14 de janeiro de 2017

SEQUÊNCIA DIDÁTICA – “CONTOS DE MISTÉRIO”


Gênero: Literário / Contos de Mistério
Tipo Textual: Narrativo
Período de desenvolvimento: 01 mês
Interdisciplinaridade: Português e Artes
Público alvo: alunos dos 4º ao 5º ano do Ensino Fundamental.

1)    Justificativa
O gênero escolhido – contos de mistério – tem como principal objetivo o de intensificar o contato dos alunos com esse tipo textual, ampliando seu repertório de contos narrativos.
Conversar sobre histórias que despertam o medo e o suspense possibilita aos alunos situações onde é possível verificar, dentro do gênero textual, as principais características do texto, como descrições, cenários, personagens, construindo gradativamente o clímax e desfecho surpreendentes.
Além disso, as questões apresentadas trabalham a compreensão do texto, solicitando a localização de informações, inferências ou deduções, assim como o uso adequado de recursos como a pontuação expressiva, onomatopéias e palavras que dão sentido e emoção aos textos lidos e produzidos.

2) Objetivos Específicos
a) Em relação aos conteúdos procedimentais:
·         Ler diferentes textos de forma autônoma;
·         Ouvir, ler e escrever contos de assombração;
·         Perceber que os cenários e os personagens são sempre caracterizados para criar um clima de mistério;
·         Aprender a planejar textos orais em situações comunicativas reais ou simuladas;
·         Participar das interações que envolvam os usos da linguagem nas diversas situações do cotidiano escolar, escutando com atenção e compreensão;
·         Grafar corretamente as palavras;
·         Reescrever textos, preocupando-se com concordância verbal e nominal;
·         Pontuar textos analisando as várias possibilidades de organização de um diálogo.
·         Levantar hipóteses sobre o tema ou assunto desenvolvido nos textos informativos;
·         Encontrar informações nos textos, mapas, tabelas e demais portadores textuais;
·         Participar da produção coletiva do conto escolhido pela turma, utilizando diferentes estratégias de criação.
·         Utilizar corretamente a pontuação expressiva, a partir da necessidade de transmitir emoções;
·         Participar da revisão do texto coletivo, usando adequadamente os conhecimentos prévios e os construídos durante o desenvolvimento do projeto.
Nas Oficinas de Artes:
·         Ilustrar o texto, representando artisticamente suas emoções e sentimentos em relação ao conto trabalhado.
·         Participar da produção de dramatização do texto escolhido pela turma.

·         b) Em relação aos conteúdos atitudinais:
·         Valorizar a leitura como fonte de informação, lendo para aprender;
·         Interessar-se pela escrita, como instrumento de interação;
·         Desenvolver um comportamento leitor, valorizando diferentes gêneros textuais;
·         Desenvolver atitudes de escuta de textos, compreendendo seus possíveis significados e mensagens;
·         Valorizar a cultura popular, percebendo sua influência em usos, costumes, superstições e tradições orais de determinado povo.
·         Perceber as emoções, sensações e sentimentos transmitidos pelos textos do gênero trabalhado.
·         Participar de maneira colaborativa no desenvolvimento das atividades, mostrando interesse, respeito e disposição em efetivar as atividades propostas.

2)    Metodologia: Etapas previstas
·         Apresentar o tema para os alunos, ouvindo suas sugestões, levantando seus conhecimentos prévios e idealizando a participação na produção de um livro de contos.
·         Ler, permanentemente, contos variados, para despertar o gosto pela leitura e ampliar seu repertório (leitura feita pela professora).
·         Listar com os alunos os contos mais conhecidos e apreciados pela turma.
·         Pesquisar novas e antigas histórias, explorando os livros do acervo.
·         Desenvolver atividades de interpretação de texto, localizando informações, sequências de fatos, etc.
·         Desenvolver atividades de análise e reflexão sobre a língua, incluindo tarefas que explorem ortografia e gramática.
·         Produzir um texto narrativo, tendo como base o conto escolhido pela turma, sendo o professor escriba e mediador dos desafios que se apresentarem no decorrer da produção coletiva.
·         Revisar, coletivamente, o texto coletivo, junto dos alunos, enfocando questões ortográficas e gramaticais.
·         Ilustrar o conto produzido pela turma, trabalhando de maneira interdisciplinar nas Oficinas de Arte.
·         Produzir a dramatização do conto escolhido, planejando as etapas necessárias para sua apresentação.

