincar, ler e escrever.
Assim um grande futuro, pela frente, irá aparecer.
Todas as crianças têm direito a um feliz amanhecer.
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Poema
9 de setembro de 2009
Texto Caipira
POEMA CAIPIRA
Toda vez qui vejo ocê
Sinto um frio esquisito
Me seca a boca na hora
E por dentro eu sorto um grito
Toda vez qui ocê me óia
Sinto que vô dismaiá
Sinto um fogo na cara
E cumeço assubiá
Toda vez qui ocê me chama
Pra passiá na pracinha
Fico cuntente que só
E me arrumo bem di precinha
Toda vez nóis sai junto
Peço pra Santo Antónho e São Binidito
Procê casá cumigo
Porque acho ocê uma rapaiz muito bunito...
Toda vez qui vejo ocê
Sinto um frio esquisito
Me seca a boca na hora
E por dentro eu sorto um grito
Toda vez qui ocê me óia
Sinto que vô dismaiá
Sinto um fogo na cara
E cumeço assubiá
Toda vez qui ocê me chama
Pra passiá na pracinha
Fico cuntente que só
E me arrumo bem di precinha
Toda vez nóis sai junto
Peço pra Santo Antónho e São Binidito
Procê casá cumigo
Porque acho ocê uma rapaiz muito bunito...
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