14 de setembro de 2009
13 de setembro de 2009
Avaliação interdisciplinar
Avaliação Interdisciplinar – Clássicos Inesquecíveis – CHAPEUZINHO VERMELHO
Nome do livro: Chapeuzinho Vermelho
Autor: Adaptação Patrícia Amorim
Editora: Sabida
1) Apresentação do livro: capa, material, título, editora, ilustrações.
2) Ler a história toda e mostrar as figuras.
3) Ouvir o CD Clássicos Inesquecíveis – Faixa 4
4) Interpretação oral: os alunos contam a história, identificam os personagens, o tempo, o espaço que acontece a história (Onde? Quando?).
5) Teatrinho
6) Copiar a história:
Chapeuzinho Vermelho
Era uma vez uma linda menina, que morava com sua mãe em uma bela casinha. Ela sempre usava uma capa com um chapeuzinho bem vermelho.
Certo dia sua mãe pediu que ela fosse levar uma cestinha cheia de doces para sua vovó:
__ Chapeuzinho! Chapeuzinho! Vá levar essa cestinha de doce para a vovó, mas evite o caminho da floresta que é perigoso, vá pelo bosque e não fale com estranhos.
__ Está bem mamãe. Tchau.
Chapeuzinho adorava sua avó, e saiu em disparada cantando de alegria:. “Pela estrada afora eu vou bem sozinha.....”. Queria fazer uma surpresa para a vovó e começou a colher as flores que encontrava pelo caminho.
A menina estava tão distraída com as flores quando deu de cara com o lobo mau. Ela não sabia que ele era o Lobo malvado, mas não se assustou e nem sentiu medo.
__ Bom Dia, Chapeuzinho Vermelho.
__ Bom Dia!
__ Aonde você está indo?
__ Vou visitar minha vovozinha, que está muito doente.
__ Por que você não vai pela floresta, que é bem mais perto?
__ Será que é mesmo? Minha mãe disse para eu ir pelo bosque.
__ Claro que é mais perto pela floresta, sua mãe está enganada.
__ Muito obrigada Senhor Lobo, tchau.
Enquanto Chapeuzinho seguia pelo caminho da floresta, o Lobo rapidamente seguiu pelo bosque, cantando e correndo: “ Eu sou o Lobo Mau, Lobo mau....”
O Lobo chegou na casa da vovozinha e bateu na porta:
__ Tum, tum! Vovó, vovozinha?
__ Quem está aí?
__ Sou eu, Chapeuzinho Vermelho - disse o Lobo disfarçando a voz.
__ Entre minha netinha, a porta está aberta.
O Lobo que era muito rápido, foi entrando e de uma só vez engoliu a vovozinha. Depois vestiu as roupas dela, e ficou esperando Chapeuzinho Vermelho.
Chegando na casa da vovó:
__ Tum, tum! Vovó, vovozinha?
__ Entre querida.
__ Vovó! Por que suas orelhas estão tão grandes?
__ É pra te ouvir melhor.
__ Vovó! Para que esses olhos tão grandes?
__ É para te ver melhor.
__ Credo vovó, por que a senhora está com essa boca tão grande?
__ É para te comer!!!
Dizendo isso, o Lobo começou a correr atrás de Chapeuzinho.
Depois de algum tempo ele tropeçou e caiu no chão.
Enquanto isso a menina se escondeu dentro de um velho armário.
O Lobo resolveu dar uma cochilada e começou a roncar. Uns caçadores que passavam escutaram:
__ Que ronco esquisito é esse?
__ Pois é, também estou ouvindo.
__ Vamos ver o que é?
__ Ah! É o Lobo!
__ Será que ele comeu a vovó?
Ouvindo isso, Chapeuzinho apareceu e contou toda a história:
__ Senhores o Lobo me enganou, chegou aqui antes de mim e deve ter comido minha vovozinha. Ele queria me comer também.
__ Então, o que vamos fazer? – disse um caçador.
__ Vamos cortar a barriga dele.
Aproveitando que ele está dormindo cortaram sua barriga, e tiraram a vovozinha de dentro. As duas se abraçaram muito felizes.
__ E agora o que faremos com esse malvado?
__ Vamos encher a barriga dele com pedras. – disse um dos caçadores.
Quando o Lobo acordou, tentou fugir, mas ele caiu e nunca mais levantou.
Todos ficaram aliviados e felizes. Os caçadores foram embora, e as duas foram sentar na varanda e saborear os doces.
__ Vovó, eu prometo nunca mais desobedecer minha mamãe.
__ Isso mesmo, os filhos não devem desobedecer suas mães, elas sempre querem o melhor para seus filhinhos.
7) Vamos grifar as palavras desconhecidas e copiar abaixo.
____________________________________________________________________________________
8) Coloque essas palavras em ordem alfabética e procure o seu significado no dicionário:
________________________________________________________________________________
9) Vamos entender melhor a história:
a) O título da história é __________________________________________________________
b) Os personagens da história são ________________________________________________
c) Qual é o personagem principal? _________________________________________________
d) Quais são as características físicas da Chapeuzinho Vermelho? ________________________
e) E as características psicológicas?________________________________________________
f) Faça uma descrição do Lobo.
_____________________________________________________________________________
g) Numa história pode haver narrador e personagens. Grife os parágrafos onde os personagens falam. Qual é a pontuação usada? _________________________________________________
h) Nessa história houve participação maior do narrador ou dos personagens?________________
i) Como você acha que a mãe de Chapeuzinho ficou sabendo que a vovó estava doente? _______
j) Escreva um bilhete do vizinho da vovó de Chapeuzinho para a mãe avisando que a vovó não estava muito bem de saúde.
____________________________________________________________________________________
l) Você já desobedeceu a sua mãe alguma vez? Se você nunca desobedeceu, conte alguma história de alguém que já tenha desobedecido.
____________________________________________________________________________________
10) Escreva 10 substantivos tirados do texto
____________________________________________________________________________________
11) Escreva dois adjetivos (qualidades) para:
Lobo: ________________________ ____________________________
Menina: ______________________ ____________________________
Vovó: ______________________ ____________________________
Mãe: ________________________ ____________________________
12) Siga o modelo:
Lobo lobinho lobão
Menina _______________ ___________________________
Cachorro _______________ ___________________________
Flor _______________ ___________________________
Casa _______________ ___________________________
13) Escreva frases:
Interrogativa (?) com MENINA.
Exclamativa (!) com LOBO.
14) Passe as frases para o plural:
A menina fugiu do lobo.
A vovó está dente.
A mãe fez doce e a menina levou.
15) Escreva um pequeno diálogo entre você e sua mãe.
16) Complete com N ou M
ca.....po me.....ina faze.....da mala.....dro de....te
ti......ta a.......bulância ta.......pa ca........ta sete.....bro
Educação Artística
Faça uma historinha em quadrinhos da história Chapeuzinho Vermelho.
Vamos Integrar com outras disciplinas: História – Geografia – Ciências
1) Marque com um x todas as características do lobo:
( ) feroz ( )mamífero ( ) carnívoro ( )doméstico ( ) quadrúpede
( ) manso ( )herbívoro ( ) corpo coberto de pêlos ( )selvagem ( ) bípede
2) O cachorro é um animal quadrúpede, mamífero e tem o corpo coberto de pêlos. Escreva o nome de mais cinco animais que têm as mesmas características:
3) Qual é o tipo de alimentação dos cachorros?
4) De onde vem a água que os animais bebem?
5) Escreva nomes de plantas que servem de alimentação para o homem.
6) Entre os doces que Chapeuzinho levou para a vovó tinha um bolo de milho. O milho é matéria-prima que serve de alimento para o homem e animais. Ele pode ser transformado em vários produtos industrializados. Escreva o nome de alguns.
7) Escreva na frente da matéria-prima os produtos industrializados:
Matéria-prima Produtos industrializados
Leite
Carne
Tomate
Couro
Cana-de-açúcar
8) Quais os cuidados que devemos ter com os animais?
9) Você tem cachorro em casa? Quais os cuidados que você deve ter com ele?
10) Como deve ser o local onde os animais vivem?
11) Em que zona do município acontece a história do Chapeuzinho Vermelho?
12) Em qual zona você mora?
13) Qual zona do município é melhor morar?
14) Você já aprendeu que o município é formado pela cidade e pelo campo, então responda:
• Como o solo pode ser aproveitado no campo?
• E na cidade?
17) Quais os alimentos que utilizamos que vem do campo?
18) Chapeuzinho Vermelho usou algum meio de transporte para visitar sua avó?
19) Quando você vai visitar sua avó, qual o meio de transporte que você usa?
20) Você obedece a sua avó? Como você trata seus avós?
21) Cite os meios de transporte que você conhece:
Terrestre Aquático Aéreo
22) Em qual estação do ano você acha que aconteceu a história? Por quê?
23) Você sabe quais as estações do ano?
24) Se você quisesse que Chapeuzinho Vermelho viesse a sua casa, como você daria seu endereço pra ela?
25) Vamos recordar onde moramos:
Planeta ____________________________ Continente _______________________________
País ______________________________ Capital __________________________________
Região_____________________________
Estado ____________________________ Capital __________________________________
Município_________________________ Bairro _________________________________
Rua______________________________ Casa____________________________________
26) Conte pra mim a sua história.
Agora vamos estudar um pouquinho de Matemática?!
1) A mãe de Chapeuzinho fez um bolo de milho para vovó. Ela usou meia dúzia de espiga de milho e outros ingredientes. Se ela fizesse dois bolos, quantas espigas usaria?
2) Chapeuzinho levou também brigadeiro. Para fazer brigadeiro precisa de uma lata de leite condensado. O preço da lata é R$ 2,00. Se ela fizesse o dobro de brigadeiro, quanto gastaria? E o triplo?
3) A estrada do bosque tinha 800 metros. Quantos metros você acha que media a estrada da floresta? Mais ou menos? Por quê?
4) Se eu trouxesse 22 brigadeiros na 3ª B para dividir entre os alunos, quantos brigadeiros cada aluno iria receber?
5) Vamos fazer a tabuada para ficar craque!!!
X 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
2
3
4
5
6
7
8
9
10
6) Agora vamos colocar a tabuada em prática.
22 x 2 =
23 x 3 =
24 x 4 =
25 x 5 =
26 x 2 =
27 x 22 =
28 x 13 =
29 x 22 =
45 x 14 =
123 X 100 = ........................... 146 X 10 = ........................ 178 X 1000 = .............
456 X 100 = ........................... 567 X 10 = ........................ 239 X 1000 = ............
7) Vamos fazer de conta que temos muitos brigadeiros e várias crianças para dividir.
Vamos ver quanto cada uma vai ganhar?
213 : 3 =
186 : 3 =
204 : 4 =
126 : 3 =
217 : 3 =
95 : 5 =
154 : 7 =
78 : 3 =
103 : 4 =
690 : 3 =
930 : 3 =
836 : 4 =
624 : 6 =
6155 : 5 =
9796 : 6 =
8436 : 6 =
9984 : 8 =
9114 : 6 =
Nome do livro: Chapeuzinho Vermelho
Autor: Adaptação Patrícia Amorim
Editora: Sabida
1) Apresentação do livro: capa, material, título, editora, ilustrações.
2) Ler a história toda e mostrar as figuras.
3) Ouvir o CD Clássicos Inesquecíveis – Faixa 4
4) Interpretação oral: os alunos contam a história, identificam os personagens, o tempo, o espaço que acontece a história (Onde? Quando?).
5) Teatrinho
6) Copiar a história:
Chapeuzinho Vermelho
Era uma vez uma linda menina, que morava com sua mãe em uma bela casinha. Ela sempre usava uma capa com um chapeuzinho bem vermelho.
Certo dia sua mãe pediu que ela fosse levar uma cestinha cheia de doces para sua vovó:
__ Chapeuzinho! Chapeuzinho! Vá levar essa cestinha de doce para a vovó, mas evite o caminho da floresta que é perigoso, vá pelo bosque e não fale com estranhos.
__ Está bem mamãe. Tchau.
Chapeuzinho adorava sua avó, e saiu em disparada cantando de alegria:. “Pela estrada afora eu vou bem sozinha.....”. Queria fazer uma surpresa para a vovó e começou a colher as flores que encontrava pelo caminho.
A menina estava tão distraída com as flores quando deu de cara com o lobo mau. Ela não sabia que ele era o Lobo malvado, mas não se assustou e nem sentiu medo.
__ Bom Dia, Chapeuzinho Vermelho.
__ Bom Dia!
__ Aonde você está indo?
__ Vou visitar minha vovozinha, que está muito doente.
__ Por que você não vai pela floresta, que é bem mais perto?
__ Será que é mesmo? Minha mãe disse para eu ir pelo bosque.
__ Claro que é mais perto pela floresta, sua mãe está enganada.
__ Muito obrigada Senhor Lobo, tchau.
Enquanto Chapeuzinho seguia pelo caminho da floresta, o Lobo rapidamente seguiu pelo bosque, cantando e correndo: “ Eu sou o Lobo Mau, Lobo mau....”
O Lobo chegou na casa da vovozinha e bateu na porta:
__ Tum, tum! Vovó, vovozinha?
__ Quem está aí?
__ Sou eu, Chapeuzinho Vermelho - disse o Lobo disfarçando a voz.
__ Entre minha netinha, a porta está aberta.
O Lobo que era muito rápido, foi entrando e de uma só vez engoliu a vovozinha. Depois vestiu as roupas dela, e ficou esperando Chapeuzinho Vermelho.
Chegando na casa da vovó:
__ Tum, tum! Vovó, vovozinha?
__ Entre querida.
__ Vovó! Por que suas orelhas estão tão grandes?
__ É pra te ouvir melhor.
__ Vovó! Para que esses olhos tão grandes?
__ É para te ver melhor.
__ Credo vovó, por que a senhora está com essa boca tão grande?
__ É para te comer!!!
Dizendo isso, o Lobo começou a correr atrás de Chapeuzinho.
Depois de algum tempo ele tropeçou e caiu no chão.
Enquanto isso a menina se escondeu dentro de um velho armário.
O Lobo resolveu dar uma cochilada e começou a roncar. Uns caçadores que passavam escutaram:
__ Que ronco esquisito é esse?
__ Pois é, também estou ouvindo.
__ Vamos ver o que é?
__ Ah! É o Lobo!
__ Será que ele comeu a vovó?
Ouvindo isso, Chapeuzinho apareceu e contou toda a história:
__ Senhores o Lobo me enganou, chegou aqui antes de mim e deve ter comido minha vovozinha. Ele queria me comer também.
__ Então, o que vamos fazer? – disse um caçador.
__ Vamos cortar a barriga dele.
Aproveitando que ele está dormindo cortaram sua barriga, e tiraram a vovozinha de dentro. As duas se abraçaram muito felizes.
__ E agora o que faremos com esse malvado?
__ Vamos encher a barriga dele com pedras. – disse um dos caçadores.
Quando o Lobo acordou, tentou fugir, mas ele caiu e nunca mais levantou.
Todos ficaram aliviados e felizes. Os caçadores foram embora, e as duas foram sentar na varanda e saborear os doces.
__ Vovó, eu prometo nunca mais desobedecer minha mamãe.
__ Isso mesmo, os filhos não devem desobedecer suas mães, elas sempre querem o melhor para seus filhinhos.
7) Vamos grifar as palavras desconhecidas e copiar abaixo.
____________________________________________________________________________________
8) Coloque essas palavras em ordem alfabética e procure o seu significado no dicionário:
________________________________________________________________________________
9) Vamos entender melhor a história:
a) O título da história é __________________________________________________________
b) Os personagens da história são ________________________________________________
c) Qual é o personagem principal? _________________________________________________
d) Quais são as características físicas da Chapeuzinho Vermelho? ________________________
e) E as características psicológicas?________________________________________________
f) Faça uma descrição do Lobo.
_____________________________________________________________________________
g) Numa história pode haver narrador e personagens. Grife os parágrafos onde os personagens falam. Qual é a pontuação usada? _________________________________________________
h) Nessa história houve participação maior do narrador ou dos personagens?________________
i) Como você acha que a mãe de Chapeuzinho ficou sabendo que a vovó estava doente? _______
j) Escreva um bilhete do vizinho da vovó de Chapeuzinho para a mãe avisando que a vovó não estava muito bem de saúde.
____________________________________________________________________________________
l) Você já desobedeceu a sua mãe alguma vez? Se você nunca desobedeceu, conte alguma história de alguém que já tenha desobedecido.
____________________________________________________________________________________
10) Escreva 10 substantivos tirados do texto
____________________________________________________________________________________
11) Escreva dois adjetivos (qualidades) para:
Lobo: ________________________ ____________________________
Menina: ______________________ ____________________________
Vovó: ______________________ ____________________________
Mãe: ________________________ ____________________________
12) Siga o modelo:
Lobo lobinho lobão
Menina _______________ ___________________________
Cachorro _______________ ___________________________
Flor _______________ ___________________________
Casa _______________ ___________________________
13) Escreva frases:
Interrogativa (?) com MENINA.
Exclamativa (!) com LOBO.
14) Passe as frases para o plural:
A menina fugiu do lobo.
A vovó está dente.
A mãe fez doce e a menina levou.
15) Escreva um pequeno diálogo entre você e sua mãe.
16) Complete com N ou M
ca.....po me.....ina faze.....da mala.....dro de....te
ti......ta a.......bulância ta.......pa ca........ta sete.....bro
Educação Artística
Faça uma historinha em quadrinhos da história Chapeuzinho Vermelho.
Vamos Integrar com outras disciplinas: História – Geografia – Ciências
1) Marque com um x todas as características do lobo:
( ) feroz ( )mamífero ( ) carnívoro ( )doméstico ( ) quadrúpede
( ) manso ( )herbívoro ( ) corpo coberto de pêlos ( )selvagem ( ) bípede
2) O cachorro é um animal quadrúpede, mamífero e tem o corpo coberto de pêlos. Escreva o nome de mais cinco animais que têm as mesmas características:
3) Qual é o tipo de alimentação dos cachorros?
4) De onde vem a água que os animais bebem?
5) Escreva nomes de plantas que servem de alimentação para o homem.
6) Entre os doces que Chapeuzinho levou para a vovó tinha um bolo de milho. O milho é matéria-prima que serve de alimento para o homem e animais. Ele pode ser transformado em vários produtos industrializados. Escreva o nome de alguns.
7) Escreva na frente da matéria-prima os produtos industrializados:
Matéria-prima Produtos industrializados
Leite
Carne
Tomate
Couro
Cana-de-açúcar
8) Quais os cuidados que devemos ter com os animais?
9) Você tem cachorro em casa? Quais os cuidados que você deve ter com ele?
10) Como deve ser o local onde os animais vivem?
11) Em que zona do município acontece a história do Chapeuzinho Vermelho?
12) Em qual zona você mora?
13) Qual zona do município é melhor morar?
14) Você já aprendeu que o município é formado pela cidade e pelo campo, então responda:
• Como o solo pode ser aproveitado no campo?
• E na cidade?
17) Quais os alimentos que utilizamos que vem do campo?
18) Chapeuzinho Vermelho usou algum meio de transporte para visitar sua avó?
19) Quando você vai visitar sua avó, qual o meio de transporte que você usa?
20) Você obedece a sua avó? Como você trata seus avós?
21) Cite os meios de transporte que você conhece:
Terrestre Aquático Aéreo
22) Em qual estação do ano você acha que aconteceu a história? Por quê?
23) Você sabe quais as estações do ano?
24) Se você quisesse que Chapeuzinho Vermelho viesse a sua casa, como você daria seu endereço pra ela?
25) Vamos recordar onde moramos:
Planeta ____________________________ Continente _______________________________
País ______________________________ Capital __________________________________
Região_____________________________
Estado ____________________________ Capital __________________________________
Município_________________________ Bairro _________________________________
Rua______________________________ Casa____________________________________
26) Conte pra mim a sua história.
Agora vamos estudar um pouquinho de Matemática?!
1) A mãe de Chapeuzinho fez um bolo de milho para vovó. Ela usou meia dúzia de espiga de milho e outros ingredientes. Se ela fizesse dois bolos, quantas espigas usaria?
2) Chapeuzinho levou também brigadeiro. Para fazer brigadeiro precisa de uma lata de leite condensado. O preço da lata é R$ 2,00. Se ela fizesse o dobro de brigadeiro, quanto gastaria? E o triplo?
3) A estrada do bosque tinha 800 metros. Quantos metros você acha que media a estrada da floresta? Mais ou menos? Por quê?
4) Se eu trouxesse 22 brigadeiros na 3ª B para dividir entre os alunos, quantos brigadeiros cada aluno iria receber?
5) Vamos fazer a tabuada para ficar craque!!!
X 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
2
3
4
5
6
7
8
9
10
6) Agora vamos colocar a tabuada em prática.
22 x 2 =
23 x 3 =
24 x 4 =
25 x 5 =
26 x 2 =
27 x 22 =
28 x 13 =
29 x 22 =
45 x 14 =
123 X 100 = ........................... 146 X 10 = ........................ 178 X 1000 = .............
456 X 100 = ........................... 567 X 10 = ........................ 239 X 1000 = ............
7) Vamos fazer de conta que temos muitos brigadeiros e várias crianças para dividir.
Vamos ver quanto cada uma vai ganhar?
213 : 3 =
186 : 3 =
204 : 4 =
126 : 3 =
217 : 3 =
95 : 5 =
154 : 7 =
78 : 3 =
103 : 4 =
690 : 3 =
930 : 3 =
836 : 4 =
624 : 6 =
6155 : 5 =
9796 : 6 =
8436 : 6 =
9984 : 8 =
9114 : 6 =
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Interdisciplinariedade
Textos
TRISTEZA NO FUNDO DO MAR
Maria Hilda de J. Alão
O fundo mar estava triste porque desaparecera o pequeno Peixe-espada. A mãe, em desespero, percorria todo o oceano na tentativa de encontrar seu pequeno filho.
Os outros peixes, solidários, também procuravam. O dia já estava pela metade e nada do peixinho aparecer. A mãe nadava preocupada pensando se ele estava em segurança, se tinha comido. Nadou quilômetros e mais quilômetros com a esperança de vê-lo. Nada. Mas não se deu por vencida. Sua intuição de mãe dizia para ela nadar na direção da terra. E lá foi ela.
Depois de nadar por um bom tempo, avistou aquele que poderia ser seu filho. Chegou perto. Sim, era ele. O coração da mãe acelerou de alegria. Não chamou o peixe. Ficou um pouco distante porque percebeu que ele conversava com alguma coisa. A sombra refletida na água era estranha. A mãe ficou pensando que coisa era aquela com a qual seu pequenino conversava. Parou para ouvir a conversa. Era a “coisa” que falava:
- Pois é, peixinho, eu sou um menino que está perdido. Não sei como voltar para casa.