3)    Recursos didáticos e materiais:
·         Atividades impressas,
·         Registros no Caderno do aluno;
·         Filmes;
·         Materiais da Oficina de Arte para produção das ilustrações.
·         Contos e Livros paradidáticos de literatura infanto-juvenil.
4)    Avaliação:
Em relação à linguagem oral: Habilidades gerais do aluno como falante:
·         Expõe suas idéias e conhecimentos?
·         Formula perguntas e respostas com clareza?
·         Explica e defende seus pontos-de-vista?
·         Expõe suas dúvidas?
·         Leva em conta a finalidade de sua fala e o seu interlocutor?
·         Gosta de ler textos em voz alta para os outros?

Habilidades gerais do aluno como ouvinte:
·         Sabe sua hora de falar e ouvir?
·         Tem concentração em quem fala?
·         Gosta de ouvir textos lidos ou contados por outros?

Em relação às competências leitoras: Habilidades gerais do aluno como leitor de textos diversos
·         Usa estratégia de antecipação através do portador/suporte de texto, do título, do autor, do gênero, da ilustração?
·         Usa estratégia de inferência, levando em conta o contexto?
·         Socializa sua leitura por iniciativa própria?
·         Socializa sua leitura por solicitação de outros?
·         Percebe a intencionalidade do autor?
·         Lê em voz alta com fluência (depois de ter compreendido o texto)? Socializa quais tipos de texto gosta de ler?
·         Expõe suas dúvidas?
·         Leva em conta a finalidade de sua fala e o seu interlocutor?
·         Gosta de ler textos em voz alta para os outros?

Em relação à produção de textos escritos:
·         Relaciona a produção com a situação: finalidades do autor, gênero e interlocutor?
·         Faz da produção um processo de trabalho no qual estão presentes várias etapas e suas versões do texto?
·         Atende à modalidade textual solicitada, elaborando diversos tipos de textos de acordo com sua função social?
·         Desenvolve o tema proposto, mantendo a coerência textual e usando recursos coesivos?
·         Segmenta o texto de acordo com sua especificidade?

·         Tem domínio relativo da ortografia, da acentuação e da pontuação? Fundamenta suas opiniões e respostas?

A ESTRANHA PASSAGEIRA



 Stanislaw Ponte Preta


- O senhor sabe? É a primeira vez que eu viajo de avião. Estou com zero hora de voo - e riu nervosinha, coitada.

Depois pediu que eu me sentasse ao seu lado, pois me achava muito calmo e isto iria fazer-lhe bem. Lá se ia a oportunidade de ler o romance policial que eu comprara no aeroporto, para me distrair na viagem. Suspirei e fiz de educado respondendo que estava às suas ordens. 

Madama entrou no avião sobraçando um monte de embrulhos, que segurava desajeitadamente. Gorda como era, custou a se encaixar na poltrona e arrumar todos aqueles pacotes. Depois não sabia como amarrar o cinto e eu tive de realizar essa operação em sua farta cintura.

Afinal estava ali pronta para viajar. Os outros passageiros estavam já se divertindo às minhas custas, a zombar do meu embaraço antes as perguntas que aquela senhora me fazia aos berros, como se estivesse em sua casa, entre pessoas íntimas. A coisa foi ficando ridícula:

- Para que esse saquinho aí? – foi a pergunta que fez, num tom de voz que parecia que ela estava no Rio e eu em São Paulo.

- É para a senhora usar em caso de necessidade – respondi baixinho.

