22 de outubro de 2009

Atividades

1)      Qual das alternativas possui apenas números pares?

a-      3457, 2223, 3452, 1236
b-     9879, 7653, 7651, 6765
c-     5438, 3456, 9872, 6710
d-     1233, 9894, 5670, 6781

2)      Como se escreve o número 66.600?

a-     Sessenta e seis mil e seis centos
b-    Secenta e seis mil e  sescentos
c-     Sessenta e seis mil e seiscentos
d-    Sessenta e ceis mil e  Seisssentos

3)      Quanto vale (v.a.) o algarismo 7 em 70.865?

a-     7
b-     70
c-     7.000
d-     70.000

4)      Que ordem ele( 7 ) ocupa? (70.865)
a-     6ª ordem
b-     5ª ordem
c-     4ª ordem

5)      O antecessor de 100.000 é:

a-     999.989
b-     999.999
c-     998.889
d-     99.999

6)      O sucessor de 99.999 é:

a-     1.000
b-     100.000
c-     100
d-     10.001

7) Se tenho R$ 50,00 e gasto R$ 35,00 na compra de material escolar, que operação devo fazer para saber quanto vou receber de troco?

a- adição
b- subtração
c- multiplicação
d- divisão


8)      Se tenho R$ 27,00 e sei que darei o dinheiro para meus 3 sobrinhos, que operação devo fazer para saber quanto dei a cada criança?

a-      adição
b-     subtração
c-      multiplicação
d-     divisão

9)      Tenho 39 caixas de lápis com.4129 lápis em cada caixa. Quantos lápis eu tenho?

a-      2400.000
b-     12.5897
c-      36.698
d-     161.031

10)  Tinha R$100,00, perdi R$23,00 e ganhei R$17,00. Com quanto eu fiquei?

a-      R$ 14,00
b-     R$ 34,00
c-      R$ 94,00
d-     R$ 74,00

11)   Quanto é 10.000  - 7. 983 ?

a-      2.017
b-     5.987
c-      6.350
d-     3.017

12)  Quanto é 239.836 + 9.621 ?

a-      99.987
b-     239.877
c-      87.617
d-     249.457


13)  Quanto é 1.907 x 98 ?

a-      561.540
b-     186.886
c-      655.434
d-     621.424

14)  Quanto é 20.548 x 11?
a-      7.831
b-     3.787
c-      1.868
d-     3.969



Atividades

TROCA LETRAS - DESCUBRA O ENIGMA ESCREVENDO A MENSAGEM CORRETAMENTE

De aorcdo com uma pqsieusa de um uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as lrteas de um plravaa etãso, a única c sioa iprotmatne é que a piremria e útmilia  lrteas etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma ttaol bçguana que vcoê pdoe anida ler sem pobrimea. Irso é pqorue nós não lmeos cdaa lrtea isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo.

Projeto de Leitura

PROJETO OLIMPÍADA DE LEITURA

" A leitura nos faz viajar, sonhar, conhecer lugares, pessoas e situações diversas, sem sair de casa".

Público alvo: Alunos do Ensino Fundamental
Período: do 1º ao 4º bimestre
Local: 
Professora:

 Objetivos :
Esse projeto visa:

ü      Troca de informações sobre livros de literatura e organização de um banco de dados com sugestões de leitura.
ü      Incentivar o hábito de ler e o gosto pela leitura.
ü      Propiciar a troca e o compartilhamento de idéias, opiniões e conhecimentos.
ü      Desenvolver diferentes trabalhos relacionados à leitura, de modo a chamar atenção e despertar o interesse e o gosto dos alunos pela leitura visual e escrita, possibilitando assim, descobrirem o valor da mesma, como meio de penetração do pensamento e da cultura dos povos;
ü      Levar o aluno a ler, produzir textos, figuras, símbolos e códigos visuais;
ü      Estimular a leitura, a pesquisa e a visita à biblioteca,
ü      Levar o aluno a compreender textos como: narrativas, diálogos, poesias, etc;
ü      Levar o aluno a descobrir a leitura como instrumento de comunicação, cultura e saber.
Esse projeto possibilitará o desenvolvimento e a aprendizagem dos alunos e simultaneamente estimulará gosto pela leitura.





