9 de janeiro de 2018

Números e Quantidades






Moldes UNICÓRNIO

Moldes para Feltro, EVA, papéis diversos



Molde de Unicórnio 11 para EVA - Feltro e Artesanato




Molde de Unicórnio 12 para EVA - Feltro e Artesanato



Molde de Unicórnio 9 para EVA - Feltro e Artesanato



Molde de Unicórnio Elementos 1 para EVA - Feltro e Artesanato



Molde de Unicórnio Elementos 2 para EVA - Feltro e Artesanato


Molde de Unicórnio 10 para EVA - Feltro e Artesanato
Molde de Unicórnio 8 para EVA - Feltro e Artesanato

Molde de Unicórnio Sentado para EVA - Fetro e Artesanato

Molde de Unicórnio 4 para EVA - Feltro e Artesanato

Molde de Unicórnio 5 para EVA - Feltro e Artesanato

Molde de Unicórnio 6 para EVA - Feltro e Artesanato

Moldes CHUVA DE AMOR

Moldes para EVA, Feltro, papéis diversos.




Molde Chuva de Amor EVA - Feltro e Artesanatos 12


Molde Chuva de Amor EVA - Feltro e Artesanatos 11


Molde Chuva de Amor eva - Feltro  e Artesanatos 20

Molde Chuva de Amor eva - Feltro  e Artesanatos 19



Molde Chuva de Amor eva - Feltro  e Artesanatos 18






Molde Chuva de Amor eva - Feltro  e Artesanatos 17


Molde Chuva de Amor eva - Feltro  e Artesanatos 16


Molde Chuva de Amor eva - Feltro  e Artesanatos 15

Molde Chuva de Amor eva - Feltro  e Artesanatos 14
Molde Chuva de Amor eva - Feltro  e Artesanatos 13

Molde Chuva de Amor EVA - Feltro e Artesanatos 10



Molde Chuva de Amor EVA - Feltro  e Artesanatos 7
Molde Chuva de Amor EVA - Feltro e Artesanatos 6
Molde Chuva de Amor EVA - Feltro e Artesanatos 2
Molde Chuva de Amor EVA - Feltro e Artesanatos 4


7 de fevereiro de 2017

Atividades substantivo primitivo/derivado









http://www.educarx.com/2016/04/atividades-de-substantivos-para-imprimir.html

Atividades substantivo primitivo/derivado







http://www.educarx.com/2016/04/atividades-de-substantivos-para-imprimir.html










Atividades substantivos primitivo/derivado








http://www.educarx.com/2016/04/atividades-de-substantivos-para-imprimir.html

Atividades adjetivos







http://www.leitorzinho.com/

Atividades adjetivos








http://www.leitorzinho.com/



Atiivdades - Adjetivo pátrios






http://www.lipitipi.org/2015/01/atividades-adjetivos-patrios-estados-e.html

14 de janeiro de 2017

O Grande Mistério


Stanislaw Ponte Preta
(Sérgio Porto)

H?dias j?que buscavam uma explicação para os odores esquisitos que vinham da sala de visitas. Primeiro houve um erro de interpretação: o quase imperceptível cheiro foi tomado como sendo de camarão. No dia em que as pessoas da casa notaram que a sala fedia, havia um souffl?de camarão para o jantar. Da?..

Mas comeu-se o camarão, que inclusive foi elogiado pelas visitas, jogaram as sobras na lata do lixo e — coisa estranha — no dia seguinte a sala cheirava pior.

Talvez alguém não gostasse de camarão e, por cerimônia, embora isso não se use, jogasse a sua porção debaixo da mesa. Ventilada a hipótese, os empregados espiaram e encontraram apenas um pedaço de pão e uma boneca de perna quebrada, que Giselinha esquecera ali. E como ambos os achados eram inodoros, o mistério persistiu.

Os patrões chamaram a arrumadeira às falas. Que era um absurdo, que não podia continuar, que isso, que aquilo. Tachada de desleixada, a arrumadeira caprichou na limpeza. Varreu tudo, espanou, esfregou e... nada. Vinte e quatro horas depois, a coisa continuava. Se modificação houvera, fora para um cheiro mais ativo.

?noite, quando o dono da casa chegou, passou uma espinafração geral e, vitima da leitura dos jornais, que folheara no lotação, chegou at?a citar a Constituição na defesa de seus interesses.

— Se eu pago empregadas para lavar, passar, limpar, cozinhar, arrumar e ama-secar, tenho o direito de exigir alguma coisa. Não pretendo que a sala de visitas seja um jasmineiro, mas feder também não. Ou sai o cheiro ou saem os empregados.
Reunida na cozinha, a criadagem confabulava. Os debates eram apaixonados, mas num ponto todos concordavam: ninguém tinha culpa. A sala estava um brinco; dava at?gosto ver. Mas ver, somente, porque o cheiro era de morte.