- Eu também – disse o peixe – não sei onde fica minha casa. Minha mãe disse para eu não me afastar muito porque o mar é grandão assim – e fez um gesto com as barbatanas para mostrar o tamanho do mar.
- A minha também disse para eu não sair do portão – falou o menino – mas eu desci a rua e me perdi. Agora eu estou aqui esperando que ela venha me buscar.
- O que você faz aí em cima menino, na terra?
- Eu brinco – respondeu.
- Você brinca de quê?
- Eu tenho bola, carrinho, bichos de pelúcia, jogos, muitos jogos, pipas e outros brinquedos.
- Para que serve um carrinho? – perguntou o peixe.
- Com o carrinho eu imagino que estou numa estrada comprida correndo, correndo muito. Faço curvas, subo morros e não me canso.
- E a pipa e a bola? Pergunta o peixe.
- A pipa é para colocar no ar com uma linha e a bola é para jogar futebol. A gente junta onze meninos de cada lado e todos chutam a bola para marcar gol. É muito bom.
- E você como brinca? – perguntou o menino.
- Ah, eu e meus irmãos nadamos muito. Pegamos peixinhos pequenos, moluscos, pedaços de algas e apostamos quem engole mais.
- Credo! – exclamou o menino – Vocês brincam de engolir coisas? A minha mãe não me deixa pôr coisas na boca porque eu posso engasgar.
- Claro – disse o peixe – é só o que sabemos fazer. É que você não viu o tubarão e a baleia. Eles engolem cada coisa grande!
- Eles devem ficar com uma tremenda dor de barriga – disse o garoto.
- Que pena que você não pode sair da água para brincar comigo – disse o menino.
- Você também não pode brincar comigo no mar. Mas nós somos amigos, não somos?
- Somos. Somos amigos perdidos em seus ambientes – disse tristemente o peixinho.
O sol já estava indo embora, quando a mamãe peixe-espada chamou o filhote. Ele ficou feliz ao avistar a mãe. Antes de partir fez questão de apresentar o novo amiguinho:
- Mãe, este é meu amigo que mora na terra. Foi por causa dele que eu não fui mais longe.
- É seu desobediente. Podia dar de cara com um tubarão ou uma baleia e nunca mais voltaria para casa.
Enquanto a mãe do peixe advertia o filho, chegava à ponte a mãe do menino, muito nervosa dizendo:
- Menino desobediente, eu disse para você não sair do portão. Se tivesse ido mais longe eu não te encontraria tão cedo.
- É mamãe – disse o menino – graças ao peixinho perdido que ficou conversando comigo o tempo todo.
- Não diga bobagens menino, peixes não falam.
E se foi, feliz, levando o pequeno menino pela mão.
Moral: A desobediência é a mãe da tragédia.
Maria Hilda de J. Alão
O fundo mar estava triste porque desaparecera o pequeno Peixe-espada. A mãe, em desespero, percorria todo o oceano na tentativa de encontrar seu pequeno filho.
Os outros peixes, solidários, também procuravam. O dia já estava pela metade e nada do peixinho aparecer. A mãe nadava preocupada pensando se ele estava em segurança, se tinha comido. Nadou quilômetros e mais quilômetros com a esperança de vê-lo. Nada. Mas não se deu por vencida. Sua intuição de mãe dizia para ela nadar na direção da terra. E lá foi ela.
Depois de nadar por um bom tempo, avistou aquele que poderia ser seu filho. Chegou perto. Sim, era ele. O coração da mãe acelerou de alegria. Não chamou o peixe. Ficou um pouco distante porque percebeu que ele conversava com alguma coisa. A sombra refletida na água era estranha. A mãe ficou pensando que coisa era aquela com a qual seu pequenino conversava. Parou para ouvir a conversa. Era a “coisa” que falava:
- Pois é, peixinho, eu sou um menino que está perdido. Não sei como voltar para casa.
- Eu também – disse o peixe – não sei onde fica minha casa. Minha mãe disse para eu não me afastar muito porque o mar é grandão assim – e fez um gesto com as barbatanas para mostrar o tamanho do mar.
- A minha também disse para eu não sair do portão – falou o menino – mas eu desci a rua e me perdi. Agora eu estou aqui esperando que ela venha me buscar.
- O que você faz aí em cima menino, na terra?
- Eu brinco – respondeu.
- Você brinca de quê?
- Eu tenho bola, carrinho, bichos de pelúcia, jogos, muitos jogos, pipas e outros brinquedos.
- Para que serve um carrinho? – perguntou o peixe.
- Com o carrinho eu imagino que estou numa estrada comprida correndo, correndo muito. Faço curvas, subo morros e não me canso.
- E a pipa e a bola? Pergunta o peixe.
- A pipa é para colocar no ar com uma linha e a bola é para jogar futebol. A gente junta onze meninos de cada lado e todos chutam a bola para marcar gol. É muito bom.
- E você como brinca? – perguntou o menino.
- Ah, eu e meus irmãos nadamos muito. Pegamos peixinhos pequenos, moluscos, pedaços de algas e apostamos quem engole mais.
- Credo! – exclamou o menino – Vocês brincam de engolir coisas? A minha mãe não me deixa pôr coisas na boca porque eu posso engasgar.
- Claro – disse o peixe – é só o que sabemos fazer. É que você não viu o tubarão e a baleia. Eles engolem cada coisa grande!
- Eles devem ficar com uma tremenda dor de barriga – disse o garoto.
- Que pena que você não pode sair da água para brincar comigo – disse o menino.
- Você também não pode brincar comigo no mar. Mas nós somos amigos, não somos?
- Somos. Somos amigos perdidos em seus ambientes – disse tristemente o peixinho.
O sol já estava indo embora, quando a mamãe peixe-espada chamou o filhote. Ele ficou feliz ao avistar a mãe. Antes de partir fez questão de apresentar o novo amiguinho:
- Mãe, este é meu amigo que mora na terra. Foi por causa dele que eu não fui mais longe.
- É seu desobediente. Podia dar de cara com um tubarão ou uma baleia e nunca mais voltaria para casa.
Enquanto a mãe do peixe advertia o filho, chegava à ponte a mãe do menino, muito nervosa dizendo:
- Menino desobediente, eu disse para você não sair do portão. Se tivesse ido mais longe eu não te encontraria tão cedo.
- É mamãe – disse o menino – graças ao peixinho perdido que ficou conversando comigo o tempo todo.
- Não diga bobagens menino, peixes não falam.
E se foi, feliz, levando o pequeno menino pela mão.
Moral: A desobediência é a mãe da tragédia.
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QUEM NÃO TEM MEDO?
Marlene B. Cerviglieri
Todos nós temos os nossos medos, principalmente quando pequenos. Muitas coisas não compreendemos e nos assustam alem de criarmos nossas fantasias.
João Vitor era um garotinho muito querido por todos na família, especialmente os avôs que eram chamados vovô João e vovô Vitor.
Os dois contavam estórias e faziam muitas brincadeiras com o netinho que ultimamente andava triste.
Resolveram os dois ficarem uma tarde com o neto para ver se poderiam ajudá-lo.
Assim sendo os dois brincaram a tarde toda com o garoto até que conseguiram conversar com ele.
__Meu querido diga para nós o que esta deixando você tão tristonho?
__Eu não estou triste, apenas não quero ir dormir em minha cama, e a mamãe não deixa mais eu ir dormir com ela.
__Deve haver alguma coisa que impede você de ir dormir na sua cama. Seu quarto é tão bonito e foi feito especialmente para você!
__Sei disso, vô João e vô Vitor , mas...tenho medo!
__Só isso! - disseram os dois.
__É tenho medo de ficar no meu quarto.
__Cada um de nós tem uma estória para te contar.
__Conta você primeiro João.
__Bem! - disse João. Você sabe que um dia eu também já fui criança como você?
__Claro né vô, e sei que um dia vou ficar idoso como você.
__Esperto este meu menino.
Bem vou te contar a estória de minha cama e de meu medo.
__Aprumaram-se os três para ouvi-lo.
__Eu tinha um quarto não muito grande, mas eu gostava dele. Porém comecei a ouvir uns ruídos estranhos, e não sabia o que era. Fiquei acordado prestando atenção e não conseguia saber o que era. O medo foi tomando conta de mim e me encolhi todo na cama me enrolei nos lençóis. No dia seguinte falei com minha mãe, e não quis ir dormir no meu quarto. Pedi e ela consentiu que eu dormisse no quarto dela. Foi muito bom dormi a noite toda sem medo e sem ouvir nada. Mas a noite seguinte, meu pai me levou para meu quarto e disse-me que tinha estado lá e não ouviu nada e não tinha nada. Fiquei apavorado mas fiquei no quarto e me enrolei nos lençóis e logo mais tarde comecei a ouvir os ruídos novamente. Chorei esperneei e naquela noite não fui para o quarto sozinho. Meu pai foi dormir comigo e levou um colchonete, e ficou junto de mim. No inicio dormimos. De repente comecei a ouvir o barulho. Desci da cama de mansinho e chamei papai que dormia.
__Papai, papai.
__Os dois juntos ficamos atentos, eu tremia de medo. Para minha surpresa papai foi até a janela abrindo-a chamou-me e rindo me mostrou os galhos de uma enorme trepadeira que o vento balançava e raspava na janela! Este era o barulho que criara o medo em mim... Fiquei tão contente quando papai me abraçando disse-me:
__Vou te contar a minha estória agora, de medo é claro.
__Como você também fui criança um dia e tive meus medos. Chorava a noite e não queria ir para minha cama. Claro é melhor ficar com o papai e mamãe. Mas cada um tem sua cama seus lençóis seu lugarzinho para suas fantasias. Um dia você vai entender isto. Bem, minha mãe me levou para a cama e me disse:
__Filho, hoje cedo eu sacudi os teus lençóis e pedi para todos os espíritos brincalhões ou os que gostam de assustar irem embora.Faço isto toda manhã quando arrumo teu quarto.Você mesmo pode fazer isto quando eles te incomodarem.Arrume a cama novamente e estique bem os lençóis, você vai dormir na hora. Vamos fazer já para você ver como é. E assim sendo minha mãe desarrumou a cama novamente e disse.Saiam todos daqui deixem meu menino dormir em paz, arrumando minha cama todinha.
__Dormi profundamente aquela noite e todas as outras, sempre que preciso sigo o que minha mãe me ensinou.
__Portanto meu caro netinho faça o mesmo, arrume a cama novamente do seu jeitinho e espante todos os fantasminhas.
__Que bom vô é uma idéia. Vou fazer isto.
__João e Vitor se entreolharam e mais tarde comentaram-Se todos conseguissem espantar os fantasminhas de suas camas que bom seria.Mas desde cedo é que se ensina a enfrentá-los não é mesmo?
__O medo criado e o fantasma imaginado.
__Quanto ainda a aprender ...
... E assim João Vitor conseguiu dormir sem medo lembrando e pondo em pratica a lição do vovô João.
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Marlene B. Cerviglieri
Todos nós temos os nossos medos, principalmente quando pequenos. Muitas coisas não compreendemos e nos assustam alem de criarmos nossas fantasias.
João Vitor era um garotinho muito querido por todos na família, especialmente os avôs que eram chamados vovô João e vovô Vitor.
Os dois contavam estórias e faziam muitas brincadeiras com o netinho que ultimamente andava triste.
Resolveram os dois ficarem uma tarde com o neto para ver se poderiam ajudá-lo.
Assim sendo os dois brincaram a tarde toda com o garoto até que conseguiram conversar com ele.
__Meu querido diga para nós o que esta deixando você tão tristonho?
__Eu não estou triste, apenas não quero ir dormir em minha cama, e a mamãe não deixa mais eu ir dormir com ela.
__Deve haver alguma coisa que impede você de ir dormir na sua cama. Seu quarto é tão bonito e foi feito especialmente para você!
__Sei disso, vô João e vô Vitor , mas...tenho medo!
__Só isso! - disseram os dois.
__É tenho medo de ficar no meu quarto.
__Cada um de nós tem uma estória para te contar.
__Conta você primeiro João.
__Bem! - disse João. Você sabe que um dia eu também já fui criança como você?
__Claro né vô, e sei que um dia vou ficar idoso como você.
__Esperto este meu menino.
Bem vou te contar a estória de minha cama e de meu medo.
__Aprumaram-se os três para ouvi-lo.
__Eu tinha um quarto não muito grande, mas eu gostava dele. Porém comecei a ouvir uns ruídos estranhos, e não sabia o que era. Fiquei acordado prestando atenção e não conseguia saber o que era. O medo foi tomando conta de mim e me encolhi todo na cama me enrolei nos lençóis. No dia seguinte falei com minha mãe, e não quis ir dormir no meu quarto. Pedi e ela consentiu que eu dormisse no quarto dela. Foi muito bom dormi a noite toda sem medo e sem ouvir nada. Mas a noite seguinte, meu pai me levou para meu quarto e disse-me que tinha estado lá e não ouviu nada e não tinha nada. Fiquei apavorado mas fiquei no quarto e me enrolei nos lençóis e logo mais tarde comecei a ouvir os ruídos novamente. Chorei esperneei e naquela noite não fui para o quarto sozinho. Meu pai foi dormir comigo e levou um colchonete, e ficou junto de mim. No inicio dormimos. De repente comecei a ouvir o barulho. Desci da cama de mansinho e chamei papai que dormia.
__Papai, papai.
__Os dois juntos ficamos atentos, eu tremia de medo. Para minha surpresa papai foi até a janela abrindo-a chamou-me e rindo me mostrou os galhos de uma enorme trepadeira que o vento balançava e raspava na janela! Este era o barulho que criara o medo em mim... Fiquei tão contente quando papai me abraçando disse-me:
__Vou te contar a minha estória agora, de medo é claro.
__Como você também fui criança um dia e tive meus medos. Chorava a noite e não queria ir para minha cama. Claro é melhor ficar com o papai e mamãe. Mas cada um tem sua cama seus lençóis seu lugarzinho para suas fantasias. Um dia você vai entender isto. Bem, minha mãe me levou para a cama e me disse:
__Filho, hoje cedo eu sacudi os teus lençóis e pedi para todos os espíritos brincalhões ou os que gostam de assustar irem embora.Faço isto toda manhã quando arrumo teu quarto.Você mesmo pode fazer isto quando eles te incomodarem.Arrume a cama novamente e estique bem os lençóis, você vai dormir na hora. Vamos fazer já para você ver como é. E assim sendo minha mãe desarrumou a cama novamente e disse.Saiam todos daqui deixem meu menino dormir em paz, arrumando minha cama todinha.
__Dormi profundamente aquela noite e todas as outras, sempre que preciso sigo o que minha mãe me ensinou.
__Portanto meu caro netinho faça o mesmo, arrume a cama novamente do seu jeitinho e espante todos os fantasminhas.
__Que bom vô é uma idéia. Vou fazer isto.
__João e Vitor se entreolharam e mais tarde comentaram-Se todos conseguissem espantar os fantasminhas de suas camas que bom seria.Mas desde cedo é que se ensina a enfrentá-los não é mesmo?
__O medo criado e o fantasma imaginado.
__Quanto ainda a aprender ...
... E assim João Vitor conseguiu dormir sem medo lembrando e pondo em pratica a lição do vovô João.
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O PAPAI NOEL
Marlene B. Cerviglieri
Era época de Natal e as ruas estavam movimentadas, as lojas com suas vitrines todas enfeitadas, esperando o Natal. As crianças passavam pelas lojas e ficavam admiradas de ver tantos brinquedos, tantas coisas lindas. Todos se encantavam até os adultos.É porque adulto também ganha presente do Papai Noel. Naquele dia Julio estava um pouco cansado, pois tinha estudado bastante era fim de ano, precisava terminar com boas notas.
Nesta época além de estudar ele fazia um curso de marcenaria. Julio tinha uma habilidade fora do comum, sabia montar cadeiras, armários e muitas coisas mais. Sendo assim seu pai achou que seria interessante que ele fosse aprender com um marceneiro da cidade. Naquele dia apesar de estar cansado foi para a marcenaria e lá chegando viu o Sr. Jose o marceneiro aprontando um monte de cadeirinhas.
Perguntou então: - Porque está fazendo tantas cadeirinhas?
E o Sr. Jose respondeu:
- Faz parte da mobília que estou montando. Já fiz as camas, as cômodas e agora faltam as cadeirinhas.
- O senhor vende para as lojas?
- Não, eu não vendo. Eu dou para o Papai Noel, e ele entrega para as crianças de presente!
- Nossa! Sua idéia é muito legal. Será que também posso fazer alguma coisa?
- Claro! A gente sempre pode ajudar.
- Então eu poderia fazer algumas mesinhas. Posso até desenhá-las.
- Vou arrumar madeira para você meu garoto, e pode já começar o trabalho.
Julio trabalhou bastante e o Sr. José também. Envernizaram e pintaram toda a mobília. Ficou uma gracinha mesmo. Trabalharam até tarde para entregar tudo ao Papai Noel.
- Sr. José, o Papai Noel virá até aqui buscar?
- Não meu caro Julio. Eu mesmo vou levar até ele.
Que pena, pois gostaria de conhecê-lo.
- Então ele não virá aqui?
- Não. Como já disse levarei até ele.
Julio esqueceu do assunto e foi para casa. Depois de ter trabalhado muito e ter feito um monte de mesinhas, cadeirinhas, caminhas, finalmente chegaram ao fim. A próxima semana já seria Natal. Na escola a professora pediu para que todos escrevessem uma cartinha para o Papai Noel. Julio pensou, pensou...
- O que vou escrever para o Papai Noel?
Ai de repente veio à idéia:
“Caro Papai Noel”
Sou um menino ainda, mas gosto muito de trabalhar com madeira.
Hoje terminei todas as mesinhas, que o Sr. José o marceneiro que me ensina, irá levar para o senhor. Gostaria de lhe pedir o favor de distribuir todas as mobílias para as menininhas, principalmente aquelas que não tem muitos brinquedos. Porque, aquelas que têm muita coisa, não vão se importar com simples mobílias feitas de madeirinhas.
Papai Noel, para mim não precisa trazer nada, já tenho tantos brinquedos. Eu ficando com a minha bicicleta para ir até a escola e a marcenaria, já está muito bom. Portanto vou colocar todos os meus brinquedos dentro de um saco. Como não sei onde encontrá-lo, vou entregar ao Sr. José para que ele leve até o senhor.
Por favor, distribua para todos aqueles que lhe pediram um brinquedinho, pois assim ninguém ficará sem receber nada.
Assinado Julio
Entregou a carta para a professora. Esta colocou num envelope e despachou para o Papai Noel. Este recebeu todas as cartas e também o saco de brinquedos do Julio. No dia de Natal quando ele levantou e foi abraçar os pais, teve uma grande surpresa! Encontrou na sala, uma maleta com todas as ferramentas para poder trabalhar em suas madeiras.
- Mas eu não pedi nada para o Papai Noel!
Dentro da caixa havia um bilhete:
“Para um menino caridoso”. Um menino bondoso e merecedor.
Faça muitos brinquedos que entregarei sempre para todas as crianças.
Assinado: Papai Noel
Julio cresceu fazendo brinquedos e hoje, já adulto, tem uma grande fabrica de brinquedos, mas nunca esquece de enviar um saco cheio deles para o Papai Noel distribuir.
Como vocês vêem é dando que se recebe. Praticar o bem, mesmo para quem não se conhece.
Feliz natal amiguinhos! Feliz natal para todos!
Marlene B. Cerviglieri
Era época de Natal e as ruas estavam movimentadas, as lojas com suas vitrines todas enfeitadas, esperando o Natal. As crianças passavam pelas lojas e ficavam admiradas de ver tantos brinquedos, tantas coisas lindas. Todos se encantavam até os adultos.É porque adulto também ganha presente do Papai Noel. Naquele dia Julio estava um pouco cansado, pois tinha estudado bastante era fim de ano, precisava terminar com boas notas.
Nesta época além de estudar ele fazia um curso de marcenaria. Julio tinha uma habilidade fora do comum, sabia montar cadeiras, armários e muitas coisas mais. Sendo assim seu pai achou que seria interessante que ele fosse aprender com um marceneiro da cidade. Naquele dia apesar de estar cansado foi para a marcenaria e lá chegando viu o Sr. Jose o marceneiro aprontando um monte de cadeirinhas.
Perguntou então: - Porque está fazendo tantas cadeirinhas?
E o Sr. Jose respondeu:
- Faz parte da mobília que estou montando. Já fiz as camas, as cômodas e agora faltam as cadeirinhas.
- O senhor vende para as lojas?
- Não, eu não vendo. Eu dou para o Papai Noel, e ele entrega para as crianças de presente!
- Nossa! Sua idéia é muito legal. Será que também posso fazer alguma coisa?
- Claro! A gente sempre pode ajudar.
- Então eu poderia fazer algumas mesinhas. Posso até desenhá-las.
- Vou arrumar madeira para você meu garoto, e pode já começar o trabalho.
Julio trabalhou bastante e o Sr. José também. Envernizaram e pintaram toda a mobília. Ficou uma gracinha mesmo. Trabalharam até tarde para entregar tudo ao Papai Noel.
- Sr. José, o Papai Noel virá até aqui buscar?
- Não meu caro Julio. Eu mesmo vou levar até ele.
Que pena, pois gostaria de conhecê-lo.
- Então ele não virá aqui?
- Não. Como já disse levarei até ele.
Julio esqueceu do assunto e foi para casa. Depois de ter trabalhado muito e ter feito um monte de mesinhas, cadeirinhas, caminhas, finalmente chegaram ao fim. A próxima semana já seria Natal. Na escola a professora pediu para que todos escrevessem uma cartinha para o Papai Noel. Julio pensou, pensou...
- O que vou escrever para o Papai Noel?
Ai de repente veio à idéia:
“Caro Papai Noel”
Sou um menino ainda, mas gosto muito de trabalhar com madeira.
Hoje terminei todas as mesinhas, que o Sr. José o marceneiro que me ensina, irá levar para o senhor. Gostaria de lhe pedir o favor de distribuir todas as mobílias para as menininhas, principalmente aquelas que não tem muitos brinquedos. Porque, aquelas que têm muita coisa, não vão se importar com simples mobílias feitas de madeirinhas.
Papai Noel, para mim não precisa trazer nada, já tenho tantos brinquedos. Eu ficando com a minha bicicleta para ir até a escola e a marcenaria, já está muito bom. Portanto vou colocar todos os meus brinquedos dentro de um saco. Como não sei onde encontrá-lo, vou entregar ao Sr. José para que ele leve até o senhor.
Por favor, distribua para todos aqueles que lhe pediram um brinquedinho, pois assim ninguém ficará sem receber nada.
Assinado Julio
Entregou a carta para a professora. Esta colocou num envelope e despachou para o Papai Noel. Este recebeu todas as cartas e também o saco de brinquedos do Julio. No dia de Natal quando ele levantou e foi abraçar os pais, teve uma grande surpresa! Encontrou na sala, uma maleta com todas as ferramentas para poder trabalhar em suas madeiras.