Tenho certeza de que ninguém ouviu minha resposta, mas todos adivinharam qual foi, porque ela arregalou os olhos e exclamou: 

- Uai ...as necessidades neste saquinho? No avião não tem banheiro? Alguns passageiros riram, outros – por fineza – fingiram ignorar o lamentável equívoco da incômoda passageira de primeira viagem. Mas ela era um azougue ( embora com tantas carnes parecesse mais um açougue) e não parava de badalar. Olhava para trás, olhava para cima, mexia na poltrona e quase levou um tombo, quando puxou a alavanca e empurrou o encosto com força, caindo para trás e esparramando embrulhos por todos os lados 

O comandante já esquentara os motores e a aeronave estava parada, esperando ordens para ganhar a pista de decolagem. Percebi que minha vizinha de banco apertava os olhos e lia qualquer coisa. Logo veio a pergunta: 

- Quem é essa tal de emergência que tem uma porta só pra ela?

Expliquei que emergência não era ninguém, a porta é que era de emergência, isto é, em caso de necessidade, saía-se por ela.

Madama sossegou e os outros passageiros já estavam conformados com o término do “show”. Mesmo os que mais se divertiam com ele resolveram abrir jornais, revistas ou se acomodarem para tirar uma pestana durante a viagem.

Foi quando madama deu o último vexame. Olhou pela janela (ela pedira para ficar do lado da janelinha para ver a paisagem) e gritou:

- Puxa vida !!!

Todos olharam para ela, inclusive eu. Madama apontou para a janela e disse:

- Olha lá embaixo. 

Eu olhei. E ela acrescentou: - Como nós estamos voando alto, moço.

Olha só ... o pessoal lá embaixo parece formiga.

Suspirei e lasquei:

- Minha senhora, aquilo são formigas mesmo. O avião ainda não levantou voo.

VOCABULÁRIO
1) Substitua os termos sublinhados por sinônimos, reescrevendo as frases e fazendo as alterações necessárias.
a) “Lá se ia a oportunidade de ler o romance policial.”
b) “Para me distrair na viagem.”
c) “Suspirei e fiz o bacana.”
d) “Tive que realizar essa operação em sua farta cintura.”
e)” .. a zombar do meu embaraço ...”
f) “Aquela senhora me fazia perguntas aos berros.”
g) “Fingiram ignorar o lamentável equívoco da incômoda passageira.”
h) “Caindo para trás e esparramando embrulhos para todos os lados.”
i) “...para tirarem uma pestana durante a viagem.”
j) “Madama sossegou e os outros passageiros já estavam conformados com o término do show.”

INTERPRETAÇÃO TEXTUAL

1. “ É a primeira vez que viajo de avião.” Esta afirmação iria se comprovar durante toda a crônica, tais os “vexames” dados pela senhora. Assinale a frase que não demonstre um deles:
a) “Para que esse saquinho aí?”
b) “No avião não tem banheiro?”
c) “Quem é essa tal de emergência que tem uma porta só pra ela?”
d) “Gorda como era, custou a se encaixar na poltrona...”
e) “...mexia na poltrona e quase levou um tombo, quando puxou a alavanca e empurrou o encosto com força, caindo para trás...”

2. Por que a senhora pediu que o moço se sentasse ao seu lado?

3. “Para que esse saquinho aí?” – Ao fazer essa pergunta, a passageira:
( ) fez em tom brando para que os outros passageiros não a ouvissem.
( ) fez em tom bem alto para chamar a atenção dos outros passageiros.
( ) fez em tom alto porque ela realmente não sabia sua utilidade.
( ) fez em tom alto para irritar o companheiro que estava ao seu lado

4. “ Suspirei e fiz de educado respondendo que estava às suas ordens”. Os suspiros demonstram nesta passagem:
a) conformação;
b) contrariedade;
c) arrependimento;
d) aborrecimento;
e) raiva.

5. No título da crônica, a passageira é chamada de “estranha”. Outras qualificações podem ser dadas a ela depois que lemos integralmente a crônica. Assinale a que não lhe corresponde:
a) inexperiente;
b) envergonhado;
c) incômoda;
d) embaraçante;
e) ridícula.