Então alguém propôs encerar. Quem sabe uma passada de cera no assoalho não iria melhorar a situação?

--  Isso mesmo — aprovou a maioria, satisfeita por ter encontrado uma fórmula capaz de combater o mal que ameaçava seu salário.

Pela manh? ainda ninguém se levantara, e j?a copeira e o chofer enceravam sofregamente, a quatro mãos. Quando os patrões desceram para o caf? o assoalho brilhava. O cheiro da cera predominava, mas o misterioso odor, que h?dias intrigava a todos, persistia, a uma respirada mais forte.

Apenas uma questão de tempo. Com o passar das horas, o cheiro da cera — como era normal — diminuía, enquanto o outro, o misterioso — estranhamente, aumentava. Pouco a pouco reinaria novamente, para desespero geral de empregados e empregadores.

A patroa, enfim, contrariando os seus hábitos, tomou uma atitude: desceu do alto do seu gr?finismo com as armas de que dispunha, e com tal espírito de sacrifício que resolveu gastar os seus perfumes. Quando ela anunciou que derramaria perfume francês no tapete, a arrumadeira comentou com a copeira:

— Madame apelou para a ignorância.

E salpicada que foi, a sala recendeu. A sorte estava lançada. Madame esbanjou suas essências com uma altivez digna de uma rainha a caminho do cadafalso. Seria o prestigio e a experiência de Carven, Patou, Fath, Schiaparelli, Balenciaga, Piguet e outros menores, contra a ignóbil catinga.

Na hora do jantar a alegria era geral. Nas restavam dúvidas de que o cheiro enjoativo daquele coquetel de perfumes era impróprio para uma sala de visitas, mas ninguém poderia deixar de concordar que aquele era preferível ao outro, finalmente vencido. 

Mas eis que o patrão, a horas mortas, acordou com sede. Levantou-se cauteloso, para não acordar ninguém, e desceu as escadas, rumo ?geladeira. Ia ainda a meio caminho quando sentiu que o exército de perfumistas franceses fora derrotado. O barulho que fez daria para acordar um quarteirão,quanto mais os da casa, os pobres moradores daquela casa, despertados violentamente , e que não precisavam perguntar nada para perceberem o que se passava. Bastou respirar. 

Hoje pela manh? finalmente, após buscas desesperadas, uma das empregadas localizou o cheiro. Estava dentro de uma jarra, uma bela jarra, orgulho da família, pois tratava-se de peça raríssima, da dinastia Ming.

Apertada pelo interrogatório paterno Giselinha confessou-se culpada e, na inocência dos seus 3 anos, prometeu não fazer mais.

Não fazer mais na jarra, ?lógico.


Stanislaw Ponte Preta (Sérgio Marcos Rangel Porto – 1923/1968) nos brinda com mais uma de suas histórias cheias de suspense e muito humor. Esta, retirada do livro "Rosamundo e os outros", publicado em 1963 (1a. edição) pela Editora Sabi? Ltda., d?uma excelente idéia do poder de criação do autor dos também consagrados "Tia Zulmira e eu"," Primo Altamirando e elas", "Garoto Linha Dura" e os diversos e impagáveis números do "Festival de Besteira que Assola o País".

Conheça e vida e a obra de 
Sérgio Porto (Stanislaw Ponte Preta)visitando "
Biografias".

SEQUÊNCIA DIDÁTICA – “CONTOS DE MISTÉRIO”


Gênero: Literário / Contos de Mistério
Tipo Textual: Narrativo
Período de desenvolvimento: 01 mês
Interdisciplinaridade: Português e Artes
Público alvo: alunos dos 4º ao 5º ano do Ensino Fundamental.

1)    Justificativa
O gênero escolhido – contos de mistério – tem como principal objetivo o de intensificar o contato dos alunos com esse tipo textual, ampliando seu repertório de contos narrativos.
Conversar sobre histórias que despertam o medo e o suspense possibilita aos alunos situações onde é possível verificar, dentro do gênero textual, as principais características do texto, como descrições, cenários, personagens, construindo gradativamente o clímax e desfecho surpreendentes.
Além disso, as questões apresentadas trabalham a compreensão do texto, solicitando a localização de informações, inferências ou deduções, assim como o uso adequado de recursos como a pontuação expressiva, onomatopéias e palavras que dão sentido e emoção aos textos lidos e produzidos.