- Mas eu não pedi nada para o Papai Noel!
Dentro da caixa havia um bilhete:
“Para um menino caridoso”. Um menino bondoso e merecedor.
Faça muitos brinquedos que entregarei sempre para todas as crianças.
Assinado: Papai Noel
Julio cresceu fazendo brinquedos e hoje, já adulto, tem uma grande fabrica de brinquedos, mas nunca esquece de enviar um saco cheio deles para o Papai Noel distribuir.
Como vocês vêem é dando que se recebe. Praticar o bem, mesmo para quem não se conhece.
Feliz natal amiguinhos! Feliz natal para todos!
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O Fantasma do Lustre
Marlene B. Cerviglieri
Estávamos todos reunidos na pequena biblioteca de nossa casa. Como era de costume, sempre após o jantar fazíamos nossos deveres de escola. Eu estava às voltas com meus teoremas, minha irmã com sua redação e meu irmão tentando recortar alguma figura para o cartaz de ciências. Ali, entretidos, ouvimos um estalo vindo do alto. Um olhou para o outro e não dissemos nada, apenas balançamos os ombros como que dizendo: que foi? Continuamos concentrados. De repente a luz piscou duas vezes, mas, imediatamente, voltou e ficou normal. Ficamos quietos novamente.
De repente ouvimos um forte assobio... Aí então não deu para ficar quieto, saímos correndo da sala. Fomos direto à sala de estar onde papai e mamãe estavam dando uma olhadinha no jornal.
- Que foi? - perguntaram os dois já de pé tal a pressa com que adentramos a sala.
- Tem um fantasma no lustre dissemos os três quase que gaguejando.
- O quê? - disse meu pai.
- É um fantasma no lustre!
Acompanhamos meu pai que levou consigo uma escada. Até ai então não entendíamos porque uma escada. Puxa, ele não tinha medo mesmo.
Subiu na escada, vimos que apertava alguma coisa e depois delicadamente pegou algo. Desceu.
- Prontos para ver o fantasma?
Grudamo-nos uns nos outros...
- Primeiro: a lâmpada estava meio solta. Apertei-a e agora não vai mais piscar. E aqui está o fantasma que assobiou para vocês.
Abriu a mão e lá estava um inseto pequenino.
- Papai, o que é isso?
- Uma cigarra meus filhos, e elas cantam, assoviam!
Ficamos de boca aberta olhando.
- Então não tem fantasma?
- Claro que não!
Voltamos à outra sala e lá meus pais riam do nosso susto.
- Puxa e eu que pensava que tinha um fantasma no lustre!
A janela bateu com o vento e, novamente, saímos correndo.
- Foi à janela - dissemos juntamente com as risadas de meus pais.
Sempre que entro numa biblioteca lembro deste fato, olho para os lustres e procuro o fantasma, ou seja, as cigarras.
Marlene B. Cerviglieri
Estávamos todos reunidos na pequena biblioteca de nossa casa. Como era de costume, sempre após o jantar fazíamos nossos deveres de escola. Eu estava às voltas com meus teoremas, minha irmã com sua redação e meu irmão tentando recortar alguma figura para o cartaz de ciências. Ali, entretidos, ouvimos um estalo vindo do alto. Um olhou para o outro e não dissemos nada, apenas balançamos os ombros como que dizendo: que foi? Continuamos concentrados. De repente a luz piscou duas vezes, mas, imediatamente, voltou e ficou normal. Ficamos quietos novamente.
De repente ouvimos um forte assobio... Aí então não deu para ficar quieto, saímos correndo da sala. Fomos direto à sala de estar onde papai e mamãe estavam dando uma olhadinha no jornal.
- Que foi? - perguntaram os dois já de pé tal a pressa com que adentramos a sala.
- Tem um fantasma no lustre dissemos os três quase que gaguejando.
- O quê? - disse meu pai.
- É um fantasma no lustre!
Acompanhamos meu pai que levou consigo uma escada. Até ai então não entendíamos porque uma escada. Puxa, ele não tinha medo mesmo.
Subiu na escada, vimos que apertava alguma coisa e depois delicadamente pegou algo. Desceu.
- Prontos para ver o fantasma?
Grudamo-nos uns nos outros...
- Primeiro: a lâmpada estava meio solta. Apertei-a e agora não vai mais piscar. E aqui está o fantasma que assobiou para vocês.
Abriu a mão e lá estava um inseto pequenino.
- Papai, o que é isso?
- Uma cigarra meus filhos, e elas cantam, assoviam!
Ficamos de boca aberta olhando.
- Então não tem fantasma?
- Claro que não!
Voltamos à outra sala e lá meus pais riam do nosso susto.
- Puxa e eu que pensava que tinha um fantasma no lustre!
A janela bateu com o vento e, novamente, saímos correndo.
- Foi à janela - dissemos juntamente com as risadas de meus pais.
Sempre que entro numa biblioteca lembro deste fato, olho para os lustres e procuro o fantasma, ou seja, as cigarras.
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O CASAMENTO DA VASSOURA
Ali guardadinha estava a vassoura num cantinho do armário. Às vezes a tiravam e dançava muito pela casa ou quintal, ficando até tonta de tanto ir pra lá e pra cá. Mas depois ficava no cantinho até tristonha mesmo. Um dia, porém, ouviu uma vozinha que a chamava:
__ Dona Vassoura, oh dona vassoura está me ouvindo?
__ Sou eu, a dona Pazinha aqui do outro lado.
__ Sim, estou ouvindo - disse a Vassoura até meio assustada.
__ Tenho um recado para a senhora, do senhor Rodo.
__ De quem?
__ É do senhor Rodo.
__ Ele mandou lhe dizer que gostaria de casar com a senhora!
__ O que devo responder a ele?
__ Ora - disse a Vassoura, pega de surpresa - Eu casar com o senhor Rodo?
__ É sim. Pense e depois me dê a resposta, é só me chamar.
Dona Vassoura ficou inquieta, pensou, pensou...
__ Sozinha aqui pelo menos vou ter um companheiro, nada tenho a perder, até que ele é bem simpático, pois já o vi algumas vezes brincando na água.
Mais tarde a noitinha dona Vassoura chamou dona Pazinha e disse-lhe:
__ Bem diga a ele que aceito, mas como será o que vamos fazer?
__ Não se preocupe nós vamos arranjar tudo para o casamento.
E assim foi.
Fizeram primeiro, a lista dos padrinhos e convidados.
__ Ouça dona Vassoura, os padrinhos de seu casamento serão: o senhor Balde e eu. As daminhas serão as Flanelinhas que estão todas felizes pelo evento.
__ O senhor Papel Higiênico ficou de enfeitá-la e fará uma grinalda bem linda, ele prometeu.
__ O ambiente será todo perfumado, pois, os Senhores Desinfetantes se incumbirão de fazê-lo. - No mais, todos os outros moradores deste armário vão contribuir. Os senhores Panos de Chão, os Tapetes, até o Sr. Desentupidor irá colaborar.
__ Pelo jeito já está tudo combinado, não é mesmo dona Pazinha?
__É sim. Vamos marcar para a próxima noite, certo?
__Sim, combinado.
A noite veio e o casamento foi realizado com muita simplicidade. Dona vassoura toda enfeitada. O noivo, Senhor Rodo, com a ajuda do Senhor Pano de Chão, estava muito bem enrolado, muito elegante. Os convidados estavam felizes e a festa foi até de madrugada.
No dia seguinte, quando foi aberto o armário, estava tudo diferente!
__ O que aconteceu aqui? Pensou a dona da casa...
A vassoura toda enfeitada de papel higiênico, o rodo fora do lugar...
Fechou a porta do armário e esqueceu o assunto, mas que era estranho era...
Lá dentro os convidados começavam acordar da festa de ontem, ou seja, do casamento da Vassoura...
Marlene B. Cerviglieri
Ali guardadinha estava a vassoura num cantinho do armário. Às vezes a tiravam e dançava muito pela casa ou quintal, ficando até tonta de tanto ir pra lá e pra cá. Mas depois ficava no cantinho até tristonha mesmo. Um dia, porém, ouviu uma vozinha que a chamava:
__ Dona Vassoura, oh dona vassoura está me ouvindo?
__ Sou eu, a dona Pazinha aqui do outro lado.
__ Sim, estou ouvindo - disse a Vassoura até meio assustada.
__ Tenho um recado para a senhora, do senhor Rodo.
__ De quem?
__ É do senhor Rodo.
__ Ele mandou lhe dizer que gostaria de casar com a senhora!
__ O que devo responder a ele?
__ Ora - disse a Vassoura, pega de surpresa - Eu casar com o senhor Rodo?
__ É sim. Pense e depois me dê a resposta, é só me chamar.
Dona Vassoura ficou inquieta, pensou, pensou...
__ Sozinha aqui pelo menos vou ter um companheiro, nada tenho a perder, até que ele é bem simpático, pois já o vi algumas vezes brincando na água.
Mais tarde a noitinha dona Vassoura chamou dona Pazinha e disse-lhe:
__ Bem diga a ele que aceito, mas como será o que vamos fazer?
__ Não se preocupe nós vamos arranjar tudo para o casamento.
E assim foi.
Fizeram primeiro, a lista dos padrinhos e convidados.
__ Ouça dona Vassoura, os padrinhos de seu casamento serão: o senhor Balde e eu. As daminhas serão as Flanelinhas que estão todas felizes pelo evento.
__ O senhor Papel Higiênico ficou de enfeitá-la e fará uma grinalda bem linda, ele prometeu.
__ O ambiente será todo perfumado, pois, os Senhores Desinfetantes se incumbirão de fazê-lo. - No mais, todos os outros moradores deste armário vão contribuir. Os senhores Panos de Chão, os Tapetes, até o Sr. Desentupidor irá colaborar.
__ Pelo jeito já está tudo combinado, não é mesmo dona Pazinha?
__É sim. Vamos marcar para a próxima noite, certo?
__Sim, combinado.
A noite veio e o casamento foi realizado com muita simplicidade. Dona vassoura toda enfeitada. O noivo, Senhor Rodo, com a ajuda do Senhor Pano de Chão, estava muito bem enrolado, muito elegante. Os convidados estavam felizes e a festa foi até de madrugada.
No dia seguinte, quando foi aberto o armário, estava tudo diferente!
__ O que aconteceu aqui? Pensou a dona da casa...
A vassoura toda enfeitada de papel higiênico, o rodo fora do lugar...
Fechou a porta do armário e esqueceu o assunto, mas que era estranho era...
Lá dentro os convidados começavam acordar da festa de ontem, ou seja, do casamento da Vassoura...
Marlene B. Cerviglieri
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A CASA DA BARATINHA
Marlene B. Cerviglieri
Vivia a Baratinha numa casa muito pequenina, no canto de uma sala de uma casa muito grande. A casinha era muito lindinha. Não havia separação tudo estava no mesmo espaço.
Por exemplo, a caminha dela estava num cantinho, era uma tampa de vidro toda forradinha de folhinhas de papel, que às vezes ela mordiscava a noite toda e, pela manhã, não tinha mais papel na caminha.
Tinha uma mesinha que era feita de uma caixinha de fósforo e em cima dela havia um vasinho de danoninho.
O tapetinho do chão era um pedacinho de pano todo pintadinho. A cozinha era muito limpinha. Não tinha fogão, pois a mamãe da Baratinha tinha lhe ensinado que era perigoso ter fogo por perto e mexer em fogão, então, nem pensar. Explicou sobre um tal gás que sai e que ela morreria sem ar.
Sendo assim tinha um armário para guardar sua comida. Este armário foi feito com palitos de sorvetes e tinha boas prateleiras. O banheiro era todo forrado de jornal.
A Baratinha era muito vaidosa e estava querendo um guarda-roupa para colocar em seu quarto e guardar suas roupas. Sendo assim, todo dia saia em busca de alguma coisa para sua casinha. Um dia viu os brinquedos guardados no porão e pensou:
- Ah, é lá que vou achar meu guarda-roupa.
Andou por tudo e finalmente encontrou o que procurava. Ficou muito contente com seu achado, um armário que tinha sido de uma bonequinha. Voltou para casa, pois já estava ficando tarde, tinha ficado muito tempo fora.
Na manhã seguinte, resolveu ir buscar o tal armário. Saiu devargazinho de sua casa como sempre fazia, pois tinha medo de ser vista e pega.
Conseguiu chegar até o porão e foi até o seu achado. Resolveu que iria abri-lo, pois não o tinha visto muito bem no dia anterior. Assim o fez. Que surpresa! Estava cheio de roupinhas lindas.
Era mais do que esperava, ficou mais contente ainda. Resolveu que levaria uma a uma para sua casa e por último o armário. Ah, o armário! Como faria? Era pesado!
- Não vou pensar nisto agora. – disse.
E levou todas as roupinhas para sua casa. Depois de todo este trabalho faltava ainda o armário. Tentou de todas as maneiras, mas percebeu que sozinha não conseguiria levá-lo. Que fazer agora?
- Preciso de ajuda ou ficarei sem o armário.
Assim sendo ficou muitos dias sem saber o que fazer. Sentada em sua casinha, muito pensativa, viu quando a vizinha dela, dona Formiga, passou várias vezes carregando alguma coisa.
- É um trabalho cansativo – pensou.
Mas devagar e sempre ela vai levando tudo para sua toca. Levantou-se e foi até o porão. Olhou bem para o armário de todos os lados, e finalmente teve uma idéia.
Tirou as gavetas, uma por uma, e foi levando-as devagar. Voltou e deitou o armário que ficou mais leve sem as gavetas e sem as tabuas de dentro, todo dia arrastava um pouquinho mais.
Ficava tão cansada que às vezes dormia no chão mesmo. Finalmente conseguiu levá-lo todo. Montou e arrumou todas as suas roupinhas dentro dele. Suspirou feliz porque conseguiu fazer o que queria resolvendo tudo sem se aborrecer e por ela mesma.
- É assim mesmo - pensava já sentadinha em seu quarto -, quando você quer alguma coisa tem que lutar por ela, ter paciência e devagar vai conseguindo tudo.
A pressa e a falta de paciência impede você de pensar e achar um meio de resolver o que está a sua frente. Devagar e sempre se chega aonde se quer. Podemos receber ajuda, mas nem sempre as pessoas estão disponíveis, pois cada uma tem a sua casinha para cuidar.
- Que tal, vamos dar uma volta na casa da Baratinha para ver como ficou?
Marlene B. Cerviglieri
Vivia a Baratinha numa casa muito pequenina, no canto de uma sala de uma casa muito grande. A casinha era muito lindinha. Não havia separação tudo estava no mesmo espaço.
Por exemplo, a caminha dela estava num cantinho, era uma tampa de vidro toda forradinha de folhinhas de papel, que às vezes ela mordiscava a noite toda e, pela manhã, não tinha mais papel na caminha.
Tinha uma mesinha que era feita de uma caixinha de fósforo e em cima dela havia um vasinho de danoninho.
O tapetinho do chão era um pedacinho de pano todo pintadinho. A cozinha era muito limpinha. Não tinha fogão, pois a mamãe da Baratinha tinha lhe ensinado que era perigoso ter fogo por perto e mexer em fogão, então, nem pensar. Explicou sobre um tal gás que sai e que ela morreria sem ar.
Sendo assim tinha um armário para guardar sua comida. Este armário foi feito com palitos de sorvetes e tinha boas prateleiras. O banheiro era todo forrado de jornal.
A Baratinha era muito vaidosa e estava querendo um guarda-roupa para colocar em seu quarto e guardar suas roupas. Sendo assim, todo dia saia em busca de alguma coisa para sua casinha. Um dia viu os brinquedos guardados no porão e pensou:
- Ah, é lá que vou achar meu guarda-roupa.
Andou por tudo e finalmente encontrou o que procurava. Ficou muito contente com seu achado, um armário que tinha sido de uma bonequinha. Voltou para casa, pois já estava ficando tarde, tinha ficado muito tempo fora.
Na manhã seguinte, resolveu ir buscar o tal armário. Saiu devargazinho de sua casa como sempre fazia, pois tinha medo de ser vista e pega.
Conseguiu chegar até o porão e foi até o seu achado. Resolveu que iria abri-lo, pois não o tinha visto muito bem no dia anterior. Assim o fez. Que surpresa! Estava cheio de roupinhas lindas.
Era mais do que esperava, ficou mais contente ainda. Resolveu que levaria uma a uma para sua casa e por último o armário. Ah, o armário! Como faria? Era pesado!
- Não vou pensar nisto agora. – disse.
E levou todas as roupinhas para sua casa. Depois de todo este trabalho faltava ainda o armário. Tentou de todas as maneiras, mas percebeu que sozinha não conseguiria levá-lo. Que fazer agora?
- Preciso de ajuda ou ficarei sem o armário.
Assim sendo ficou muitos dias sem saber o que fazer. Sentada em sua casinha, muito pensativa, viu quando a vizinha dela, dona Formiga, passou várias vezes carregando alguma coisa.
- É um trabalho cansativo – pensou.
Mas devagar e sempre ela vai levando tudo para sua toca. Levantou-se e foi até o porão. Olhou bem para o armário de todos os lados, e finalmente teve uma idéia.
Tirou as gavetas, uma por uma, e foi levando-as devagar. Voltou e deitou o armário que ficou mais leve sem as gavetas e sem as tabuas de dentro, todo dia arrastava um pouquinho mais.
Ficava tão cansada que às vezes dormia no chão mesmo. Finalmente conseguiu levá-lo todo. Montou e arrumou todas as suas roupinhas dentro dele. Suspirou feliz porque conseguiu fazer o que queria resolvendo tudo sem se aborrecer e por ela mesma.
- É assim mesmo - pensava já sentadinha em seu quarto -, quando você quer alguma coisa tem que lutar por ela, ter paciência e devagar vai conseguindo tudo.
A pressa e a falta de paciência impede você de pensar e achar um meio de resolver o que está a sua frente. Devagar e sempre se chega aonde se quer. Podemos receber ajuda, mas nem sempre as pessoas estão disponíveis, pois cada uma tem a sua casinha para cuidar.
- Que tal, vamos dar uma volta na casa da Baratinha para ver como ficou?
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Adjetivos Pátrios
ADJETIVOS PÁTRIOS
ADJETIVOS PÁTRIOS é aquele que indica a origem ou nacionalidade das pessoas, animais ou coisas.
Exemplos: mulher espanhola, pássaro brasileiro, comida chinesa.
Acre: acreano
Alagoas: alagoano
Amapá: amapaense
Amazonas: amazonense
Aracaju: aracajuense
Bahia: baiano
Belém: belenense
Belo Horizonte: belo-horizontino
Brasil: brasileiro, brasiliense
Ceará: cearense
Cuiabá: cuiabano, cuiabense
Curitiba: curitibano, curitibense
Espírito Santo: capixaba, espírito-santense
Florianópolis: florianopolitano
Fortaleza: fortalezense
Goiânia: goianense
Goiás: goiano
João Pessoa: pessoense
Maceió: maceioense
Manaus: manauense
Maranhão: maranhense
Mato Grosso: mato-grossense
Mato Grosso do Sul: mato-grossense-do-sul
Minas Gerais: mineiro
Natal: natalense
Niterói: niteroiense
Pará: paraense
Paraíba: paraibano
Paraná: paranaense
Pernambuco: pernambucano
Porto Alegre: porto-alegrense
Recife: recifense
Rio Branco: rio-branquense
Rio de Janeiro (estado) fluminense
Rio de Janeiro ( cidade): carioca
Rio Grande do Norte: norte-rio-grandense, potiguar
Rio Grande do Sul: gaúcho, rio-grandense-do-sul
Rondônia: rondoniense
Roraima: roraimense
Salvador: soteropolitano
Santa Catarina: catarinense
São Luis: sanluisense
São Paulo (estado): paulista
São Paulo (cidade): paulistano
Sergipe: sergipano
Teresina: teresinense
Tocantins: tocantinense
Vitória: vitoriense
China: chinês
Japão: japonês
Itália: italiano
Estados Unidos da América: americano
Chile: chileno
Paraguai: paraguaio
Uruguai: uruguaiano
Argentina: argentino
México: mexicano
África: africano
Portugal: português
Espanha: espanhol
Índia: indiano
Austrália: australiano
ADJETIVOS PÁTRIOS é aquele que indica a origem ou nacionalidade das pessoas, animais ou coisas.
Exemplos: mulher espanhola, pássaro brasileiro, comida chinesa.
Acre: acreano
Alagoas: alagoano
Amapá: amapaense
Amazonas: amazonense
Aracaju: aracajuense
Bahia: baiano
Belém: belenense
Belo Horizonte: belo-horizontino
Brasil: brasileiro, brasiliense
Ceará: cearense
Cuiabá: cuiabano, cuiabense
Curitiba: curitibano, curitibense
Espírito Santo: capixaba, espírito-santense
Florianópolis: florianopolitano
Fortaleza: fortalezense
Goiânia: goianense
Goiás: goiano
João Pessoa: pessoense
Maceió: maceioense
Manaus: manauense
Maranhão: maranhense
Mato Grosso: mato-grossense
Mato Grosso do Sul: mato-grossense-do-sul
Minas Gerais: mineiro
Natal: natalense
Niterói: niteroiense
Pará: paraense
Paraíba: paraibano
Paraná: paranaense
Pernambuco: pernambucano
Porto Alegre: porto-alegrense
Recife: recifense
Rio Branco: rio-branquense
Rio de Janeiro (estado) fluminense
Rio de Janeiro ( cidade): carioca
Rio Grande do Norte: norte-rio-grandense, potiguar
Rio Grande do Sul: gaúcho, rio-grandense-do-sul
Rondônia: rondoniense
Roraima: roraimense
Salvador: soteropolitano
Santa Catarina: catarinense
São Luis: sanluisense
São Paulo (estado): paulista
São Paulo (cidade): paulistano
Sergipe: sergipano
Teresina: teresinense
Tocantins: tocantinense
Vitória: vitoriense
China: chinês
Japão: japonês
Itália: italiano
Estados Unidos da América: americano
Chile: chileno
Paraguai: paraguaio
Uruguai: uruguaiano
Argentina: argentino
México: mexicano
África: africano
Portugal: português
Espanha: espanhol
Índia: indiano
Austrália: australiano
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Adjetivos
Atividades Ciências - decompositores
Verificação de Ciências
1- Coloque V (verdadeiro) ou F (falso).
( ) Os dois tipos de seres vivos que fazem parte da cadeia alimentar são os produtores e os consumidores.
( ) O ecossistema é formado por um conjunto de seres vivos e não-vivos.
( ) Podemos chamar de seres vivos: a água, o solo e o ar.
( ) Podemos dizer que na cadeia alimentar uma animal serve de alimento para outro.