6. “Madama entrou no avião sobraçando um monte de embrulhos... “. Com o verbo “sobraçar” o autor- narrador quer dizer que a madama:
a) levava mais embrulhos do que era possível;
b) levava embrulhos de baixo do braço;
c) carregava um monte de embrulhos que eram abraçados por ela;
d) trazia um monte de embrulhos que eram abraçados por ela;
e) trazia a quantidade de embrulhos que era possível levar nas mãos.

7. “...minha vizinha apertava os olhos e lia qualquer coisa. ”. Com a expressão “apertar os olhos” o narrador quer dizer-nos que a senhora:
a) não enxergava direito;
b) não sabia ler;
c) estava com sono;
d) que a porta de emergência estava longe de onde estavam sentados;
e) que sentia dores nos olhos.

8. Podemos afirmar que a passageira do avião era:
Marque a opção verdadeira.

1- uma elegante senhora 
2- uma senhora gorda e desajeitada.
3- uma dama acostumada a viajar de avião.
4- uma senhora muita acanhada.
5- uma mulher simples, mas curiosa 
6- uma mulher introvertida

( ) somente o item 1 e o item 4 são falsos.
( ) o item 2 e 5 são verdadeiros
( ) o item 2 e 6 são verdadeiros
( ) somente o item 5 é o verdadeiro
( ) o itens 2 ,3, e 4 são falsos
( ) nenhumas das opções estão corretas.

9. De acordo com o texto podemos afirmar que:
( ) todos os passageiros riram da passageira quando esta perguntou sobre a serventia do saquinho.
( ) a passageira falava tão baixo que nem seu amigo da poltrona a escutava direito.
( ) a passageira era muito ingênua, pois não colocava maldades nas perguntas que ela fazia.
( ) a passageira não sabia mesmo a serventia dos saquinhos e nem o que era emergência.
( )a passageira estava se fazendo de ingênua para sacanear os demais passageiros.
( ) o companheiro de banco da passageira era uma senhora muito elegante.

10. Por que o título do texto é “A estranha passageira”?

11. O narrador do texto é um narrador-observador ou narrador-personagem? Comprove com um trecho do texto.

12. Quem são os personagens do texto?

13. Qual é o enredo do texto?



ATIVIDADES GRAMATICAIS
1) Passe para o feminino plural, as frases abaixo:
a) O senhor sabe?
b) O outro passageiro já estava se divertindo às minhas custas.

2)  O substantivo “comandante” quanto ao gênero, é epiceno, sobrecomum ou comum-de-dois? Por quê?

3) O substantivo “passageira” deriva de qual palavra?

4) Classifique os substantivos abaixo, conforme o exemplo:
a) Avião: comum, simples, primitivo, concreto.
b) Hora:
c) Aeroporto:
d) Embrulhos:
e) São Paulo:
f) Banheiro:
g) Passageira:
h) Comandante:
i) Emergência:
j) Certeza:

5) Retire do texto, um substantivo epiceno.

6) Classifique os adjuntos adverbiais presentes nas frases abaixo:
a) “ É a primeira vez que eu viajo de avião.”
b) "Depois pediu que eu me sentasse ao seu lado, pois me achava muito calmo e isto iria fazer-lhe bem.”
c) “Lá se ia a oportunidade de ler o romance policial que eu comprara no aeroporto, para me distrair na viagem.”
d) “Madama entrou no avião sobraçando um monte de embrulhos, que segurava desajeitadamente.”
e) “Afinal estava ali pronta pra viajar.”]

7) Assinale a alternativa correta em relação à classificação dos termos destacados nas frases abaixo:
a) “...esperando ordens para ganhar a pista de decolagem.”
( ) Adjunto Adverbial 
( ) Adjunto Adnominal 
( ) Complemento Nominal

b) “Mesmo os que mais se divertiam com ele resolveram abrir jornais, revistas ou se acomodarem para tirar uma pestana durante a viagem.”
( ) Adjunto Adverbial de Finalidade e Adjunto Adverbial de Tempo
( ) Adjunto Adnominal de Finalidade e Adjunto Adverbial de Tempo
( ) Adjunto Adverbial de Finalidade e Adjunto Adverbial de Lugar

8) Passe as frases para a Voz Passiva e, em seguida, identifique o Agente da Passiva.
a) A estranha passageira faz perguntas engraçadas.
b) Amarrei o cinto de segurança em sua farta cintura.
c) O comandante já esquentava os motores da aeronave.
d) Eu lerei o livro durante o voo.
e) A passageira esparramou embrulhos por todos os lados. 