2) Objetivos Específicos
a) Em relação aos conteúdos procedimentais:
·         Ler diferentes textos de forma autônoma;
·         Ouvir, ler e escrever contos de assombração;
·         Perceber que os cenários e os personagens são sempre caracterizados para criar um clima de mistério;
·         Aprender a planejar textos orais em situações comunicativas reais ou simuladas;
·         Participar das interações que envolvam os usos da linguagem nas diversas situações do cotidiano escolar, escutando com atenção e compreensão;
·         Grafar corretamente as palavras;
·         Reescrever textos, preocupando-se com concordância verbal e nominal;
·         Pontuar textos analisando as várias possibilidades de organização de um diálogo.
·         Levantar hipóteses sobre o tema ou assunto desenvolvido nos textos informativos;
·         Encontrar informações nos textos, mapas, tabelas e demais portadores textuais;
·         Participar da produção coletiva do conto escolhido pela turma, utilizando diferentes estratégias de criação.
·         Utilizar corretamente a pontuação expressiva, a partir da necessidade de transmitir emoções;
·         Participar da revisão do texto coletivo, usando adequadamente os conhecimentos prévios e os construídos durante o desenvolvimento do projeto.
Nas Oficinas de Artes:
·         Ilustrar o texto, representando artisticamente suas emoções e sentimentos em relação ao conto trabalhado.
·         Participar da produção de dramatização do texto escolhido pela turma.

·         b) Em relação aos conteúdos atitudinais:
·         Valorizar a leitura como fonte de informação, lendo para aprender;
·         Interessar-se pela escrita, como instrumento de interação;
·         Desenvolver um comportamento leitor, valorizando diferentes gêneros textuais;
·         Desenvolver atitudes de escuta de textos, compreendendo seus possíveis significados e mensagens;
·         Valorizar a cultura popular, percebendo sua influência em usos, costumes, superstições e tradições orais de determinado povo.
·         Perceber as emoções, sensações e sentimentos transmitidos pelos textos do gênero trabalhado.
·         Participar de maneira colaborativa no desenvolvimento das atividades, mostrando interesse, respeito e disposição em efetivar as atividades propostas.

2)    Metodologia: Etapas previstas
·         Apresentar o tema para os alunos, ouvindo suas sugestões, levantando seus conhecimentos prévios e idealizando a participação na produção de um livro de contos.
·         Ler, permanentemente, contos variados, para despertar o gosto pela leitura e ampliar seu repertório (leitura feita pela professora).
·         Listar com os alunos os contos mais conhecidos e apreciados pela turma.
·         Pesquisar novas e antigas histórias, explorando os livros do acervo.
·         Desenvolver atividades de interpretação de texto, localizando informações, sequências de fatos, etc.
·         Desenvolver atividades de análise e reflexão sobre a língua, incluindo tarefas que explorem ortografia e gramática.
·         Produzir um texto narrativo, tendo como base o conto escolhido pela turma, sendo o professor escriba e mediador dos desafios que se apresentarem no decorrer da produção coletiva.
·         Revisar, coletivamente, o texto coletivo, junto dos alunos, enfocando questões ortográficas e gramaticais.
·         Ilustrar o conto produzido pela turma, trabalhando de maneira interdisciplinar nas Oficinas de Arte.
·         Produzir a dramatização do conto escolhido, planejando as etapas necessárias para sua apresentação.

3)    Recursos didáticos e materiais:
·         Atividades impressas,
·         Registros no Caderno do aluno;
·         Filmes;
·         Materiais da Oficina de Arte para produção das ilustrações.
·         Contos e Livros paradidáticos de literatura infanto-juvenil.
4)    Avaliação:
Em relação à linguagem oral: Habilidades gerais do aluno como falante:
·         Expõe suas idéias e conhecimentos?
·         Formula perguntas e respostas com clareza?
·         Explica e defende seus pontos-de-vista?
·         Expõe suas dúvidas?
·         Leva em conta a finalidade de sua fala e o seu interlocutor?
·         Gosta de ler textos em voz alta para os outros?

Habilidades gerais do aluno como ouvinte:
·         Sabe sua hora de falar e ouvir?
·         Tem concentração em quem fala?
·         Gosta de ouvir textos lidos ou contados por outros?

Em relação às competências leitoras: Habilidades gerais do aluno como leitor de textos diversos
·         Usa estratégia de antecipação através do portador/suporte de texto, do título, do autor, do gênero, da ilustração?
·         Usa estratégia de inferência, levando em conta o contexto?
·         Socializa sua leitura por iniciativa própria?
·         Socializa sua leitura por solicitação de outros?
·         Percebe a intencionalidade do autor?
·         Lê em voz alta com fluência (depois de ter compreendido o texto)? Socializa quais tipos de texto gosta de ler?
·         Expõe suas dúvidas?
·         Leva em conta a finalidade de sua fala e o seu interlocutor?
·         Gosta de ler textos em voz alta para os outros?

Em relação à produção de textos escritos:
·         Relaciona a produção com a situação: finalidades do autor, gênero e interlocutor?
·         Faz da produção um processo de trabalho no qual estão presentes várias etapas e suas versões do texto?
·         Atende à modalidade textual solicitada, elaborando diversos tipos de textos de acordo com sua função social?
·         Desenvolve o tema proposto, mantendo a coerência textual e usando recursos coesivos?
·         Segmenta o texto de acordo com sua especificidade?

·         Tem domínio relativo da ortografia, da acentuação e da pontuação? Fundamenta suas opiniões e respostas?