2- Encontramos a cadeia alimentar:
( ) no solo, na areia, nas folhas e no meio aquático
( ) no meio terrestre, aquático e de suspensão
( ) no mar, na suspensão e no território
3- Os PRODUTORES são seres vivos que produzem o seu próprio alimento. Eles são os:
( ) vegetais ( ) animais ( ) os micróbios
4- Os CONSUMIDORES são seres vivos que apenas consomem os alimentos produzidos pelos vegetais.
( ) certo ( ) errado
5- Os DECOMPOSITORES são seres que se alimentam de:
( ) vegetais crus ( ) animais grandes ( ) plantas e animais mortos
6- Os DECOMPOSITORES são:
( ) os vegetais ( ) os animais ( ) os fungos e bactérias
7- Pinte de azul as interferências de causas naturais.
POLUIÇÃO DEVASTAÇÃO MATANÇA DE ANIMAIS VULCÃO
RAIO CORTE DE LENHA VENDAVA EROSÃO DO SOLO
8- Podemos controlar as causas naturais que interferem num ecossistema?
( ) sim ( ) não
9- Circule as interferências causadas pelo homem que um ecossistema pode sofrer.
RAIO CORTE DE LENHA VENDAVAL EROSÃO DO SOLO
POLUIÇÃO DEVASTAÇÃO MATANÇA DE ANIMAIS VULCÃO
10- O que é impacto ambiental?
11- Um ecossistema pode existir ou se manter sem os elementos bióticos? Por quê?
12- O que são elementos bióticos? E abióticos?
13- Espécies nativas são:
( ) são vegetais que plantamos ( ) são plantas de uma determinada região
1- Coloque V (verdadeiro) ou F (falso).
( ) Os dois tipos de seres vivos que fazem parte da cadeia alimentar são os produtores e os consumidores.
( ) O ecossistema é formado por um conjunto de seres vivos e não-vivos.
( ) Podemos chamar de seres vivos: a água, o solo e o ar.
( ) Podemos dizer que na cadeia alimentar uma animal serve de alimento para outro.
2- Encontramos a cadeia alimentar:
( ) no solo, na areia, nas folhas e no meio aquático
( ) no meio terrestre, aquático e de suspensão
( ) no mar, na suspensão e no território
3- Os PRODUTORES são seres vivos que produzem o seu próprio alimento. Eles são os:
( ) vegetais ( ) animais ( ) os micróbios
4- Os CONSUMIDORES são seres vivos que apenas consomem os alimentos produzidos pelos vegetais.
( ) certo ( ) errado
5- Os DECOMPOSITORES são seres que se alimentam de:
( ) vegetais crus ( ) animais grandes ( ) plantas e animais mortos
6- Os DECOMPOSITORES são:
( ) os vegetais ( ) os animais ( ) os fungos e bactérias
7- Pinte de azul as interferências de causas naturais.
POLUIÇÃO DEVASTAÇÃO MATANÇA DE ANIMAIS VULCÃO
RAIO CORTE DE LENHA VENDAVA EROSÃO DO SOLO
8- Podemos controlar as causas naturais que interferem num ecossistema?
( ) sim ( ) não
9- Circule as interferências causadas pelo homem que um ecossistema pode sofrer.
RAIO CORTE DE LENHA VENDAVAL EROSÃO DO SOLO
POLUIÇÃO DEVASTAÇÃO MATANÇA DE ANIMAIS VULCÃO
10- O que é impacto ambiental?
11- Um ecossistema pode existir ou se manter sem os elementos bióticos? Por quê?
12- O que são elementos bióticos? E abióticos?
13- Espécies nativas são:
( ) são vegetais que plantamos ( ) são plantas de uma determinada região
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Ciências
Atividades astronomia
1) O que é astronomia?
2) Como é formado o Sistema Solar?
3)Verdadeiro ou Falso?
( ) Os planetas estão posicionados a diferentes distâncias do Sol.
( ) Cada planeta segue um determinado trajeto ao redor do sol, chamado Órbita.
( ) O sol não é uma estrela.
( )Os planetas não possuem luz própria.
( )Os planetas giram ao redor da Lua.
4) O sol é fonte de ____________ e ___________do nosso planeta, sem ele________haveria ________na Terra.
5) O planeta que podemos ver a olho nú é o planeta____________________que o chamamos de _______________________________________________________________________________________
6) Os satélites naturais são corpos celestes que giram ao redor_____________________________, eles não possuem________________________________________________________________________________
7) Responda:
a) Satélite natural da Terra: ____________________________________________________
b) A Lua é iluminada pelo_____________________________________________________
c) Alguns planetas possuem mais de uma _________________________________________
8) Asteróides são pequenos corpos celestes que podem ser rochosos ou metálicos.
( ) certo ( ) errado
9) No sistema solar, grande parte dos asteróides estão localizados entre_________________________________
e essa região é chamada de ___________________________________________________________________
10) O que são cometas?
2) Como é formado o Sistema Solar?
3)Verdadeiro ou Falso?
( ) Os planetas estão posicionados a diferentes distâncias do Sol.
( ) Cada planeta segue um determinado trajeto ao redor do sol, chamado Órbita.
( ) O sol não é uma estrela.
( )Os planetas não possuem luz própria.
( )Os planetas giram ao redor da Lua.
4) O sol é fonte de ____________ e ___________do nosso planeta, sem ele________haveria ________na Terra.
5) O planeta que podemos ver a olho nú é o planeta____________________que o chamamos de _______________________________________________________________________________________
6) Os satélites naturais são corpos celestes que giram ao redor_____________________________, eles não possuem________________________________________________________________________________
7) Responda:
a) Satélite natural da Terra: ____________________________________________________
b) A Lua é iluminada pelo_____________________________________________________
c) Alguns planetas possuem mais de uma _________________________________________
8) Asteróides são pequenos corpos celestes que podem ser rochosos ou metálicos.
( ) certo ( ) errado
9) No sistema solar, grande parte dos asteróides estão localizados entre_________________________________
e essa região é chamada de ___________________________________________________________________
10) O que são cometas?
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Astronomia,
Ciências
Biomas brasileiros
O CERRADO, A CAATINGA E OUTROS BIOMAS
O CERRADO: é o bioma predominante na região centro-oeste. Também o encontramos no Maranhão, no Tocantins, Minas Gerais e São Paulo. A paisagem típica do cerrado é composta de árvores não muito altas separadas por áreas onde predominam as gramídeas. Árvores e arbustos geralmente têm o tronco tortuoso recoberto por cascas grossas e resistentes. O cerrado abriga a flora e a fauna altamente diversificadas, cuja biodiversidade ainda está sendo investigada.
A VIDA NO CERRADO: O clima é seco de abril a setembro e tem o período chuvoso nos outros meses do ano. É comum que os vegetais tenham as raízes profundas que alcancem os depósitos de água do subsolo para sobreviverem na época da seca. Os cupinzeiros são comuns no cerrado. No cerrado podemos encontrar: cupinzeiros, lagartos, diversas aves, tatus, lobo-guará, papagaio-verdadeiro, veado-campeiro, tamanduá-mirim e o tamanduá-bandeira. O cerrado também passou a ser prejudicado devido a expansão das atividades agrícolas.
A CAATINGA: ÚNICO BIOMA EXCLUSIVAMENTE BRASILEIRO. É o bioma que originalmente abrangia quase todo o interior do nordeste e uma pequena parte do norte de Minas Gerais. Dos nove estados nordestinos, apenas o Maranhão não tem trechos de caatinga. As plantas e os animais da caatinga apresentam certas características que ajudam a enfrentar o calor e a falta de água. As plantas da caatinga perdem as folhas durante a seca. Na maioria das vezes encontramos muitos cactos e as coroas-de-cristo em abundância, plantas essas que acumulam água em seus caules para o período de seca. Certos animais enfrentam o período de seca “adormecidos”, enterrados no solo, quando a estação chuvosa chega, eles retomam suas atividades. Outros animais, vivem perto de rios e lagos que não secaram Outros saem a noite para se alimentar para fugir do calor do dia.
O MANGUEZAL: è um bioma encontrado em trechos da costa litorânea brasileira de Santa Catarina ao Amapá. Regiões onde a água do rio deságua no mar. Apesar de seu solo ser rico em nutrientes, o manguezal apresenta poucas espécies de árvores adaptadas à pouca quantidade de gás oxigênio do solo e a alta salinidade (quantidade de sal) da água. Para respirar, as raízes das árvores emitem projeções para cima que captam o gás oxigênio da atmosfera. O manguezal é rico em espécies de siris e caranguejos que se alimentam de detritos. Extensas áreas de manguezais já foram aterradas para a construção de casas. Alguns esforços estão sendo desenvolvidos para proteger esse rico bioma.
OS CAMPOS: Também chamados de PAMPAS, se estendem por boa parte do interior do Rio Grande do Sul. É nesse bioma que são registrados as temperaturas mais baixas do país. No inverno as geadas são comuns. É o único bioma brasileiro onde não predominam as árvores na vegetação. São comuns as plantas herbáceas, principalmente as gramíneas. Na fauna encontramos aves como a ema, a seriema e a perdiz, além de muitos patos e marrecos. Boa parte dos campos tornou-se área de cultivo agrícola ou de pastagem, ocasionando sérios problemas para a região.
O PANTANAL: é uma planície repleta de rios, que ocupa parte dos estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Durante o período chuvoso, que vai de dezembro até março, os rios se enchem e inundam diversas áreas do pantanal. Os rios trazem com eles, nutrientes que fertilizam o solo. Com o solo fértil, podemos esperar uma imensa variedade de vida no pantanal. Entre os animais, encontramos peixes, aves, bem como jacarés, macacos, veados, onças entre tantos outros. Procura-se preservar os animais da região por causa da pesca e caça ilegais
O CERRADO: é o bioma predominante na região centro-oeste. Também o encontramos no Maranhão, no Tocantins, Minas Gerais e São Paulo. A paisagem típica do cerrado é composta de árvores não muito altas separadas por áreas onde predominam as gramídeas. Árvores e arbustos geralmente têm o tronco tortuoso recoberto por cascas grossas e resistentes. O cerrado abriga a flora e a fauna altamente diversificadas, cuja biodiversidade ainda está sendo investigada.
A VIDA NO CERRADO: O clima é seco de abril a setembro e tem o período chuvoso nos outros meses do ano. É comum que os vegetais tenham as raízes profundas que alcancem os depósitos de água do subsolo para sobreviverem na época da seca. Os cupinzeiros são comuns no cerrado. No cerrado podemos encontrar: cupinzeiros, lagartos, diversas aves, tatus, lobo-guará, papagaio-verdadeiro, veado-campeiro, tamanduá-mirim e o tamanduá-bandeira. O cerrado também passou a ser prejudicado devido a expansão das atividades agrícolas.
A CAATINGA: ÚNICO BIOMA EXCLUSIVAMENTE BRASILEIRO. É o bioma que originalmente abrangia quase todo o interior do nordeste e uma pequena parte do norte de Minas Gerais. Dos nove estados nordestinos, apenas o Maranhão não tem trechos de caatinga. As plantas e os animais da caatinga apresentam certas características que ajudam a enfrentar o calor e a falta de água. As plantas da caatinga perdem as folhas durante a seca. Na maioria das vezes encontramos muitos cactos e as coroas-de-cristo em abundância, plantas essas que acumulam água em seus caules para o período de seca. Certos animais enfrentam o período de seca “adormecidos”, enterrados no solo, quando a estação chuvosa chega, eles retomam suas atividades. Outros animais, vivem perto de rios e lagos que não secaram Outros saem a noite para se alimentar para fugir do calor do dia.
O MANGUEZAL: è um bioma encontrado em trechos da costa litorânea brasileira de Santa Catarina ao Amapá. Regiões onde a água do rio deságua no mar. Apesar de seu solo ser rico em nutrientes, o manguezal apresenta poucas espécies de árvores adaptadas à pouca quantidade de gás oxigênio do solo e a alta salinidade (quantidade de sal) da água. Para respirar, as raízes das árvores emitem projeções para cima que captam o gás oxigênio da atmosfera. O manguezal é rico em espécies de siris e caranguejos que se alimentam de detritos. Extensas áreas de manguezais já foram aterradas para a construção de casas. Alguns esforços estão sendo desenvolvidos para proteger esse rico bioma.
OS CAMPOS: Também chamados de PAMPAS, se estendem por boa parte do interior do Rio Grande do Sul. É nesse bioma que são registrados as temperaturas mais baixas do país. No inverno as geadas são comuns. É o único bioma brasileiro onde não predominam as árvores na vegetação. São comuns as plantas herbáceas, principalmente as gramíneas. Na fauna encontramos aves como a ema, a seriema e a perdiz, além de muitos patos e marrecos. Boa parte dos campos tornou-se área de cultivo agrícola ou de pastagem, ocasionando sérios problemas para a região.
O PANTANAL: é uma planície repleta de rios, que ocupa parte dos estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Durante o período chuvoso, que vai de dezembro até março, os rios se enchem e inundam diversas áreas do pantanal. Os rios trazem com eles, nutrientes que fertilizam o solo. Com o solo fértil, podemos esperar uma imensa variedade de vida no pantanal. Entre os animais, encontramos peixes, aves, bem como jacarés, macacos, veados, onças entre tantos outros. Procura-se preservar os animais da região por causa da pesca e caça ilegais
Estrutura da Terra
Em seus estudos, os cientistas classificam a estrutura do planeta em três camadas: a crosta terrestre, o manto e o núcleo.
· A camada superior (e a mais ferra) é chamada de Crosta Terrestre. A Crosta Terrestre é formada por rochas sólidas e constitui a superfície dos continentes e também o fundo dos oceanos. Em muitas regiões, as rochas da crosta terrestre estão cobertas pelo solo. A espessura da crosta terrestre varia entre (5 km no fundo dos oceanos) e 80 km nos pontos mais altos do planeta como em algumas montanhas.
· Abaixo da crosta, encontra-se o manto camada que atinge 2.900 km de profundidade. A parte superior do manto é formada por rochas sólidas, a parte mais interna é formada por rochas fundidas (derretidas) porque a temperatura no interior da Terra é muito elevada.
· A camada mais interna é o núcleo, formado por uma camada de material sólido e outra de materiais pastosos. O centro do núcleo está a cerca de 6.400 km de profundidade.
· A camada superior (e a mais ferra) é chamada de Crosta Terrestre. A Crosta Terrestre é formada por rochas sólidas e constitui a superfície dos continentes e também o fundo dos oceanos. Em muitas regiões, as rochas da crosta terrestre estão cobertas pelo solo. A espessura da crosta terrestre varia entre (5 km no fundo dos oceanos) e 80 km nos pontos mais altos do planeta como em algumas montanhas.
· Abaixo da crosta, encontra-se o manto camada que atinge 2.900 km de profundidade. A parte superior do manto é formada por rochas sólidas, a parte mais interna é formada por rochas fundidas (derretidas) porque a temperatura no interior da Terra é muito elevada.
· A camada mais interna é o núcleo, formado por uma camada de material sólido e outra de materiais pastosos. O centro do núcleo está a cerca de 6.400 km de profundidade.
Atividades de Ciências
1) Desenhe uma árvore e nomeie suas partes.
2- Desenhe uma célula.
3) As células reprodutivas masculinas de uma flor é o:
( ) miolo ( ) pólen ( ) caule
4) Na reprodução sexuada a fecundação da planta acontece da união da célula feminina e masculina, isto é, através da polinização.
( ) certo ( ) errado
5- Marque O para os animais que nascem de ovos e B para os animais que nascem da barriga de suas mães.
( ) Tartaruga
( ) Cavalo
( ) Gato
( ) Galinha
( ) Macaco
( ) Pássaros
( ) Coelho
( ) Rato
( ) Peixe
6- A adolescência se inicia na:
( ) puberdade
( ) fase adulta
( ) na infância
7- O ovário faz parte do sistema reprodutor__________________________________________________
8- Para que um bebê se desenvolva na barriga de sua mãe é necessário que ocorra a __________________ que acontece quando o espermatozóide penetra no______________________________________________
9- O bebê fica ligado ao útero da mãe através da _____________________por onde passam o alimento e o oxigênio necessário para seu desenvolvimento. A placenta e o bebê estão ligados por meio do C_____________________ U______________________.
10- O bebê se desenvolve no ______________________________de sua mãe.
11- Os seres humanos nascem___________________,___________________________
2- Desenhe uma célula.
3) As células reprodutivas masculinas de uma flor é o:
( ) miolo ( ) pólen ( ) caule
4) Na reprodução sexuada a fecundação da planta acontece da união da célula feminina e masculina, isto é, através da polinização.
( ) certo ( ) errado
5- Marque O para os animais que nascem de ovos e B para os animais que nascem da barriga de suas mães.
( ) Tartaruga
( ) Cavalo
( ) Gato
( ) Galinha
( ) Macaco
( ) Pássaros
( ) Coelho
( ) Rato
( ) Peixe
6- A adolescência se inicia na:
( ) puberdade
( ) fase adulta
( ) na infância
7- O ovário faz parte do sistema reprodutor__________________________________________________
8- Para que um bebê se desenvolva na barriga de sua mãe é necessário que ocorra a __________________ que acontece quando o espermatozóide penetra no______________________________________________
9- O bebê fica ligado ao útero da mãe através da _____________________por onde passam o alimento e o oxigênio necessário para seu desenvolvimento. A placenta e o bebê estão ligados por meio do C_____________________ U______________________.
10- O bebê se desenvolve no ______________________________de sua mãe.
11- Os seres humanos nascem___________________,___________________________
se__________________________________e______________________.
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Ciências
O solo
CONSERVAR O SOLO PARA O FUTURO
Alguns exemplos dessa atitude são:
O REFLORESTAMENTO, que é o plantio de árvores em locais onde a vegetação foi retirada.
A presença de vegetais protege o solo contra a erosão.
A ADUBAÇÃO é necessária porque as plantas retiram do solo os nutrientes e esses nutrientes esgotam.
É preferível o uso de adubos naturais do que adubos industriais.
Os adubos orgânicos são feitos com restos de alimentos, folhas e caules, num processo de COMPOSTAGEM.
Na compostagem, os restos orgânicos são intercalados com terra.
Os microrganismos do solo realizam a decomposição dos detritos.
O resultado é uma mistura repleta de nutrientes excelentes para a adubação do solo.
O QUE PODEMOS FAZER A FAVOR DO SOLO?
Mesmo enterrado, o lixo continua poluindo, pois sua decomposição produz um líquido chamado CHORUME , que mata os seres vivos do solo e pode atingir a água dos poços e os lençóis subterrâneos.
A solução para o problema do lixo é a REDUÇÃO DE SUA PRODUÇÃO, o RECOLHIMENTO SELETIVO e a RECICLAGEM.
Alguns exemplos dessa atitude são:
O REFLORESTAMENTO, que é o plantio de árvores em locais onde a vegetação foi retirada.
A presença de vegetais protege o solo contra a erosão.
A ADUBAÇÃO é necessária porque as plantas retiram do solo os nutrientes e esses nutrientes esgotam.
É preferível o uso de adubos naturais do que adubos industriais.
Os adubos orgânicos são feitos com restos de alimentos, folhas e caules, num processo de COMPOSTAGEM.
Na compostagem, os restos orgânicos são intercalados com terra.
Os microrganismos do solo realizam a decomposição dos detritos.
O resultado é uma mistura repleta de nutrientes excelentes para a adubação do solo.
O QUE PODEMOS FAZER A FAVOR DO SOLO?
Mesmo enterrado, o lixo continua poluindo, pois sua decomposição produz um líquido chamado CHORUME , que mata os seres vivos do solo e pode atingir a água dos poços e os lençóis subterrâneos.
A solução para o problema do lixo é a REDUÇÃO DE SUA PRODUÇÃO, o RECOLHIMENTO SELETIVO e a RECICLAGEM.
A Litosfera
A LITOSFERA
AS ROCHAS
A LITOSFERA é a camada sólida que reveste o nosso planeta, formada pela crosta terrestre e pela parte superior do manto.
As rochas são formadas por uma associação d diferentes materiais chamados MINERAIS. Como exemplo de rochas temos: o GRANITO, o CALCÁRIO, a CALCITA e a ARDÓSIA. Em outros corpos celestes, como a Lua ou Marte também podemos encontrar rochas.
Os MINÉRIOS
Minérios são minerais ou rochas de importância econômica, os minérios podem conter materiais como OURO, PRATA, COBRE, FERRO, ALUMÍNIO, etc. Os locais onde há uma grande concentração de minérios são chamadas de JAZIDAS.
Para extrair os minérios do subsolo, é necessário abrir cavidades, às vezes muito profundas no solo. A atividade de mineração sem controle pode destruir muitas áreas de vegetação natural. Quando a jazida se esgota, geralmente a mina é abandonada, deixando para trás um solo desprotegido, que levará milhares de anos para se recuperar naturalmente.
O SOLO
Em algumas partes da terra, as rochas estão cobertas por uma camada de solo. O solo é formado por fragmentos de rochas, água, sais minerais, ar e materiais orgânicos. Esses materiais orgânicos são constituídos de restos de seres vivos em decomposição.
O solo é importante para os vegetais seres dos quais a maioria dos outros seres vivos dependem.
Do solo, as raízes das plantas retiram a água e os nutrientes. No solo também vivem seres decompositores, como fungos e bactérias, além de outras formas de vida, como minhocas e formigas.
A FORMAÇÃO DO SOLO
O solo se forma a partir da lenta fragmentação das rochas. Elas se transformam em partículas menores, ao longo de milhares de anos, devido à ação do vento, da água da chuva, dos seres vivos e das mudanças bruscas de temperatura.
AS DIFERENTES COMPOSIÇÕES DO SOLO
O solo é formado por vários tipos de minerais, como a argila e a areia. O que diferencia um solo do outro é a presença, em maior ou menor quantidade, de um determinado tipo de material.
SOLO ARENOSO: tem como principal componente a areia. A água atravessa rapidamente os espaços entre os grãos de areia. É por isso que esse tipo de solo retém pouca água. A variedade de plantas que se desenvolvem no solo arenoso é muito pequena.
SOLO ARGILOSO: o principal componente é a argila. Formada por pequenos grãos. Os espaços entre os grãos são menores e a argila retém muita água, mantendo-se úmida, em solo argiloso entra pouco ar, o que dificulta a vida das plantas, pois as raízes têm dificuldades de respirar.
SOLO ORGÂNICO: tem em sua composição material orgânico (resto de seres vivos), além da areia e da argila. Esse solo é mais apropriado para a vida das plantasAS ROCHAS
A LITOSFERA é a camada sólida que reveste o nosso planeta, formada pela crosta terrestre e pela parte superior do manto.
As rochas são formadas por uma associação d diferentes materiais chamados MINERAIS. Como exemplo de rochas temos: o GRANITO, o CALCÁRIO, a CALCITA e a ARDÓSIA. Em outros corpos celestes, como a Lua ou Marte também podemos encontrar rochas.