9) Assinale a alternativa correta em relação à transformação da voz passiva para a voz ativa:
"Vários vexames foram dados pela estranha passageira durante o voo”
( ) A estranha passageira dá vários vexames durante o voo.
( ) A estranha passageira cometeu vários vexames durante o voo.
( ) A estranha passageira deu vários vexames durante o voo.








Projeto - LITERATURA FANTÁSTICA - CONTOS DE MISTÉRIO, TERROR E MEDO


SEQUÊNCIA DIDÁTICA

OBJETIVOS
Fazer com que os alunos se familiarizem com gênero;
Ampliar o repertório textual dos alunos.
ACERVO
Livros:
* TELLES, Lygia Fagundes. Mistérios: ficções. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.
* POE, Edgar Allan. Histórias Extraordinárias. Trad. de Brenno Silveira e outros. São Paulo: Abril Cultural, 1981.

Filmes:
* Resident Evil I;
* Resident Evil II.

Videocliple:
* Thriller, Michael Jackson.

ANTES DA LEITURA

É importante que os alunos já tenham contato com o que é Literatura Fantástica. Antes de iniciar essa Sequência Didática, fornecer aos alunos, noções sobre o tema.
            Desenvolver uma roda de conversa na sala de aula com o intuito de verificar o que os alunos sabem sobre o tema (conhecimento prévio), bem como suas preferências e experiências – converse sobre filmes, videoclipes, músicas, quadros, que são assustadores. E aborde “o medo”, que às vezes as pessoas sentem destas histórias, pois alguns adolescentes as adoram e outros odeiam este gênero.
  Realizar uma dinâmica de grupo na qual os alunos devem escrever em um cartão o seu principal “medo”, sem que os colegas vejam. De forma aleatória, cada um deverá tentar adivinhar o medo do outro. O professor mediará a dinâmica e fará um quadro na lousa anotando os medos de cada um. Ao final, fará um levantamento dos três principais medos dos alunos.
DURANTE A LEITURA
A leitura do conto deve ser em voz alta e de maneira que crie o suspense que esse tipo de história pede.
            Um dos pontos de dificuldade na leitura é o vocabulário, por isso, é sempre bom pedir que os alunos anotem suas dúvidas no caderno para serem debatidas depois da leitura. Pedir aos alunos para que fiquem atentos aos seguintes pontos:

* Narrador / Foco Narrativo;
* Personagens – protagonista / antagonista;
* Tempo;
* Espaço;
* Enredo;
* Que palavras são desconhecidas? Elas dificultam o entendimento do conto?

DEPOIS DA LEITURA

Como algum aluno sempre falta, é interessante, até mesmo para recordação e fixação do conto, pedir para que um ou mais recontem, oralmente, o conto lido.
            Depois, em grupos, peça para que eles leiam novamente o conto e anotem sobre os três pontos observados durante a leitura. Em um segundo momento, cada grupo apresentará o que foi discutido para toda a turma. Ao professor cabe dialogar com a turma para que todos os pontos duvidosos sejam esclarecidos.

PRODUÇÕES A PARTIR DO TEXTO

Os textos a serem trabalhados (contos, filmes etc.) deverão explorar não só a escrita, mas também a oralidade. Assim, os alunos deverão (re) contá-los e (re) escrevê-los e, sobretudo, criar seus próprios textos.



Enviado por Ana Maria/Santos

Boa noite pessoal! Estou de volta!!!
Estive afastada por um tempo sem poder alimentar o blog, agora espero colocar tudo em dia e estar sempre por aqui!
Vamos compartilhar!!!!!