Os MINÉRIOS
Minérios são minerais ou rochas de importância econômica, os minérios podem conter materiais como OURO, PRATA, COBRE, FERRO, ALUMÍNIO, etc. Os locais onde há uma grande concentração de minérios são chamadas de JAZIDAS.
Para extrair os minérios do subsolo, é necessário abrir cavidades, às vezes muito profundas no solo. A atividade de mineração sem controle pode destruir muitas áreas de vegetação natural. Quando a jazida se esgota, geralmente a mina é abandonada, deixando para trás um solo desprotegido, que levará milhares de anos para se recuperar naturalmente.
O SOLO
Em algumas partes da terra, as rochas estão cobertas por uma camada de solo. O solo é formado por fragmentos de rochas, água, sais minerais, ar e materiais orgânicos. Esses materiais orgânicos são constituídos de restos de seres vivos em decomposição.
O solo é importante para os vegetais seres dos quais a maioria dos outros seres vivos dependem.
Do solo, as raízes das plantas retiram a água e os nutrientes. No solo também vivem seres decompositores, como fungos e bactérias, além de outras formas de vida, como minhocas e formigas.
A FORMAÇÃO DO SOLO
O solo se forma a partir da lenta fragmentação das rochas. Elas se transformam em partículas menores, ao longo de milhares de anos, devido à ação do vento, da água da chuva, dos seres vivos e das mudanças bruscas de temperatura.
AS DIFERENTES COMPOSIÇÕES DO SOLO
O solo é formado por vários tipos de minerais, como a argila e a areia. O que diferencia um solo do outro é a presença, em maior ou menor quantidade, de um determinado tipo de material.
SOLO ARENOSO: tem como principal componente a areia. A água atravessa rapidamente os espaços entre os grãos de areia. É por isso que esse tipo de solo retém pouca água. A variedade de plantas que se desenvolvem no solo arenoso é muito pequena.
SOLO ARGILOSO: o principal componente é a argila. Formada por pequenos grãos. Os espaços entre os grãos são menores e a argila retém muita água, mantendo-se úmida, em solo argiloso entra pouco ar, o que dificulta a vida das plantas, pois as raízes têm dificuldades de respirar.
SUBSTANTIVO COLETIVO
COMO VC CONSEGUIU ACENTUAR SUBSTANTIVO? PELO AMOR DE DEUS, RETIRE ESSE ACENTO, POIS VC ASSASSINOU A LÍNGUA PORTUGUESA!!! OBRIGADA, FABIANA
ATENDENDO AO PEDIDO DA FABIANA, tirei o acento da palavra substantivo.( digitei e não revisei o que escrevi). Muito obrigada pelo "aviso", afinal, não sou a única a digitar algo errado nas postagens. Quem nunca errou??? Tentarei prestar mais atenção...(31/10/2010)
SUBSTANTIVO COLETIVO: São palavras que indicam um grupo ou uma coleção de seres da mesma espécie. São eles:
Aglomeração – de pessoas
Ano – período de 12 meses
Álbum – de fotografias
Alcatéia – de lobos
Armada- de navios de guerra
Arquipélago – de ilhas
Atlas – de mapas
Bagagem- objetos de viagem
Banda – de músicos
Biblioteca – de livros
Bimestre – período de 2 meses
Boiada – de bois
Bosque - de árvores
Cacho – de uvas, de bananas
Cáfila – de camelos
Cardume – de peixes
Cavalaria – de cavalos, de cavaleiros
Código- de leis
Colméia – de abelhas
Constelação – de estrelas
Classe – de alunos
Década – período de 10 anos
Discoteca – de discos
Elenco – de artistas
Enxame- de abelhas
Enxoval – de roupas
Esquadra – de navios
Esquadrilha – de aviões
Estrofe – de versos
Exército – de soldados
Fato – de cabras
Fauna – animais de uma região
Flora – plantas de uma região
Feixe – de lenha
Júri – de jurados
Legião de soldados, de anjos
Milênio – período de mil anos
Manada – de bois, de elefantes
Matilha – de cães
Mês – período de 30 dias
Molho – de chaves
Multidão – de pessoas
Ninhada – de pintinhos, pássaros
Nuvem – de gafanhotos, mosquitos
Penca – de frutos, de bananas
Pinacoteca – de quadros
Pomar – de árvores frutíferas
Quadrilha – de ladrões
Quinzena – período de 15 dias
Ramalhete – de flores
Rebanho – de ovelhas, carneiros
Resma – quinhentas folhas de papel
Réstia – de alho
Revoada – de aves voando
Semana – período de 7 dias
Século – período de 100 anos
Time – de esportistas
Tribo – de índios
Trimestre – período de três meses
Turma – de trabalhadores, de alunos
Vara – de porcos
ATENDENDO AO PEDIDO DA FABIANA, tirei o acento da palavra substantivo.( digitei e não revisei o que escrevi). Muito obrigada pelo "aviso", afinal, não sou a única a digitar algo errado nas postagens. Quem nunca errou??? Tentarei prestar mais atenção...(31/10/2010)
SUBSTANTIVO COLETIVO: São palavras que indicam um grupo ou uma coleção de seres da mesma espécie. São eles:
Aglomeração – de pessoas
Ano – período de 12 meses
Álbum – de fotografias
Alcatéia – de lobos
Armada- de navios de guerra
Arquipélago – de ilhas
Atlas – de mapas
Bagagem- objetos de viagem
Banda – de músicos
Biblioteca – de livros
Bimestre – período de 2 meses
Boiada – de bois
Bosque - de árvores
Cacho – de uvas, de bananas
Cáfila – de camelos
Cardume – de peixes
Cavalaria – de cavalos, de cavaleiros
Código- de leis
Colméia – de abelhas
Constelação – de estrelas
Classe – de alunos
Década – período de 10 anos
Discoteca – de discos
Elenco – de artistas
Enxame- de abelhas
Enxoval – de roupas
Esquadra – de navios
Esquadrilha – de aviões
Estrofe – de versos
Exército – de soldados
Fato – de cabras
Fauna – animais de uma região
Flora – plantas de uma região
Feixe – de lenha
Júri – de jurados
Legião de soldados, de anjos
Milênio – período de mil anos
Manada – de bois, de elefantes
Matilha – de cães
Mês – período de 30 dias
Molho – de chaves
Multidão – de pessoas
Ninhada – de pintinhos, pássaros
Nuvem – de gafanhotos, mosquitos
Penca – de frutos, de bananas
Pinacoteca – de quadros
Pomar – de árvores frutíferas
Quadrilha – de ladrões
Quinzena – período de 15 dias
Ramalhete – de flores
Rebanho – de ovelhas, carneiros
Resma – quinhentas folhas de papel
Réstia – de alho
Revoada – de aves voando
Semana – período de 7 dias
Século – período de 100 anos
Time – de esportistas
Tribo – de índios
Trimestre – período de três meses
Turma – de trabalhadores, de alunos
Vara – de porcos
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Substantivos
Como diminuir as dificuldades de aprendizagem na sala de aula
Autora: Luciana Cláudia de Castro Olímpio
Uma das tarefas primordiais dos professores de Língua Materna – Língua Portuguesa – e, em especial, dos alfabetizadores é a formação do leitor e escritor competentes. Enfatizo a importância dos alfabetizadores, pois são eles os primeiros responsáveis pelo contato sistemático das crianças com a língua escrita.
Neste artigo, faço algumas reflexões sobre leitura, escrita e ortografia, na tentativa de sugerir estratégias que norteiem o professor para orientar o aluno na construção de uma escrita coerente e ortograficamente correta, como também na formação de uma leitura significativa, aquela que envolve a compreensão do sentido global do texto e ultrapassa a decodificação mecânica de palavra por palavra, letra por letra, que ao invés de ajudar, faz é atrapalhar.
Com esse objetivo, proponho alternativas de trabalhos com textos e didáticas para implantação tanto no ensino fundamental como para o ensino médio, baseadas nas idéias de Frank Smith ( “Compreendendo a Leitura”, fornecido pela biblioteca Vicente Martins), João Vadeley Geraldi (“Prática da Leitura na Escola”), Nadja da Costa R. Moreira ( “Orientações para o Ensino da Leitura”) e outros mais citados na bibliografia, em que enfatizam o desenvolvimento das habilidades de raciocínio de leitura e escrita.
Metodologia
A leitura e a escrita são processos comuns aos seres humanos desde muito tempo, apesar de terem sido durante alguns séculos proibidos para uns (caso das mulheres) e liberados para outros ( como é o caso da nobreza) . Depois da invenção das escolas, passou-se a ter a preocupação em ensinar com eficiência a ler e a escrever, tarefa não tão simples, pois até hoje, estudiosos e professores procuram esta tão sonhada fórmula para orientar bem o ensino de uma leitura crítica e uma escrita significativa. E, antes de qualquer sugestão metodológica, é preciso conceituar, em cada momento da reflexão, leitura, escrita e ortografia sem trair a concepção dos autores estudados.
Começarei com a leitura, um dos problemas mais preocupantes para os professores de Língua Portuguesa, já que os alunos, a cada dia, criam uma certa aversão à leitura. Dentre os autores analisados apego-me a Geraldi (1999, p. 91) que afirma:“... a leitura é um processo de interlocução entre leitor / autor mediado pelo texto. Encontro com o autor, ausente, que se dá pela sua palavra escrita.”, ou seja, ler é interpretar e compreender o que o autor quer transmitir tanto nas linhas como nas entrelinhas.
“O entendimento ou compreensão é a base da leitura e do aprendizado desta. (...) Aprendemos a ler, e aprendemos através da leitura, acrescentado coisas àquilo que já sabemos.” (Smith, 2003, p. 21)
Baseada nas idéias de Smith, creio não trair o autor citado se disser que a leitura é uma atividade muito mais complexa do que a simples interpretação dos símbolos gráficos, de códigos, requer que o indivíduo seja capaz de interpretar o material lido, comparando-o à sua bagagem pessoal, ou seja, requer que o indivíduo matenha um comportamento ativo diante da leitura. Para que isso aconteça, é necessário que haja maturidade para a compreensão do material lido, senão tudo cairá no esquecimento ou ficará armazenado na memória sem uso, até que se tenha condições cognitivas (conhecimento) para utilizar.
Esta compreensão do texto, citado no parágrafo anterior, é um processo que se caracteriza pela utilização do conhecimento prévio: o leitor utiliza na leitura o que ele já sabe, o conhecimento adquirido ao logo de sua vida. É mediante a interação de diversos níveis de conhecimento, como o conhecimento lingüístico, o textual, o conhecimento de mundo que o leitor consegue construir o sentido do texto.
Os conhecimentos relacionados acima são importantes para uma leitura de qualidade, pois cada um tem uma função diante da leitura. O conhecimento lingüístico abrange desde o conhecimento sobre pronunciar o português, passando pelo conhecimento de vocabulário e regras da língua, chegando até o conhecimento sobre o uso da língua. Já o conhecimento do texto refere-se as noções e conceitos sobre o texto (Quanto mais conhecimento textual o leitor tiver, quanto maior a sua exposição a todo tipo de texto, mais fácil será a sua compreensão). O outro conhecimento, o conhecimento de mundo, é adquirido informalmente, através das experiências, do convívio numa sociedade, cuja ativação, no momento oportuno, é também essencial à compreensão de um texto.
Se estes conhecimentos não forem respeitados, o objetivo e aprendizagem da leitura não serão alcançados. Isso acontece muito nas escolas, principalmente nas tradicionalistas. A maioria dos educadores de Língua Portuguesa, preocupados em seguir um plano didático, oferecem aos estudantes leituras de níveis bem superiores aos deles, proporcionando perplexidade dos mesmos diante do texto lido devido a incompreensão gerada por deficiência em algum conhecimento ou em todos citados acima.
Cito, como exemplo do que foi exposto no parágrafo anterior, um trecho do ensaio: “Os brasileiros – uma nova interpretação”, de Roberto Pompeu de Toledo (Revista Veja, 03 de maio, 2006):
“O presidente do INSS, Valdir Moysés Simão, disse ao Jornal Nacional, da Rede Globo, que foi ao ar na segunda-feira, que as filas nas unidades de atendimanto do órgão se devem a uma “questão cultural” . Seria um traço do povo brasileiro já tão arraigado na consciência coletiva que contra ele se esboroam as boas intenções das autoridades. A frase completa foi: ‘Por uma questão cultural, o segurado tem receio e acaba chegando muito cedo...’”
A compreensão do trecho acima pode ficar comprometida se o leitor não tiver um dos conhecimentos como o lingüístico, o textual ou o conhecimento de mundo, ou seja, se não entender o vocabulário ( como o significado das palavras arraigado ou esboroam) , nem o tipo de texto (como no caso se é ensaio ou artigo) e nem tão pouco se não souber o que é o INSS, ou seja conhecimento de mundo.
Para amenizar as dificuldades de interpretação e compreensão de um texto, Smith (2003, p. 84) aconselha que a leitura seja rápida, seletiva e compatível ao que o leitor já sabe. Smith quis dizer que a leitura seja rápida e não descuidada, o leitor deve utilizar as informações não visuais (conhecimento prévio) para evitar ser confundido com uma leitura lenta, ou seja, uma leitura que busca muitas informações ao mesmo tempo, como vocabular, textual ou as informações implícitas.
Para se conseguir esta leitura rápida, seletiva e ao nível dos alunos, é preciso planejar antes, observar se os textos escolhidos realmente estão no nível dos educandos e a partir desse entendimento trabalhar com projetos.
Sabidos de que não é tão fácil de resolver este problema de dificuldades na leitura, proponho algumas condições que o professor de língua materna deve aceitar. Um dos primeiros passos para um bom desenvolvimento da leitura é acabar com o pensamento de muitos educadores de que leitura é uma forma de castigo, tirando a idéia lúdica do ato de ler, como mostra Geraldi (1999, p. 97)
“A fruição, o prazer, estão excluídos (...) A escola, reproduzindo o sistema e preparando para ele, exclui qualquer atividade não rendosa: lê-se um romance para preencher uma famigerada ficha de leitura, para se fazer uma prova ou até mesmo para se ver livre da recuperação.”
Deve-se entender que a leitura não deve ser uma apologia da dureza, da insensibilidade, da frieza, repressão e do medo. Esses atos podem transformar-se em efeitos colaterais catastróficos.
Pode até parecer absurdo, mas muitas escolas, principalmente as privadas, usam e abusam deste método tão condenável para quem realmente sabe o significado do que é ler, gosta e quer aprender ou ensinar a ler. Além desta situação citada acima, ainda existe os vestibulares que apóiam, de forma indireta, e obrigam aos candidatos a lerem os livros selecionados pela comissão executiva do vestibular no intuito de saberem responder as perguntas da prova de seleção, que muitas vezes são mal elaboradas e que de certa forma duvidam da inteligência dos candidatos, além de mostrar que não é preciso ler a obra na íntegra para saber responder algumas perguntas, fazendo assim apologia à leitura de resumos comentados. Como é o caso da prova de Língua Portuguesa, do vestibular da UVA (Universidade Estadual Vale do Acaraú) de 2005.2, em que na questão de número 06 (seis) pergunta-se qual o personagem principal da obra em questão). Esta questão é totalmente contrária ao pensamento da leitura crítica. Será que com tantas possibilidades de acesso as informações de livros, o aluno precisará ler a obra para ter esta informação?
Os professores de Língua Portuguesa trabalham leitura dentro e fora da sala de aula, na intenção de amenizar as dificuldades de ler. E é com a interação de diversos métodos de trabalho como a roda de leitura, os encontros literários (obras literárias apresentadas em forma de paródias, poesias, literatura de cordel, apresentações teatrais), paráfrases, jogos de adivinhações literárias, além das reflexões, interpretações e compreensões de textos através de perguntas coerentes que levem o aluno a pensar e participar das aulas de uma forma lúdica que os docentes apostam na melhoria desse antigo problema.
São vários os métodos para se trabalhar leitura. Começarei esta apresentação com a roda de leitura, oficina muito interessante que dá oportunidade do aluno escolher uma obra dentre muitas selecionada pelo professor referente à escola literária estudada no momento (cerca de uns 30 livros). Para trabalhar com a roda de leitura não é necessário usar somente obras literárias pode ser feita com textos mais curtos, como ensaios, contos, crônicas, entrevistas, textos jornalísticos etc.. Nesta oficina, o educando tem a oportunidade de se expressar, de apresentar o livro lido de uma maneira mais informal, com expressões próprias e com a ajuda de outros colegas que também tenham lido o mesmo texto. A exposição dos discentes são seguidas de momentos de reflexões coordenadas pelo professor ou pelos outros alunos da sala. Este método além de proporcionar aprendizagem, também incentiva outros alunos a ler as obras apresentadas.
Condemarín e Medina (2005, p. 45) afirmam que: “... Os círculos literários são discussões sobre literatura coordenadas pelo professor incluindo toda a classe, ou realizadas em pequenos grupos formadas por duplas. (...) Os alunos participam do diálogo para interpretar ou explicar o conteúdo. Na medida em que dão atenção ao argumento, motivos e características dos personagens, aos conflitos que ocorrem dentro da história e suas soluções, eles constroem um amplo leque de significados que relacionam e ampliam suas próprias experiências.”
Os encontros literários também fazem parte do processo do ensino de leitura e oportuniza ao professor a descobrir novos talentos. As obras literárias são lidas em grupos e apresentadas em sala de aula através de paródias, literatura de cordel, poesias, seminários e peças teatrais. Este trabalho pode ser implantado tanto com os alunos do Ensino Fundamental, como do Ensino Médio. Os discentes lêem as obras selecionadas de acordo com o momento estudado na literatura e apresentam de forma lúdica aos outros colegas de sala ou até mesmo para alguns convidados.
Tem-se como exemplo um projeto elaborado pela professora de Língua Portuguesa, da Escola Wilebaldo Aguiar, de Massapê, aplicado nas segundas e terceiras séries do Ensino Médio, com o objetivo de os alunos aprenderem de forma mais prazerosa, os livros selecionado pelo professor. Este projeto também foi aplicado com os livros do vestibular da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA).
* Vejamos um exemplo de uma das apresentações, em forma de paródia, com o resumo de “Senhora”, de José de Alencar, aplicado na segunda série do Ensino Médio. A paródia é uma adaptação da música “Só hoje”, de Jota Quest.
Esta história aconteceu no Rio de JaneiroAurélia Camargo estava apaixonadaEra uma coisa normal
Seu grande amor era Fernando Seixas e por ele estava loucaUm amor que ninguém nunca viuQue ninguém nunca viu
Decidiram então se casarDepois de um tempo a abandonouAtraído pelo dote de Adelaide Amaral
Aurélia decidiu logo se vingar de SeixasCom uma herança inesperadaDo avô que ela receberaEra preciso
A moça lhe ofereceu cem contos de réisSe ele quisesse se casarViu a noiva só no dia do seu casamentoAurélia mostrou o recibo da compra
Seixas pagou a dívida, limpando sua honra, com uma despedidaMas se abraçaram loucamente e viveram felizes para sempre.
A paródia foi apresentada com a melodia de um violão e a ajuda dos alunos que acompanharam lendo a cópia da paródia distribuída pelo grupo. Depois da apresentação, os alunos da equipe fizeram um estudo crítico e responderam as perguntas dos colegas de classe, do professor e dos convidados, transformando a sala de aula em um lugar de debates e discussões acerca do livro e do momento em que ele está inserido, fazendo muitas vezes uma comparação dos acontecimentos e temáticas da obras com os dias atuais.
Embora a paráfrase de obras literárias, principalmente os indicados pelos vestibulares e textos em geral, seja muito comum em livros didáticos e na Internet, este método continua sendo eficiente para ser trabalhado em sala de aula para que o professor possa observar se o aluno compreendeu o texto ou a obra lida. De acordo com Condemarín e Medina (2005, p. 45): “Essa ação obriga os alunos a reorganizarem os elementos do texto de maneira pessoal, o que revela sua compreensão. A paráfrase proporciona mais informação sobre o que os alunos realmente pensam sobre a história do que quando se pede uma opinião geral a respeito desta.”
O jogo de adivinhação é outra forma para ensinar leitura. Através de perguntas e passagens importantes das obras lidas os alunos devem adivinhar a que obra pertence.
Todas as estratégias de ensino da leitura são válidos, só basta que os professores saibam e transmitam aos alunos o real conceito, função e importância do saber ler para construir leitores críticos e participativos. Um dos processos para este acontecimento é o docente avaliar de forma coerente a leitura dos alunos para obter resultado e saber ensiná-los com eficiência.
Além da leitura, tem-se a escrita que é uma das formas superiores de linguagem, requer que a pessoa seja capaz de conservar a idéia que tem em mente, ordenando-a numa determinada seqüência e relação, ou seja, planejar e esquematizar a colocação correta de palavras ou idéias no papel. Este processo é um tanto complicado até mesmo para grandes escritores , quem dirá para nós, simples mortais. Vejamos os versos do grande poeta do Modernismo brasileiro Carlos Drummond de Andrade.
“Gastei uma hora pensando um versoQue a pena não quer escreverNo entanto ele está cá dentroInquieto, vivoEle está cá dentroE não quer sair.”
No entanto escrever não é apenas uma questão de gramática, de morfologia ou de sintaxe, não é uma questão de executar, certo ou errado, determinados padrões lingüísticos. Não é tão pouco formar frases, nem sequer juntá-las, por mais bem formadas que elas estejam.
Condemarín e Medina (2005, p. 63) firmam que: “Escrever ou produzir um texto é um ato fundamentalmente comunicativo, assim, para aprender a escrever é necessário enfrentar a necessidade de comunicar algo em uma situação real, a um destinatário real, com propósitos reais.”
Em outras palavras é ativar sentidos e representações já sedimentados que sejam relevantes num determinado modelo de realidade e para um fim específico; é antes de tudo, agir, atuar socialmente; é, nas mais diferentes oportunidades realizar atos convencionalmente definidos, tipificados pelos grupos sociais, atos normalizados, estabilizados em gêneros, com feição própria e definida. É uma forma a mais de, tipicamente, externar intenções, de praticar ações, de intervir socialmente, de “fazer”, afinal.
Para que ocorra o aprendizado da escrita é necessário que se compreenda a real função dela. Função esta que é muitas vezes ignorada pelas escolas por elas terem o único objetivo de os alunos aprenderem redação. Assim afirma Kaufman (1995, p. 51):
“ O absurdo da escola tradicional é que se escreve nada para ninguém. Todo o esforço que a escola tradicional pede à criança é o de aprender a escrever para demonstrar que sabe escrever.”
O problema acima citado é comum nas escolas, mas é de fácil resolução. Uma das formas de buscar uma eficiente aprendizagem na escrita, é antes de o professor iniciar o ensino, planejar-se. O planejamento é algo importante não só na escola como também na vida pessoal. O objetivo do planejamento é de o educador levar em consideração o que os discentes sabem e o que eles ignoram, podendo assim formular projetos de escrita que incentivem os alunos a quererem produzir algo.
“Um projeto de escrita pode ser concebido como um todo: por exemplo, um livro de poemas, um jornal da classe, um guia turístico; ou como parte de um projeto mais amplo. Por exemplo, uma carta ao gerente de uma indústria que se deseja visitar, um cartaz para anunciar uma competição esportiva, etc.” (Condemarín e Medina, 2005, p. 65)
Com o trecho acima enfatizo os benefícios dos projetos que contam com algum receptor dos materiais escritos, conhecidos e desconhecidos, mas leitor em potencial dos textos que serão produzidos, já que ninguém, fora dos muros escolares, escreve para ninguém. Sempre há um destinatário.
Estes projetos têm como objetivo incentivar os alunos a melhorarem a escrita, pois conscientes de que dentro da escola os únicos destinatários são seus professores e seus pais, eles não têm uma real vontade para melhorar suas produções. Muitos argumentam que o professor ou os pais entendem as letras deles, mesmo que o traçado não seja legível, que sabem que são fracos na ortografia e que quando não são claros no que escrevem os professores ou os pais perguntam.
Com a aplicação desses projetos, os textos escritos pelos alunos passam a ter um outro sentido e a partir disto eles começam a se preocupar tanto com o conteúdo como com a escrita e, conseqüentemente, melhoram a aprendizagem neste quesito.
Um outro ponto importante que o professor de Língua Portuguesa precisa saber é que ele é um educador do pensamento e da interioridade dos alunos, pois a função do professor de redação é de orientar o aluno através da leitura de textos ou contação de histórias que se relacionem aos temas dados em sala de aula para que eles desabrochem na escrita. Por exemplo, o educador pode solicitar que o aluno disserte um texto sobre a desigualdade social, e antes da produção ele pode ler a poesia “O bicho”, de Manuel Bandeira que relata a triste situação de alguns seres humanos.
O ato de escrever é uma atividade individual e solitária. É o momento em que se fecham as portas do exterior e se abrem as portas do mundo interior para nele o indivíduo mergulhar. Então, mesmo que o objetivo da escrita seja um acontecimento, algo relacionado a uma realidade basicamente física, é difícil para o discente escrever. Isso por que a realidade interior somente adquire significado e organização a partir de uma realidade exterior sob o prisma da realidade interior.
Resumindo, se o aluno não tiver a ajuda do professor com leituras, debates ou discussões específicas a cada
Escola:__________________________________________________________________________________________________
Aluno= Autor: ________________________________________________ Nº Série:________ Classe:_____________________
O = Ótimo B = Bom R = Regular
Ficha de Avaliação
Aspectos Estéticos
Aspectos Estilísticos
a. Legibilidade da letra
a. Repetição de palavras
b. Paragrafação
b. Frases longas
c. Margens irregulares
c. Emprego de palavras desnecessárias
d. Travessão
d. Escrever como se estivesse falando
e. Ausência de rasuras
Aspectos Gramaticais
Aspectos Estruturais
a. Ortografia
Este aspecto é diferenciado para cada redação, principalmente se os gêneros forem diferentes. Esse é o aspecto principal da avaliação.
b. Acentuação
c. Concordância
d. Pontuação
Obs.: Apontar os erros na redação do colega a lápis.
Antes de aplicar a ficha de avaliação, o professor deve exigir a elaboração do rascunho. O aluno precisa saber o motivo da exigência e a utilidade do rascunho, pois tal fase é feita naturalmente pelo escritor, pelo jornalista, pelo pinto, pelo desenhista, pelo advogado e outros profissionais que dele necessitam para um bom resultado do trabalho. Só os broncos e arrogantes dispensam o rascunho.
Precisa ficar bem claro para o aluno (são muitos os que não gostam de utilizar o borrão em suas tarefas de produção textual) que o rascunho não é apenas uma exigência chata do professor, assim como ele precisa saber usá-lo. Se o discente mecanicamente passa do borrão para o texto definitivo, sem uma leitura crítica (sua ou de seu colega) ele de fato vai se tornar uma atividade enfadonha e não haverá possibilidade
Uma das tarefas primordiais dos professores de Língua Materna – Língua Portuguesa – e, em especial, dos alfabetizadores é a formação do leitor e escritor competentes. Enfatizo a importância dos alfabetizadores, pois são eles os primeiros responsáveis pelo contato sistemático das crianças com a língua escrita.
Neste artigo, faço algumas reflexões sobre leitura, escrita e ortografia, na tentativa de sugerir estratégias que norteiem o professor para orientar o aluno na construção de uma escrita coerente e ortograficamente correta, como também na formação de uma leitura significativa, aquela que envolve a compreensão do sentido global do texto e ultrapassa a decodificação mecânica de palavra por palavra, letra por letra, que ao invés de ajudar, faz é atrapalhar.
Com esse objetivo, proponho alternativas de trabalhos com textos e didáticas para implantação tanto no ensino fundamental como para o ensino médio, baseadas nas idéias de Frank Smith ( “Compreendendo a Leitura”, fornecido pela biblioteca Vicente Martins), João Vadeley Geraldi (“Prática da Leitura na Escola”), Nadja da Costa R. Moreira ( “Orientações para o Ensino da Leitura”) e outros mais citados na bibliografia, em que enfatizam o desenvolvimento das habilidades de raciocínio de leitura e escrita.
Metodologia
A leitura e a escrita são processos comuns aos seres humanos desde muito tempo, apesar de terem sido durante alguns séculos proibidos para uns (caso das mulheres) e liberados para outros ( como é o caso da nobreza) . Depois da invenção das escolas, passou-se a ter a preocupação em ensinar com eficiência a ler e a escrever, tarefa não tão simples, pois até hoje, estudiosos e professores procuram esta tão sonhada fórmula para orientar bem o ensino de uma leitura crítica e uma escrita significativa. E, antes de qualquer sugestão metodológica, é preciso conceituar, em cada momento da reflexão, leitura, escrita e ortografia sem trair a concepção dos autores estudados.
Começarei com a leitura, um dos problemas mais preocupantes para os professores de Língua Portuguesa, já que os alunos, a cada dia, criam uma certa aversão à leitura. Dentre os autores analisados apego-me a Geraldi (1999, p. 91) que afirma:“... a leitura é um processo de interlocução entre leitor / autor mediado pelo texto. Encontro com o autor, ausente, que se dá pela sua palavra escrita.”, ou seja, ler é interpretar e compreender o que o autor quer transmitir tanto nas linhas como nas entrelinhas.
“O entendimento ou compreensão é a base da leitura e do aprendizado desta. (...) Aprendemos a ler, e aprendemos através da leitura, acrescentado coisas àquilo que já sabemos.” (Smith, 2003, p. 21)
Baseada nas idéias de Smith, creio não trair o autor citado se disser que a leitura é uma atividade muito mais complexa do que a simples interpretação dos símbolos gráficos, de códigos, requer que o indivíduo seja capaz de interpretar o material lido, comparando-o à sua bagagem pessoal, ou seja, requer que o indivíduo matenha um comportamento ativo diante da leitura. Para que isso aconteça, é necessário que haja maturidade para a compreensão do material lido, senão tudo cairá no esquecimento ou ficará armazenado na memória sem uso, até que se tenha condições cognitivas (conhecimento) para utilizar.
Esta compreensão do texto, citado no parágrafo anterior, é um processo que se caracteriza pela utilização do conhecimento prévio: o leitor utiliza na leitura o que ele já sabe, o conhecimento adquirido ao logo de sua vida. É mediante a interação de diversos níveis de conhecimento, como o conhecimento lingüístico, o textual, o conhecimento de mundo que o leitor consegue construir o sentido do texto.
Os conhecimentos relacionados acima são importantes para uma leitura de qualidade, pois cada um tem uma função diante da leitura. O conhecimento lingüístico abrange desde o conhecimento sobre pronunciar o português, passando pelo conhecimento de vocabulário e regras da língua, chegando até o conhecimento sobre o uso da língua. Já o conhecimento do texto refere-se as noções e conceitos sobre o texto (Quanto mais conhecimento textual o leitor tiver, quanto maior a sua exposição a todo tipo de texto, mais fácil será a sua compreensão). O outro conhecimento, o conhecimento de mundo, é adquirido informalmente, através das experiências, do convívio numa sociedade, cuja ativação, no momento oportuno, é também essencial à compreensão de um texto.
Se estes conhecimentos não forem respeitados, o objetivo e aprendizagem da leitura não serão alcançados. Isso acontece muito nas escolas, principalmente nas tradicionalistas. A maioria dos educadores de Língua Portuguesa, preocupados em seguir um plano didático, oferecem aos estudantes leituras de níveis bem superiores aos deles, proporcionando perplexidade dos mesmos diante do texto lido devido a incompreensão gerada por deficiência em algum conhecimento ou em todos citados acima.
Cito, como exemplo do que foi exposto no parágrafo anterior, um trecho do ensaio: “Os brasileiros – uma nova interpretação”, de Roberto Pompeu de Toledo (Revista Veja, 03 de maio, 2006):
“O presidente do INSS, Valdir Moysés Simão, disse ao Jornal Nacional, da Rede Globo, que foi ao ar na segunda-feira, que as filas nas unidades de atendimanto do órgão se devem a uma “questão cultural” . Seria um traço do povo brasileiro já tão arraigado na consciência coletiva que contra ele se esboroam as boas intenções das autoridades. A frase completa foi: ‘Por uma questão cultural, o segurado tem receio e acaba chegando muito cedo...’”
A compreensão do trecho acima pode ficar comprometida se o leitor não tiver um dos conhecimentos como o lingüístico, o textual ou o conhecimento de mundo, ou seja, se não entender o vocabulário ( como o significado das palavras arraigado ou esboroam) , nem o tipo de texto (como no caso se é ensaio ou artigo) e nem tão pouco se não souber o que é o INSS, ou seja conhecimento de mundo.
Para amenizar as dificuldades de interpretação e compreensão de um texto, Smith (2003, p. 84) aconselha que a leitura seja rápida, seletiva e compatível ao que o leitor já sabe. Smith quis dizer que a leitura seja rápida e não descuidada, o leitor deve utilizar as informações não visuais (conhecimento prévio) para evitar ser confundido com uma leitura lenta, ou seja, uma leitura que busca muitas informações ao mesmo tempo, como vocabular, textual ou as informações implícitas.
Para se conseguir esta leitura rápida, seletiva e ao nível dos alunos, é preciso planejar antes, observar se os textos escolhidos realmente estão no nível dos educandos e a partir desse entendimento trabalhar com projetos.
Sabidos de que não é tão fácil de resolver este problema de dificuldades na leitura, proponho algumas condições que o professor de língua materna deve aceitar. Um dos primeiros passos para um bom desenvolvimento da leitura é acabar com o pensamento de muitos educadores de que leitura é uma forma de castigo, tirando a idéia lúdica do ato de ler, como mostra Geraldi (1999, p. 97)
“A fruição, o prazer, estão excluídos (...) A escola, reproduzindo o sistema e preparando para ele, exclui qualquer atividade não rendosa: lê-se um romance para preencher uma famigerada ficha de leitura, para se fazer uma prova ou até mesmo para se ver livre da recuperação.”
Deve-se entender que a leitura não deve ser uma apologia da dureza, da insensibilidade, da frieza, repressão e do medo. Esses atos podem transformar-se em efeitos colaterais catastróficos.
Pode até parecer absurdo, mas muitas escolas, principalmente as privadas, usam e abusam deste método tão condenável para quem realmente sabe o significado do que é ler, gosta e quer aprender ou ensinar a ler. Além desta situação citada acima, ainda existe os vestibulares que apóiam, de forma indireta, e obrigam aos candidatos a lerem os livros selecionados pela comissão executiva do vestibular no intuito de saberem responder as perguntas da prova de seleção, que muitas vezes são mal elaboradas e que de certa forma duvidam da inteligência dos candidatos, além de mostrar que não é preciso ler a obra na íntegra para saber responder algumas perguntas, fazendo assim apologia à leitura de resumos comentados. Como é o caso da prova de Língua Portuguesa, do vestibular da UVA (Universidade Estadual Vale do Acaraú) de 2005.2, em que na questão de número 06 (seis) pergunta-se qual o personagem principal da obra em questão). Esta questão é totalmente contrária ao pensamento da leitura crítica. Será que com tantas possibilidades de acesso as informações de livros, o aluno precisará ler a obra para ter esta informação?
Os professores de Língua Portuguesa trabalham leitura dentro e fora da sala de aula, na intenção de amenizar as dificuldades de ler. E é com a interação de diversos métodos de trabalho como a roda de leitura, os encontros literários (obras literárias apresentadas em forma de paródias, poesias, literatura de cordel, apresentações teatrais), paráfrases, jogos de adivinhações literárias, além das reflexões, interpretações e compreensões de textos através de perguntas coerentes que levem o aluno a pensar e participar das aulas de uma forma lúdica que os docentes apostam na melhoria desse antigo problema.
São vários os métodos para se trabalhar leitura. Começarei esta apresentação com a roda de leitura, oficina muito interessante que dá oportunidade do aluno escolher uma obra dentre muitas selecionada pelo professor referente à escola literária estudada no momento (cerca de uns 30 livros). Para trabalhar com a roda de leitura não é necessário usar somente obras literárias pode ser feita com textos mais curtos, como ensaios, contos, crônicas, entrevistas, textos jornalísticos etc.. Nesta oficina, o educando tem a oportunidade de se expressar, de apresentar o livro lido de uma maneira mais informal, com expressões próprias e com a ajuda de outros colegas que também tenham lido o mesmo texto. A exposição dos discentes são seguidas de momentos de reflexões coordenadas pelo professor ou pelos outros alunos da sala. Este método além de proporcionar aprendizagem, também incentiva outros alunos a ler as obras apresentadas.
Condemarín e Medina (2005, p. 45) afirmam que: “... Os círculos literários são discussões sobre literatura coordenadas pelo professor incluindo toda a classe, ou realizadas em pequenos grupos formadas por duplas. (...) Os alunos participam do diálogo para interpretar ou explicar o conteúdo. Na medida em que dão atenção ao argumento, motivos e características dos personagens, aos conflitos que ocorrem dentro da história e suas soluções, eles constroem um amplo leque de significados que relacionam e ampliam suas próprias experiências.”
Os encontros literários também fazem parte do processo do ensino de leitura e oportuniza ao professor a descobrir novos talentos. As obras literárias são lidas em grupos e apresentadas em sala de aula através de paródias, literatura de cordel, poesias, seminários e peças teatrais. Este trabalho pode ser implantado tanto com os alunos do Ensino Fundamental, como do Ensino Médio. Os discentes lêem as obras selecionadas de acordo com o momento estudado na literatura e apresentam de forma lúdica aos outros colegas de sala ou até mesmo para alguns convidados.
Tem-se como exemplo um projeto elaborado pela professora de Língua Portuguesa, da Escola Wilebaldo Aguiar, de Massapê, aplicado nas segundas e terceiras séries do Ensino Médio, com o objetivo de os alunos aprenderem de forma mais prazerosa, os livros selecionado pelo professor. Este projeto também foi aplicado com os livros do vestibular da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA).
* Vejamos um exemplo de uma das apresentações, em forma de paródia, com o resumo de “Senhora”, de José de Alencar, aplicado na segunda série do Ensino Médio. A paródia é uma adaptação da música “Só hoje”, de Jota Quest.
Esta história aconteceu no Rio de JaneiroAurélia Camargo estava apaixonadaEra uma coisa normal
Seu grande amor era Fernando Seixas e por ele estava loucaUm amor que ninguém nunca viuQue ninguém nunca viu
Decidiram então se casarDepois de um tempo a abandonouAtraído pelo dote de Adelaide Amaral
Aurélia decidiu logo se vingar de SeixasCom uma herança inesperadaDo avô que ela receberaEra preciso
A moça lhe ofereceu cem contos de réisSe ele quisesse se casarViu a noiva só no dia do seu casamentoAurélia mostrou o recibo da compra
Seixas pagou a dívida, limpando sua honra, com uma despedidaMas se abraçaram loucamente e viveram felizes para sempre.
A paródia foi apresentada com a melodia de um violão e a ajuda dos alunos que acompanharam lendo a cópia da paródia distribuída pelo grupo. Depois da apresentação, os alunos da equipe fizeram um estudo crítico e responderam as perguntas dos colegas de classe, do professor e dos convidados, transformando a sala de aula em um lugar de debates e discussões acerca do livro e do momento em que ele está inserido, fazendo muitas vezes uma comparação dos acontecimentos e temáticas da obras com os dias atuais.
Embora a paráfrase de obras literárias, principalmente os indicados pelos vestibulares e textos em geral, seja muito comum em livros didáticos e na Internet, este método continua sendo eficiente para ser trabalhado em sala de aula para que o professor possa observar se o aluno compreendeu o texto ou a obra lida. De acordo com Condemarín e Medina (2005, p. 45): “Essa ação obriga os alunos a reorganizarem os elementos do texto de maneira pessoal, o que revela sua compreensão. A paráfrase proporciona mais informação sobre o que os alunos realmente pensam sobre a história do que quando se pede uma opinião geral a respeito desta.”
O jogo de adivinhação é outra forma para ensinar leitura. Através de perguntas e passagens importantes das obras lidas os alunos devem adivinhar a que obra pertence.
Todas as estratégias de ensino da leitura são válidos, só basta que os professores saibam e transmitam aos alunos o real conceito, função e importância do saber ler para construir leitores críticos e participativos. Um dos processos para este acontecimento é o docente avaliar de forma coerente a leitura dos alunos para obter resultado e saber ensiná-los com eficiência.
Além da leitura, tem-se a escrita que é uma das formas superiores de linguagem, requer que a pessoa seja capaz de conservar a idéia que tem em mente, ordenando-a numa determinada seqüência e relação, ou seja, planejar e esquematizar a colocação correta de palavras ou idéias no papel. Este processo é um tanto complicado até mesmo para grandes escritores , quem dirá para nós, simples mortais. Vejamos os versos do grande poeta do Modernismo brasileiro Carlos Drummond de Andrade.
“Gastei uma hora pensando um versoQue a pena não quer escreverNo entanto ele está cá dentroInquieto, vivoEle está cá dentroE não quer sair.”
No entanto escrever não é apenas uma questão de gramática, de morfologia ou de sintaxe, não é uma questão de executar, certo ou errado, determinados padrões lingüísticos. Não é tão pouco formar frases, nem sequer juntá-las, por mais bem formadas que elas estejam.
Condemarín e Medina (2005, p. 63) firmam que: “Escrever ou produzir um texto é um ato fundamentalmente comunicativo, assim, para aprender a escrever é necessário enfrentar a necessidade de comunicar algo em uma situação real, a um destinatário real, com propósitos reais.”
Em outras palavras é ativar sentidos e representações já sedimentados que sejam relevantes num determinado modelo de realidade e para um fim específico; é antes de tudo, agir, atuar socialmente; é, nas mais diferentes oportunidades realizar atos convencionalmente definidos, tipificados pelos grupos sociais, atos normalizados, estabilizados em gêneros, com feição própria e definida. É uma forma a mais de, tipicamente, externar intenções, de praticar ações, de intervir socialmente, de “fazer”, afinal.
Para que ocorra o aprendizado da escrita é necessário que se compreenda a real função dela. Função esta que é muitas vezes ignorada pelas escolas por elas terem o único objetivo de os alunos aprenderem redação. Assim afirma Kaufman (1995, p. 51):
“ O absurdo da escola tradicional é que se escreve nada para ninguém. Todo o esforço que a escola tradicional pede à criança é o de aprender a escrever para demonstrar que sabe escrever.”
O problema acima citado é comum nas escolas, mas é de fácil resolução. Uma das formas de buscar uma eficiente aprendizagem na escrita, é antes de o professor iniciar o ensino, planejar-se. O planejamento é algo importante não só na escola como também na vida pessoal. O objetivo do planejamento é de o educador levar em consideração o que os discentes sabem e o que eles ignoram, podendo assim formular projetos de escrita que incentivem os alunos a quererem produzir algo.
“Um projeto de escrita pode ser concebido como um todo: por exemplo, um livro de poemas, um jornal da classe, um guia turístico; ou como parte de um projeto mais amplo. Por exemplo, uma carta ao gerente de uma indústria que se deseja visitar, um cartaz para anunciar uma competição esportiva, etc.” (Condemarín e Medina, 2005, p. 65)
Com o trecho acima enfatizo os benefícios dos projetos que contam com algum receptor dos materiais escritos, conhecidos e desconhecidos, mas leitor em potencial dos textos que serão produzidos, já que ninguém, fora dos muros escolares, escreve para ninguém. Sempre há um destinatário.
Estes projetos têm como objetivo incentivar os alunos a melhorarem a escrita, pois conscientes de que dentro da escola os únicos destinatários são seus professores e seus pais, eles não têm uma real vontade para melhorar suas produções. Muitos argumentam que o professor ou os pais entendem as letras deles, mesmo que o traçado não seja legível, que sabem que são fracos na ortografia e que quando não são claros no que escrevem os professores ou os pais perguntam.
Com a aplicação desses projetos, os textos escritos pelos alunos passam a ter um outro sentido e a partir disto eles começam a se preocupar tanto com o conteúdo como com a escrita e, conseqüentemente, melhoram a aprendizagem neste quesito.
Um outro ponto importante que o professor de Língua Portuguesa precisa saber é que ele é um educador do pensamento e da interioridade dos alunos, pois a função do professor de redação é de orientar o aluno através da leitura de textos ou contação de histórias que se relacionem aos temas dados em sala de aula para que eles desabrochem na escrita. Por exemplo, o educador pode solicitar que o aluno disserte um texto sobre a desigualdade social, e antes da produção ele pode ler a poesia “O bicho”, de Manuel Bandeira que relata a triste situação de alguns seres humanos.
O ato de escrever é uma atividade individual e solitária. É o momento em que se fecham as portas do exterior e se abrem as portas do mundo interior para nele o indivíduo mergulhar. Então, mesmo que o objetivo da escrita seja um acontecimento, algo relacionado a uma realidade basicamente física, é difícil para o discente escrever. Isso por que a realidade interior somente adquire significado e organização a partir de uma realidade exterior sob o prisma da realidade interior.
Resumindo, se o aluno não tiver a ajuda do professor com leituras, debates ou discussões específicas a cada
Escola:__________________________________________________________________________________________________
Aluno= Autor: ________________________________________________ Nº Série:________ Classe:_____________________
O = Ótimo B = Bom R = Regular
Ficha de Avaliação
Aspectos Estéticos
Aspectos Estilísticos
a. Legibilidade da letra
a. Repetição de palavras
b. Paragrafação
b. Frases longas
c. Margens irregulares
c. Emprego de palavras desnecessárias
d. Travessão
d. Escrever como se estivesse falando
e. Ausência de rasuras
Aspectos Gramaticais
Aspectos Estruturais
a. Ortografia
Este aspecto é diferenciado para cada redação, principalmente se os gêneros forem diferentes. Esse é o aspecto principal da avaliação.
b. Acentuação
c. Concordância
d. Pontuação
Obs.: Apontar os erros na redação do colega a lápis.
Antes de aplicar a ficha de avaliação, o professor deve exigir a elaboração do rascunho. O aluno precisa saber o motivo da exigência e a utilidade do rascunho, pois tal fase é feita naturalmente pelo escritor, pelo jornalista, pelo pinto, pelo desenhista, pelo advogado e outros profissionais que dele necessitam para um bom resultado do trabalho. Só os broncos e arrogantes dispensam o rascunho.
Precisa ficar bem claro para o aluno (são muitos os que não gostam de utilizar o borrão em suas tarefas de produção textual) que o rascunho não é apenas uma exigência chata do professor, assim como ele precisa saber usá-lo. Se o discente mecanicamente passa do borrão para o texto definitivo, sem uma leitura crítica (sua ou de seu colega) ele de fato vai se tornar uma atividade enfadonha e não haverá possibilidade
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Aos Professores
DIA DE ÍNDIO
Os indígenas têm um modo de vida diferente do nosso. Eles são muito mais ligados à terra. Não trabalham com o objetivo de juntar dinheiro, bens, nem nada desse tipo. Trabalham em suas lavouras para garantir o sustento da aldeia; fora isso, alimentam-se dos frutos das árvores e dos animais que caçam. Para os índios, a terra é muito importante, sagrada mesmo. Não só porque é o lugar de onde tiram seu sustento, mas também porque é o que eles consideram como o próprio lar. Por isso, a Constituição brasileira garante que as terras dos índios devem ser demarcadas (determinadas) pelo governo e devem ser respeitadas por todos. Às vezes esses direitos não são respeitados. Alguns grandes proprietários de terras, madeireiros e garimpeiros tentam expulsar os índios de suas terras para explorá-las, e para isso, muitas vezes fazem uso de força bruta para tirá-los de lá. A situação dos índios é grave em várias regiões, e infelizmente muitas comunidades indígenas já perderam grande parte de seus territórios.
Texto II
NAS ALDEIAS DOS ÍNDIOS, UMA REALIDADE DIFERENTE
Até os sete anos, as crianças Maxakali ficam perto das casas e não se afastam da área da aldeia. Os Maxakali afirmam que até esta idade elas pertencem às suas mães. Quando atingem sete anos, os meninos são iniciados no universo cerimonial. Passam-se três meses na “ Casa dos cantos”, como chamam a casa do mato. Segundo os índios, os meninos ficam ali “ aprendendo as coisas do mato e dos antepassados para ensinar aos filhos.” No início de outubro, houve uma cerimônia de iniciação para quatro meninos. Os adultos prepararam um mastro, erguido no centro a aldeia. As crianças foram despidas e seus corpos pintados de vermelho, com urucum. Depois disso, os adultos começaram a entoar um canto religioso. Mesmo sabendo que ficariam dentro da “ Casa dos Cantos” durante três meses, os meninos pareciam felizes em serem iniciados aos rituais.Nesses rituais há uma grande distribuição de alimentos, principalmente de caça, entre eles. Como os Maxakali não têm mais caça, eles pedem às pessoas amigas que lhes dêem um animal. Então , eles soltam o bicho no mato e correm ao seu alcance, pois a caça também faz parte dos rituais religiosos e deve ser preservada.
1) Assinale a opção correta.
a) Os dois textos falam sobre o mesmo tema, mas abordando assuntos diferentes. Os dois textos são:
( ) informativos, pois relatam as atividades e comportamento dos indígenas.
( ) lendas, pois contam histórias inventadas pelo povo.
( ) Nenhuma das alternativas anteriores.
b) Apesar de abordarem o mesmo tema, os assuntos são diferentes em cada texto, porque:
( ) no primeiro texto é retratado a importância da terra para os indígenas.
( ) no segundo texto é abordado o desrespeito ao território indígena apesar da garantia conferida aos indígenas na Constituição brasileira.
c) Os indígenas mantêm viva a sua cultura. A parte do texto que confirma este fato é:
( ) “Segundo os índios, os meninos ficam ali aprendendo as coisas do mato.”
( ) “Nesses rituais há uma grande distribuição de alimentos.”
d) No texto II o autor revela que as crianças indígenas ficam perto de suas mães, fato este interrompido quando :
( ) ” suas mães vão para a mata fechada caçar.”
( ) quando os meninos completam sete anos e vão para “Casa dos Cantos.”
e) O autor do primerio texto revela que :
( ) Os grandes proprietários de terras, madeireiros e garimpeiros respeitam a Constituição brasileira e os territórios indígenas.
( ) Alguns grandes proprietários de terras, madeireiros e garimpeiros tentam expulsar os índios de suas terras.
2) Escreva certo ou errado de acordo com os textos:
a) O texto II revela que as crianças ficam muito tristes ao separarem-se de suas mães .
b) Os indígenas respeitam e procuram manter vivas sua cultura e tradição.
c) No texto I, o relato é atual com relação à realidade indígena.
d)No texto I, o autor descreve a atuação egoísta na exploração dos recursos naturais por parte de fazendeiros, madeireiros e garimpeiros.
e)Os indígenas não acumulam riqueza material e deixam de herança a seus descendentes a riqueza cultural de seus ancestrais.
GRAMÁTICA
1)Todas as palavras grifadas são substantivos concretos em apenas uma das alternativas.Assinale-a:
a)Gosto de ver as flores no jardim de minha casa.
b)A tristeza que estampava seu rosto causava dor em minha alma.
c)Se a saudade não fosse tanta, minha dor não seria tão cortante.
2)Assinale apenas onde NÃO há presença de substantivos compostos:
a)O livro que estava sobre a mesa desapareceu.
b)Lucas bateu com o carro e quebrou o pára-lamas.
c)O pernilongo passava horas em meio aos grãos do girassol.
3)Assinale a opção em que todas as palavras sejam antônimas:
a)feio-horroroso/medonho-horrendo
b)belo-feio/rico-pobre
c)sessão/seção/cessão
4)São parônimas as palavras:
a)soar-suar/ comprimento-cumprimento/discrição-descrição
b)manga de camisa/manga (fruta)
c)estrato(camada/estrato( o que se extrai de)
5)Assinale a alternativa em que na frase os substantivos sejam heterônimos:
a)O menino e a menina brincam no parque.
b)As vítimas eram duas mulheres e um homem.
c)O arcebispo e a arquiepiscopisa rezaram pela nação.
6)Assinale a opção cujas palavras são adjetivos do mesmo tipo:
a)acreano- gentil-sergipano
b)fácil-útil-veloz
c)delicado-bom-feliz
7) A única frase que contém erro quanto a flexão do substantivos em número e:
a)Os chapéus e os anéis são meus.
b)Os cidadões preferem lutar contra o desemprego.
c)Os cristãos verdadeiros são fiéis a Deus.
8) A única frase correta quanto a flexão do adjetivo em número é:
a)Os homens surdos mudo.
b)Os meninos surdos mudos.
c)Os meninos mal educado.
Texto II
NAS ALDEIAS DOS ÍNDIOS, UMA REALIDADE DIFERENTE
Até os sete anos, as crianças Maxakali ficam perto das casas e não se afastam da área da aldeia. Os Maxakali afirmam que até esta idade elas pertencem às suas mães. Quando atingem sete anos, os meninos são iniciados no universo cerimonial. Passam-se três meses na “ Casa dos cantos”, como chamam a casa do mato. Segundo os índios, os meninos ficam ali “ aprendendo as coisas do mato e dos antepassados para ensinar aos filhos.” No início de outubro, houve uma cerimônia de iniciação para quatro meninos. Os adultos prepararam um mastro, erguido no centro a aldeia. As crianças foram despidas e seus corpos pintados de vermelho, com urucum. Depois disso, os adultos começaram a entoar um canto religioso. Mesmo sabendo que ficariam dentro da “ Casa dos Cantos” durante três meses, os meninos pareciam felizes em serem iniciados aos rituais.Nesses rituais há uma grande distribuição de alimentos, principalmente de caça, entre eles. Como os Maxakali não têm mais caça, eles pedem às pessoas amigas que lhes dêem um animal. Então , eles soltam o bicho no mato e correm ao seu alcance, pois a caça também faz parte dos rituais religiosos e deve ser preservada.
1) Assinale a opção correta.
a) Os dois textos falam sobre o mesmo tema, mas abordando assuntos diferentes. Os dois textos são:
( ) informativos, pois relatam as atividades e comportamento dos indígenas.
( ) lendas, pois contam histórias inventadas pelo povo.
( ) Nenhuma das alternativas anteriores.
b) Apesar de abordarem o mesmo tema, os assuntos são diferentes em cada texto, porque:
( ) no primeiro texto é retratado a importância da terra para os indígenas.
( ) no segundo texto é abordado o desrespeito ao território indígena apesar da garantia conferida aos indígenas na Constituição brasileira.
c) Os indígenas mantêm viva a sua cultura. A parte do texto que confirma este fato é:
( ) “Segundo os índios, os meninos ficam ali aprendendo as coisas do mato.”
( ) “Nesses rituais há uma grande distribuição de alimentos.”
d) No texto II o autor revela que as crianças indígenas ficam perto de suas mães, fato este interrompido quando :
( ) ” suas mães vão para a mata fechada caçar.”
( ) quando os meninos completam sete anos e vão para “Casa dos Cantos.”
e) O autor do primerio texto revela que :
( ) Os grandes proprietários de terras, madeireiros e garimpeiros respeitam a Constituição brasileira e os territórios indígenas.
( ) Alguns grandes proprietários de terras, madeireiros e garimpeiros tentam expulsar os índios de suas terras.
2) Escreva certo ou errado de acordo com os textos:
a) O texto II revela que as crianças ficam muito tristes ao separarem-se de suas mães .
b) Os indígenas respeitam e procuram manter vivas sua cultura e tradição.
c) No texto I, o relato é atual com relação à realidade indígena.
d)No texto I, o autor descreve a atuação egoísta na exploração dos recursos naturais por parte de fazendeiros, madeireiros e garimpeiros.
e)Os indígenas não acumulam riqueza material e deixam de herança a seus descendentes a riqueza cultural de seus ancestrais.
GRAMÁTICA
1)Todas as palavras grifadas são substantivos concretos em apenas uma das alternativas.Assinale-a:
a)Gosto de ver as flores no jardim de minha casa.
b)A tristeza que estampava seu rosto causava dor em minha alma.
c)Se a saudade não fosse tanta, minha dor não seria tão cortante.
2)Assinale apenas onde NÃO há presença de substantivos compostos:
a)O livro que estava sobre a mesa desapareceu.
b)Lucas bateu com o carro e quebrou o pára-lamas.
c)O pernilongo passava horas em meio aos grãos do girassol.
3)Assinale a opção em que todas as palavras sejam antônimas:
a)feio-horroroso/medonho-horrendo
b)belo-feio/rico-pobre
c)sessão/seção/cessão
4)São parônimas as palavras:
a)soar-suar/ comprimento-cumprimento/discrição-descrição
b)manga de camisa/manga (fruta)
c)estrato(camada/estrato( o que se extrai de)
5)Assinale a alternativa em que na frase os substantivos sejam heterônimos:
a)O menino e a menina brincam no parque.
b)As vítimas eram duas mulheres e um homem.
c)O arcebispo e a arquiepiscopisa rezaram pela nação.
6)Assinale a opção cujas palavras são adjetivos do mesmo tipo:
a)acreano- gentil-sergipano
b)fácil-útil-veloz
c)delicado-bom-feliz
7) A única frase que contém erro quanto a flexão do substantivos em número e:
a)Os chapéus e os anéis são meus.
b)Os cidadões preferem lutar contra o desemprego.
c)Os cristãos verdadeiros são fiéis a Deus.
8) A única frase correta quanto a flexão do adjetivo em número é:
a)Os homens surdos mudo.
b)Os meninos surdos mudos.
c)Os meninos mal educado.
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Meio ambiente - A Floresta Amazônica
A FLORESTA AMAZÔNICA
A floresta amazônica, ou Amazônia é a maior floresta tropical do mundo e estende-se por nove países: Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Suriname, Guiana, Guiana Francesa e Brasil, onde está a sua maior parte.
A região da floresta é úmida e quente na maior parte do ano. A floresta amazônica é banha da pelo rio Amazonas e seus inúmeros afluentes. Na Amazônia, a quantidade de água existente é muito grande.
TIPOS DE VEGETAÇÃO DA FLORESTA AMAZÔNICA
Na floresta amazônica apresenta diversos tipos de vegetação que variam de acordo com o relevo, o solo ou a proximidade dos cursos d’água. Os três principais tipos de vegetação dessa região são:
FLORESTA DE IGAPÓ: ficam nas áreas permanentemente alagadas junto aos rios. Nessas regiões existem muitas plantas aquáticas como a vitória-régia, a maior planta aquática do mundo.
FLORESTA DE VÁRZEA: crescem em terrenos planos nas proximidades de algum curso d’água. No período das chuvas, o nível das águas sobe inundando temporariamente o chão dessas florestas. O solo é rico em nutrientes trazidos pelas águas, contrastando com os solos pobres encontrados na maior parte da região amazônica.
FLORESTA DE TERRA FIRME: crescem em terrenos que nunca são alagados, compõem a maior parte da floresta amazônica. A castanheira é um exemplo de árvore dessa região.
PLANTAS AMAZÔNICAS
Na floresta amazônica há milhares de plantas que vivem em interação entre si e com inúmeros animais, fungos e microrganismos. Existe uma variedade de palmeiras na floresta amazônica, entre elas está o açaizeiro, que produz o açaí.
ANIMAIS DA FLORESTA AMAZÔNICA
Nessa floresta abrigam-se muitas aves, ( araras, tucanos, etc.), vários tipos de mamíferos, ( onça-pintada, tamanduá-bandeira, bicho preguiça, lontras, etc.). Nenhum outro bioma no mundo abriga tantos tipos diferentes de macacos como a floresta amazônica. Encontramos também, muitos tipos de serpentes, lagartos, jacarés, rãs, pererecas, sapos, peixes como a piranha, tucunaré, boto, peixe-boi, ariranha e o pirarucu.
Vários desses animais estão ameaçados de extinção principalmente pelo rápido desenvolvimento das áreas urbanas, a construção de represas, a poluição da água devido aos garimpos, a caça e a pesca ilegais. A diversidade de insetos e outros invertebrados são enormes.
OS PERÍGOS QUE AMEAÇAM A FLORESTA AMAZÔNICA
Muitos recursos naturais amazônicos estão sendo explorados de modo acelerado e sem o devido controle. Nesse ritmo, em pouco tempo as reservas poderão estar comprometidas ou mesmo esgotadas. A matança de animais, a retirada de madeira e o desmatamento empobrecem os ecossistemas amazônicos e comprometem a sobrevivência de todos os seres vivos da floresta.
O desmatamento é um problema grave. Se a cobertura vegetal é removida, as chuvas intensas carregam os nutrientes empobrecendo o solo. O subsolo da região amazônica é rico em minérios. Esse fato tem gerado mais problemas para a região, pois a exploração desses minérios causa grande prejuízo ao solo, aos rios e aos seres vivos.
A MATA ATLÂNTICA - As características da mata atlântica.
A mata atlântica localiza-se próximo ao litoral ou em trechos montanhosos onde chove com freqüência. As montanhas são ricas em nascentes de córregos e rios, alguns dos quais formam lindas cachoeiras. As árvores são altas e crescem próximas umas das outras.
A VIDA NA MATA ATLÂNTICA
Há uma grande biodiversidade na mata atlântica devido a variedade de plantas e animais dessa região.
O jacarandá, o palmiteiro, são exemplos de árvores que se adaptaram a esse bioma. Podemos encontrar também as orquídeas, as bromélias, samambaias, suçuaranas, mono-carvoeiro, antas ,caxinguelês , pacas , jacarés e o mico-leão-dourado habitando a mata atlântica.
O QUE RESTOU DA MATA ATLÂNTICA
Quando os portugueses chegaram ao Brasil em 1500, a mata atlântica estendia-se por uma faixa de 200 quilômetros de LARGURA do Rio Grande do Norte até o Rio Grande do Sul. O desmatamento para a construção e para a agricultura foi responsável por grandes mudanças na paisagem original da mata.
VERIFICAÇÃO DE CIÊNCIAS
1- Alguns animais e plantas estão ameaçados de extinção:
( ) por causa da falta de abrigo
( ) por causa da falta de água e alimentos
( ) por causa da pesca e da caça ilegais
2- A maior Floresta Tropical do mundo é:
( ) a Floresta da Mata atlântica
( ) a Floresta Amazônica
( ) a Floresta da Mata dos Pinhais
3- Os três tipos de vegetação que a Floresta Amazônica possui são:
( ) Floresta de Igapó, Várzea e de Terra Firme
( ) Floresta Amazônica, Mata Atlântica e de Pernambuco
( ) Floresta de Várzea, de Iguape e do Parque Carlos Botelho
4- Os animais que encontramos na Floresta Amazônica são:
( ) tucanos, araras, elefantes e girafas
( ) lontras, araras, onças-pintadas e piranhas
( ) rinocerontes, girafas e ursos polares
5- CERTO ( C ) ou ERRADO ( E )?
( ) Muitos recursos naturais amazônicos estão sendo explorados de modo acelerado e sem controle e em pouco tempo, as reservas poderão se esgotar.
( ) A matança de animais, a retirada de madeira e o desmatamento ajudam a manter o solo fértil.
( ) Se a vegetação de uma região for retirada poderá causar a erosão.
( ) O subsolo da região amazônica é rico em minérios.
( ) A Mata Atlântica localiza-se próximo ao litoral ou em trechos montanhosos e chove com freqüencia.
( ) O jacarandá, o palmito, as orquídeas, as antas, os jacarés e o mico-leão-dourado são animais em extinção.
( )Quando os portugueses chegaram ao Brasil, a Mata Atlântica não existia.
6- No Brasil, também encontramos outros tipos de BIOMAS como:
( ) o cerrado, a caatinga o manguezal, os campos e o pantanal.
( ) o norte, o nordeste, o sul e o sudeste
( ) o algodão, a cana-de-açúcar e o milho
7- O que são BIOMAS?
( ) são os animais de uma região
( ) são as plantas de uma região
( ) são as paisagens naturais de uma região
8- A devastação da Mata Atlântica teve início quando:
( ) os portugueses começaram as construções de casas e preparar o solo para a agricultura.
( ) os índios começaram as construções de casas e preparar o solo para a agricultura.
9- A Floresta Amazônica se estende por mais ______ países da América do Sul e a maior parte está no _______________. Essa floresta também é banhada pelo rio_________________________________________.
10- Quais são os principais biomas brasileiros?
A floresta amazônica, ou Amazônia é a maior floresta tropical do mundo e estende-se por nove países: Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Suriname, Guiana, Guiana Francesa e Brasil, onde está a sua maior parte.
A região da floresta é úmida e quente na maior parte do ano. A floresta amazônica é banha da pelo rio Amazonas e seus inúmeros afluentes. Na Amazônia, a quantidade de água existente é muito grande.
TIPOS DE VEGETAÇÃO DA FLORESTA AMAZÔNICA
Na floresta amazônica apresenta diversos tipos de vegetação que variam de acordo com o relevo, o solo ou a proximidade dos cursos d’água. Os três principais tipos de vegetação dessa região são:
FLORESTA DE IGAPÓ: ficam nas áreas permanentemente alagadas junto aos rios. Nessas regiões existem muitas plantas aquáticas como a vitória-régia, a maior planta aquática do mundo.
FLORESTA DE VÁRZEA: crescem em terrenos planos nas proximidades de algum curso d’água. No período das chuvas, o nível das águas sobe inundando temporariamente o chão dessas florestas. O solo é rico em nutrientes trazidos pelas águas, contrastando com os solos pobres encontrados na maior parte da região amazônica.
FLORESTA DE TERRA FIRME: crescem em terrenos que nunca são alagados, compõem a maior parte da floresta amazônica. A castanheira é um exemplo de árvore dessa região.
PLANTAS AMAZÔNICAS
Na floresta amazônica há milhares de plantas que vivem em interação entre si e com inúmeros animais, fungos e microrganismos. Existe uma variedade de palmeiras na floresta amazônica, entre elas está o açaizeiro, que produz o açaí.
ANIMAIS DA FLORESTA AMAZÔNICA
Nessa floresta abrigam-se muitas aves, ( araras, tucanos, etc.), vários tipos de mamíferos, ( onça-pintada, tamanduá-bandeira, bicho preguiça, lontras, etc.). Nenhum outro bioma no mundo abriga tantos tipos diferentes de macacos como a floresta amazônica. Encontramos também, muitos tipos de serpentes, lagartos, jacarés, rãs, pererecas, sapos, peixes como a piranha, tucunaré, boto, peixe-boi, ariranha e o pirarucu.
Vários desses animais estão ameaçados de extinção principalmente pelo rápido desenvolvimento das áreas urbanas, a construção de represas, a poluição da água devido aos garimpos, a caça e a pesca ilegais. A diversidade de insetos e outros invertebrados são enormes.
OS PERÍGOS QUE AMEAÇAM A FLORESTA AMAZÔNICA
Muitos recursos naturais amazônicos estão sendo explorados de modo acelerado e sem o devido controle. Nesse ritmo, em pouco tempo as reservas poderão estar comprometidas ou mesmo esgotadas. A matança de animais, a retirada de madeira e o desmatamento empobrecem os ecossistemas amazônicos e comprometem a sobrevivência de todos os seres vivos da floresta.
O desmatamento é um problema grave. Se a cobertura vegetal é removida, as chuvas intensas carregam os nutrientes empobrecendo o solo. O subsolo da região amazônica é rico em minérios. Esse fato tem gerado mais problemas para a região, pois a exploração desses minérios causa grande prejuízo ao solo, aos rios e aos seres vivos.
A MATA ATLÂNTICA - As características da mata atlântica.
A mata atlântica localiza-se próximo ao litoral ou em trechos montanhosos onde chove com freqüência. As montanhas são ricas em nascentes de córregos e rios, alguns dos quais formam lindas cachoeiras. As árvores são altas e crescem próximas umas das outras.
A VIDA NA MATA ATLÂNTICA
Há uma grande biodiversidade na mata atlântica devido a variedade de plantas e animais dessa região.
O jacarandá, o palmiteiro, são exemplos de árvores que se adaptaram a esse bioma. Podemos encontrar também as orquídeas, as bromélias, samambaias, suçuaranas, mono-carvoeiro, antas ,caxinguelês , pacas , jacarés e o mico-leão-dourado habitando a mata atlântica.
O QUE RESTOU DA MATA ATLÂNTICA
Quando os portugueses chegaram ao Brasil em 1500, a mata atlântica estendia-se por uma faixa de 200 quilômetros de LARGURA do Rio Grande do Norte até o Rio Grande do Sul. O desmatamento para a construção e para a agricultura foi responsável por grandes mudanças na paisagem original da mata.
VERIFICAÇÃO DE CIÊNCIAS
1- Alguns animais e plantas estão ameaçados de extinção:
( ) por causa da falta de abrigo
( ) por causa da falta de água e alimentos
( ) por causa da pesca e da caça ilegais
2- A maior Floresta Tropical do mundo é:
( ) a Floresta da Mata atlântica
( ) a Floresta Amazônica
( ) a Floresta da Mata dos Pinhais
3- Os três tipos de vegetação que a Floresta Amazônica possui são:
( ) Floresta de Igapó, Várzea e de Terra Firme
( ) Floresta Amazônica, Mata Atlântica e de Pernambuco
( ) Floresta de Várzea, de Iguape e do Parque Carlos Botelho
4- Os animais que encontramos na Floresta Amazônica são:
( ) tucanos, araras, elefantes e girafas
( ) lontras, araras, onças-pintadas e piranhas
( ) rinocerontes, girafas e ursos polares
5- CERTO ( C ) ou ERRADO ( E )?
( ) Muitos recursos naturais amazônicos estão sendo explorados de modo acelerado e sem controle e em pouco tempo, as reservas poderão se esgotar.
( ) A matança de animais, a retirada de madeira e o desmatamento ajudam a manter o solo fértil.
( ) Se a vegetação de uma região for retirada poderá causar a erosão.
( ) O subsolo da região amazônica é rico em minérios.
( ) A Mata Atlântica localiza-se próximo ao litoral ou em trechos montanhosos e chove com freqüencia.
( ) O jacarandá, o palmito, as orquídeas, as antas, os jacarés e o mico-leão-dourado são animais em extinção.
( )Quando os portugueses chegaram ao Brasil, a Mata Atlântica não existia.
6- No Brasil, também encontramos outros tipos de BIOMAS como:
( ) o cerrado, a caatinga o manguezal, os campos e o pantanal.
( ) o norte, o nordeste, o sul e o sudeste
( ) o algodão, a cana-de-açúcar e o milho
7- O que são BIOMAS?
( ) são os animais de uma região
( ) são as plantas de uma região
( ) são as paisagens naturais de uma região
8- A devastação da Mata Atlântica teve início quando:
( ) os portugueses começaram as construções de casas e preparar o solo para a agricultura.
( ) os índios começaram as construções de casas e preparar o solo para a agricultura.
9- A Floresta Amazônica se estende por mais ______ países da América do Sul e a maior parte está no _______________. Essa floresta também é banhada pelo rio_________________________________________.
10- Quais são os principais biomas brasileiros?
Marcadores:
Meio Ambiente
9 de setembro de 2009
Projeto "JORNAL MURAL"
LEITURA E INFORMAÇÃO PARA TODOS
O projeto "Jornal Mural – Leitura e informação para todos", é um trabalho específico em textos jornalísticos, que além de ampliar o universo dos alunos, e proporcionar leituras críticas, informará à comunidade escolar sobre acontecimentos do mundo, da cidade e do bairro.
Objetivos:
Formar leitores autônomos de jornal;
Ampliar a capacidade de leitura e escrita dos alunos;
Desenvolver procedimentos de revisão de texto e ampliar os conhecimentos sobre a língua escrita;
Desenvolver no aluno uma análise crítica sobre o que lê;
Estimular o aluno à leitura para que demonstre sua opinião, sem ter medo de concordar ou não com as idéias das outras pessoas;
Despertar da crítica pessoal;
Automatizar a leitura e a grafia das palavras, desenvolvendo a habilidade de elaborar textos dissertativos;
Desenvolver textos coerentes;
Desenvolver o trabalho em equipe salientando a importância do trabalho coletivo;
Mostrar os diferentes formatos que uma notícia apresenta, conforme o veículo;
Conhecer a estrutura do jornal e identificar a divisão dos textos por editoriais, segundo o assunto abordado;
Motivar o aluno a pesquisar e conhecer sua comunidade;
Ensinar o aluno a selecionar os fatos, organizando-os, analisando-os, criticando-os;
Motivar os alunos a lerem de forma crítica, aumentando a cultura e desenvolvendo assim, suas capacidades intelectuais.
Justificativa:
A proposta deste projeto é levar o jornal para a sala de aula, pois nem todos os alunos têm acesso a ele ou intimidade com esse meio de comunicação, já que no tempo em que vivemos no meio de tanta interatividade via telefone celular e internet, é necessário fazer com que os alunos se interajam também com a leitura de textos jornalísticos, pois os mesmos são uma fonte respeitada para pesquisa e para a obtenção de informação sobre o mundo atual.
O Jornal Mural desenvolverá um processo de leitura e escrita na sala de aula de uma forma agradável e interativa, pois é necessário estar dentro de um contexto que remeta o aluno a ter prazer em ler e escrever. O método proporcionará ao aluno o desenvolvimento de opinião própria, a criatividade, melhor interação no grupo, e principalmente o interesse em se interar das notícias jornalísticas do Brasil e do mundo.
Neste projeto o professor fará uso de diversos textos jornalísticos retirados de pesquisas feitas em livros, revistas e diários destinados não só a estudantes e professores, mas também a todas as pessoas interessadas em conhecimento jornalístico.
Metodologia:
1ª hora/aula - Aula Expositiva
· Mostrar um exemplar de jornal para os alunos;
· Explicar como é a estrutura do jornal e identificar a divisão dos textos por editoriais, segundo o assunto abordado;
· Separar a classe em grupo de 5 integrantes cada;
· Anotar o nome de cada integrante do grupo.
· Entregar para cada grupo um diário diferente;
· Mostrar os componentes fixos da primeira pagina: título, data e manchetes;
· Explicar para os alunos que essas manchetes servem para adiantar os assuntos principais, muitas vezes destacadas por fotos;
· Deixar que os alunos folheiem os diários, a fim de que obtenham uma intimidade maior ao manuseá-los;
· Recolher os jornais para continuação do trabalho na próxima aula.
2º hora/aula
· Pedir para a classe formar o mesmo grupo da aula anterior;
· Anotar o nome de um integrante de cada grupo para distribuição dos diários;
· Sortear para cada grupo um diário diferente;
· Deixar que os alunos manuseiem os jornais novamente;
· Pedir para os alunos recortarem as notícias que mais despertarem atenção;
· Após os recortes, responsabilizar cada grupo por uma edital;
· Após a divisão, pedir para que cada grupo leia sobre a matéria/edital e desenvolva sua idéia/conclusão editando um novo texto;
· Pedir que cada grupo discuta sobre o que concluíram oralmente, expondo perante a classe;
· Discutir em sala sobre cada assunto/edital;
· Pedir para os alunos devolverem os textos;
3º hora/aula
· Entregar os textos para os grupos;
· Conversar com a classe que iremos elaborar um jornal a partir dos assuntos discutidos na aula anterior;
· Pedir que os alunos entreguem seus textos para um outro grupo trocando seus textos para revisão/correção dos mesmos;
· Cada grupo com o texto do colega lerá e identificará algum erro/idéia que esteja incoerente no texto, solicitando que reescrevam a matéria em uma folha à parte e relatar algo que tenha achado interessante em destacar ou incluir no texto;
· Pedir que os grupos devolvam os textos para os respectivos grupos;
· Cada grupo analisará o que o outro grupo corrigiu/incluiu no texto e redigir a matéria se caso acharem necessário acrescentar ou alterar algo que não esteja coerente;
· 4º hora/aula
· Começaremos a discutir sobre a estrutura do nosso jornal mural;
· Selecionar as editorias a serem divulgadas em nosso diário;
· Optar por Mundo, Brasil, Cidade, Bairro, Escola, Entrevista, Cantinho Livre e Classificados;
· Sortear o grupo responsável por determinado assunto;
· O grupo responsável pela "Entrevista", o professor apresentará as questões a serem respondidas por seus parentes ou conhecidos;
· O grupo responsável pelo edital do "Bairro", solicitar que façam uma pesquisa sobre a fundação e origem do bairro, o qual a escola se localiza, pelo acesso a sites na internet;
· O grupo responsável pela "Escola", pesquisar assuntos que tragam cultura e informações aos leitores, tais como projetos de governos, passeios e eventos culturais, etc.
· Os grupos responsáveis pelo edital do "Mundo, Brasil e Cidade", já terão em mãos os assuntos e notícias abordados nas aulas anteriores, precisarão apenas, selecionarem em qual tema ficarão abordados;
· O grupo responsável pelo edital "Cantinho Livre", criaram um espaço descontraído em que perguntaram a seus colegas de sala de aula ou a colegas de outras salas, se querem deixar uma mensagem a alguém, poesias, relatos, enfim, é um cantinho livre para que os alunos se interajam entre si;
· O grupo responsável pelo edital do "Classificados" pesquisará em seus bairros, anúncios que encontrarem em açougue, mercado, padaria, postes, enfim, uma pesquisa mais abrangente;
· Após a definição dos grupos, temas e assuntos, solicitar que os alunos guardem o material organizadamente para que não haja perdas de materiais para montagem do jornal na próxima aula;
Entrevista - Ficha de pesquisa - leitura de jornais:
Nome:
Idade:
PESQUISA - LEITURA DE JORNAIS
1. Você lê jornais?
( ) Sim( ) Não
2. Com que freqüência você lê jornais?
( ) Sempre( ) Às vezes( ) Nunca
3. Você assina ou compra algum jornal?
( ) Sim( ) Não
4. Qual (is) jornal (is)?
( ) Estado de São Paulo( ) Folha de São Paulo( ) Jornal Postal( ) Jornal A HORA( ) Outros
5. Você consegue encontrar facilmente todas as informações desejadas no jornal?
( ) Sempre( ) Às vezes( ) Não consigo encontrar
6. Qual (is) caderno(s) você costuma ler nos jornais?
( ) Esportes( ) Cidade( ) Geral( ) Entretenimento( ) Classificados( ) Autos( ) Página Policial( ) Outros
5º hora/aula
· Distribuir aos grupos responsáveis pelos editais "Mundo, Brasil e Cidade", e recolher dos alunos responsáveis pelos editais "Bairro, Escola, Entrevista, Cantinho Livre e Classificados", ou seja, as pesquisas feitas fora da sala de aula;
· Solicitar aos alunos para formarem seus grupos novamente para discussão das pesquisas feitas;
· Explicar aos alunos que é necessário reverem suas pesquisas a fim de editarem textos claros, de fácil compreensão e, sobretudo, sem erros;
· Começaremos uma nova seleção de dados para anexação no jornal mural, selecionaremos as pesquisas que serão divulgadas, para que não haja repetição de informação;
· Depois da revisão, com questões como ortografia, construção textual e estilo jornalístico, formar uma equipe responsável por dividir o espaço na cartolina azul;
· Todos os grupos entregarão seus textos para a equipe responsável pela distribuição dos textos na cartolina;
· Guardar os materiais para continuação na próxima aula, a fim de finalizarmos o trabalho.
6º hora/aula
· Expor todo o material do trabalho novamente para os alunos, e reorganizar o grupo para iniciação do mesmo;
· Pedir para a equipe responsável pela classificação dos textos na cartolina, explicarem à classe qual é a melhor forma para iniciarmos as colagens na cartolina;
· Após a explicação e esclarecimento pela equipe responsável pela classificação do espaço na cartolina azul, pedir aos alunos que façam as colagens dos textos editados, em seus respectivos locais, de forma a concluírem o trabalho;
· Após a interação do grupo, ler o Jornal Mural expondo para cada aluno que o jornal foi construído por eles, e os únicos privilegiados com esse trabalho são eles mesmos, pois todo esforço que fizeram do início ao fim não foi em vão, e que terão proveito desse trabalho pelo resto da vida, pois conhecendo toda essa estrutura jornalística, desde o título até a composição final, eles terão naquele momento adquirido muito mais informação do que na semana passada, e que poderão ter argumentos e conhecimentos ainda maiores se tiverem o hábito de lerem todo dia, nem que seja uma única matéria, pois será o suficiente para tornar essa leitura cada vez mais prazerosa, e que num futuro breve esse hábito se tornará cada vez mais freqüente.
Recursos Utilizados:
Diários para pesquisa em sala de aula;
Lousa, giz;
Tesoura;
Cola;
Cartolina ;
Mural;
Avaliação:
· O processo de avaliação será contínuo, mediante a produção do jornal e exposição do mesmo no mural da escola, tendo em vista a participação e desempenho dos alunos.
Sugestão para trabalho interdisciplinar:
Esse projeto poderá ser usado também no estudo de disciplinas tais como: Geografia (localização/mapa/clima, etc.), e História (história e origem do jornal impresso, notícias referente aos aspectos econômico, político e ideológico de uma sociedade, etc.), de maneira que o aluno desenvolva um detalhado conhecimento jornalístico com interdisciplinaridade das disciplinas especificadas.
O projeto "Jornal Mural – Leitura e informação para todos", é um trabalho específico em textos jornalísticos, que além de ampliar o universo dos alunos, e proporcionar leituras críticas, informará à comunidade escolar sobre acontecimentos do mundo, da cidade e do bairro.
Objetivos:
Formar leitores autônomos de jornal;
Ampliar a capacidade de leitura e escrita dos alunos;
Desenvolver procedimentos de revisão de texto e ampliar os conhecimentos sobre a língua escrita;
Desenvolver no aluno uma análise crítica sobre o que lê;
Estimular o aluno à leitura para que demonstre sua opinião, sem ter medo de concordar ou não com as idéias das outras pessoas;
Despertar da crítica pessoal;
Automatizar a leitura e a grafia das palavras, desenvolvendo a habilidade de elaborar textos dissertativos;
Desenvolver textos coerentes;
Desenvolver o trabalho em equipe salientando a importância do trabalho coletivo;
Mostrar os diferentes formatos que uma notícia apresenta, conforme o veículo;
Conhecer a estrutura do jornal e identificar a divisão dos textos por editoriais, segundo o assunto abordado;
Motivar o aluno a pesquisar e conhecer sua comunidade;
Ensinar o aluno a selecionar os fatos, organizando-os, analisando-os, criticando-os;
Motivar os alunos a lerem de forma crítica, aumentando a cultura e desenvolvendo assim, suas capacidades intelectuais.
Justificativa:
A proposta deste projeto é levar o jornal para a sala de aula, pois nem todos os alunos têm acesso a ele ou intimidade com esse meio de comunicação, já que no tempo em que vivemos no meio de tanta interatividade via telefone celular e internet, é necessário fazer com que os alunos se interajam também com a leitura de textos jornalísticos, pois os mesmos são uma fonte respeitada para pesquisa e para a obtenção de informação sobre o mundo atual.
O Jornal Mural desenvolverá um processo de leitura e escrita na sala de aula de uma forma agradável e interativa, pois é necessário estar dentro de um contexto que remeta o aluno a ter prazer em ler e escrever. O método proporcionará ao aluno o desenvolvimento de opinião própria, a criatividade, melhor interação no grupo, e principalmente o interesse em se interar das notícias jornalísticas do Brasil e do mundo.
Neste projeto o professor fará uso de diversos textos jornalísticos retirados de pesquisas feitas em livros, revistas e diários destinados não só a estudantes e professores, mas também a todas as pessoas interessadas em conhecimento jornalístico.
Metodologia:
1ª hora/aula - Aula Expositiva
· Mostrar um exemplar de jornal para os alunos;
· Explicar como é a estrutura do jornal e identificar a divisão dos textos por editoriais, segundo o assunto abordado;
· Separar a classe em grupo de 5 integrantes cada;
· Anotar o nome de cada integrante do grupo.
· Entregar para cada grupo um diário diferente;
· Mostrar os componentes fixos da primeira pagina: título, data e manchetes;
· Explicar para os alunos que essas manchetes servem para adiantar os assuntos principais, muitas vezes destacadas por fotos;
· Deixar que os alunos folheiem os diários, a fim de que obtenham uma intimidade maior ao manuseá-los;
· Recolher os jornais para continuação do trabalho na próxima aula.
2º hora/aula
· Pedir para a classe formar o mesmo grupo da aula anterior;
· Anotar o nome de um integrante de cada grupo para distribuição dos diários;
· Sortear para cada grupo um diário diferente;
· Deixar que os alunos manuseiem os jornais novamente;
· Pedir para os alunos recortarem as notícias que mais despertarem atenção;
· Após os recortes, responsabilizar cada grupo por uma edital;
· Após a divisão, pedir para que cada grupo leia sobre a matéria/edital e desenvolva sua idéia/conclusão editando um novo texto;
· Pedir que cada grupo discuta sobre o que concluíram oralmente, expondo perante a classe;
· Discutir em sala sobre cada assunto/edital;
· Pedir para os alunos devolverem os textos;
3º hora/aula
· Entregar os textos para os grupos;
· Conversar com a classe que iremos elaborar um jornal a partir dos assuntos discutidos na aula anterior;
· Pedir que os alunos entreguem seus textos para um outro grupo trocando seus textos para revisão/correção dos mesmos;
· Cada grupo com o texto do colega lerá e identificará algum erro/idéia que esteja incoerente no texto, solicitando que reescrevam a matéria em uma folha à parte e relatar algo que tenha achado interessante em destacar ou incluir no texto;
· Pedir que os grupos devolvam os textos para os respectivos grupos;
· Cada grupo analisará o que o outro grupo corrigiu/incluiu no texto e redigir a matéria se caso acharem necessário acrescentar ou alterar algo que não esteja coerente;
· 4º hora/aula
· Começaremos a discutir sobre a estrutura do nosso jornal mural;
· Selecionar as editorias a serem divulgadas em nosso diário;
· Optar por Mundo, Brasil, Cidade, Bairro, Escola, Entrevista, Cantinho Livre e Classificados;
· Sortear o grupo responsável por determinado assunto;
· O grupo responsável pela "Entrevista", o professor apresentará as questões a serem respondidas por seus parentes ou conhecidos;
· O grupo responsável pelo edital do "Bairro", solicitar que façam uma pesquisa sobre a fundação e origem do bairro, o qual a escola se localiza, pelo acesso a sites na internet;
· O grupo responsável pela "Escola", pesquisar assuntos que tragam cultura e informações aos leitores, tais como projetos de governos, passeios e eventos culturais, etc.
· Os grupos responsáveis pelo edital do "Mundo, Brasil e Cidade", já terão em mãos os assuntos e notícias abordados nas aulas anteriores, precisarão apenas, selecionarem em qual tema ficarão abordados;
· O grupo responsável pelo edital "Cantinho Livre", criaram um espaço descontraído em que perguntaram a seus colegas de sala de aula ou a colegas de outras salas, se querem deixar uma mensagem a alguém, poesias, relatos, enfim, é um cantinho livre para que os alunos se interajam entre si;
· O grupo responsável pelo edital do "Classificados" pesquisará em seus bairros, anúncios que encontrarem em açougue, mercado, padaria, postes, enfim, uma pesquisa mais abrangente;
· Após a definição dos grupos, temas e assuntos, solicitar que os alunos guardem o material organizadamente para que não haja perdas de materiais para montagem do jornal na próxima aula;
Entrevista - Ficha de pesquisa - leitura de jornais:
Nome:
Idade:
PESQUISA - LEITURA DE JORNAIS
1. Você lê jornais?
( ) Sim( ) Não
2. Com que freqüência você lê jornais?
( ) Sempre( ) Às vezes( ) Nunca
3. Você assina ou compra algum jornal?
( ) Sim( ) Não
4. Qual (is) jornal (is)?
( ) Estado de São Paulo( ) Folha de São Paulo( ) Jornal Postal( ) Jornal A HORA( ) Outros
5. Você consegue encontrar facilmente todas as informações desejadas no jornal?
( ) Sempre( ) Às vezes( ) Não consigo encontrar
6. Qual (is) caderno(s) você costuma ler nos jornais?
( ) Esportes( ) Cidade( ) Geral( ) Entretenimento( ) Classificados( ) Autos( ) Página Policial( ) Outros
5º hora/aula
· Distribuir aos grupos responsáveis pelos editais "Mundo, Brasil e Cidade", e recolher dos alunos responsáveis pelos editais "Bairro, Escola, Entrevista, Cantinho Livre e Classificados", ou seja, as pesquisas feitas fora da sala de aula;
· Solicitar aos alunos para formarem seus grupos novamente para discussão das pesquisas feitas;
· Explicar aos alunos que é necessário reverem suas pesquisas a fim de editarem textos claros, de fácil compreensão e, sobretudo, sem erros;
· Começaremos uma nova seleção de dados para anexação no jornal mural, selecionaremos as pesquisas que serão divulgadas, para que não haja repetição de informação;
· Depois da revisão, com questões como ortografia, construção textual e estilo jornalístico, formar uma equipe responsável por dividir o espaço na cartolina azul;
· Todos os grupos entregarão seus textos para a equipe responsável pela distribuição dos textos na cartolina;
· Guardar os materiais para continuação na próxima aula, a fim de finalizarmos o trabalho.
6º hora/aula
· Expor todo o material do trabalho novamente para os alunos, e reorganizar o grupo para iniciação do mesmo;
· Pedir para a equipe responsável pela classificação dos textos na cartolina, explicarem à classe qual é a melhor forma para iniciarmos as colagens na cartolina;
· Após a explicação e esclarecimento pela equipe responsável pela classificação do espaço na cartolina azul, pedir aos alunos que façam as colagens dos textos editados, em seus respectivos locais, de forma a concluírem o trabalho;
· Após a interação do grupo, ler o Jornal Mural expondo para cada aluno que o jornal foi construído por eles, e os únicos privilegiados com esse trabalho são eles mesmos, pois todo esforço que fizeram do início ao fim não foi em vão, e que terão proveito desse trabalho pelo resto da vida, pois conhecendo toda essa estrutura jornalística, desde o título até a composição final, eles terão naquele momento adquirido muito mais informação do que na semana passada, e que poderão ter argumentos e conhecimentos ainda maiores se tiverem o hábito de lerem todo dia, nem que seja uma única matéria, pois será o suficiente para tornar essa leitura cada vez mais prazerosa, e que num futuro breve esse hábito se tornará cada vez mais freqüente.
Recursos Utilizados:
Diários para pesquisa em sala de aula;
Lousa, giz;
Tesoura;
Cola;
Cartolina ;
Mural;
Avaliação:
· O processo de avaliação será contínuo, mediante a produção do jornal e exposição do mesmo no mural da escola, tendo em vista a participação e desempenho dos alunos.
Sugestão para trabalho interdisciplinar:
Esse projeto poderá ser usado também no estudo de disciplinas tais como: Geografia (localização/mapa/clima, etc.), e História (história e origem do jornal impresso, notícias referente aos aspectos econômico, político e ideológico de uma sociedade, etc.), de maneira que o aluno desenvolva um detalhado conhecimento jornalístico com interdisciplinaridade das disciplinas especificadas.
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