 Culminância:

ü      No dia estipulado serão entregues medalhas de ouro, prata e bronze para os alunos de cada turma que mais pegarem livros na biblioteca para lerem e apresentarem os respectivos relatórios no período da Olimpíada.
ü      Serão sorteados prêmios a todos os alunos que pegaram livros emprestados na biblioteca durante a olimpíada.
ü      Os relatórios serão afixados nas salas de aula.
  


Cruzadinhas da Professora Góia

AS - ES - IS - OS - US



Cruzadinhas da Professora Góia




19 de outubro de 2009

Dengue:Sintomas e Diagnóstico

SINTOMAS

   
Universidade de Ribeirão Preto


         Eritema (vermelhão da pele) pode surgir no primeiro ou segundo dia: a vermelhidão se instala no tronco e se espalha para os membros, poupando palmas das mãos e planta dos pés.
         Bradicardia (diminuição da freqüência dos batimentos do coração) é encontrada em 30 a 90% dos casos.
         A doença costuma ser bifásica: dois ou três dias depois de surgirem, os sintomas regridem e a febre cai. Outros dois ou três dias se passam e a sintomatologia retorna, geralmente menos intensa. O eritema fica mais nítido e surgem ínguas no pescoço, fossa supraclavicular e regiões inguinais.
         Em poucos dias, o eritema regride novamente e a pele chega a descamar. A apresentação bifásica pode não ser nítida, nem é obrigatória. As duas fases, juntas, duram de 5 a 7 dias, tipicamente, mas a doença pode deixar um rastro de fadiga e depressão que permanece por diversas semanas.
          Na forma hemorrágica, os sintomas são semelhantes, mas a doença é muito mais grave, por causa das alterações da coagulação sanguínea.         Pequenos vasos podem sangrar na pele e nos órgãos internos, surgindo hemorragias nasais, gengivais, urinárias, gastrintestinais ou uterinas. Nos casos da forma hemorrágica é fundamental procurar assistência médica.
         A fisiopatologia da dengue hemorrágica é mal conhecida. Uma das teorias parte do princípio de que ela esteja associada à infecção por cepas (linhagens) mais agressivas do vírus. A segunda pressupõe que já tenha havido uma primeira infecção inaparente pelo vírus, seguida de outra que provocaria reações imunológicas capazes de interferir com elementos essenciais do mecanismo de coagulação.
         Como o leito dos capilares se dilata, a pressão arterial pode baixar, dando origem à tontura, queda, choque e, em raríssimos casos, à morte.
         Na primeira vez em que uma pessoa é contagiada por qualquer dos 4 tipos de vírus, adquire a dengue clássica e nunca mais voltará a ter dengue daquele mesmo tipo de vírus.
         Se infectada por outro dos 3 restantes tipos de vírus, pode apresentar o quadro de dengue hemorrágica. A classificação 1, 2, 3 ou 4 não tem qualquer relação com a gravidade da doença, diz respeito à ordem da descoberta dos vírus.
         Cerca de 90% dos casos de dengue hemorrágica ocorre em pessoas anteriormente contaminadas por um dos quatro tipos de vírus. Todavia, aproximadamente 10% dos pacientes apresenta esse quadro já na primeira contaminação.
         O período de incubação é de três a quinze dias após a picada.        Dissemina-se pelo sangue (viremia).
         Os sintomas iniciais são inespecíficos como febre baixa (freqüentemente vai a menos de 35ºC) de início abrupto, mal-estar, pouco apetite, dores de cabeça e musculares e por vezes sangramento fácil dos olhos e nariz.
         Mais tarde pode provocar hemorragias internas e coagulação intravascular disseminada, com danos e enfartes em vários órgãos, que são potencialmente mortais. Ocorre freqüentemente também hepatite e por vezes choque mortal devido às hemorragias abundantes para cavidades internas do corpo.
          Há ainda exantemas cutâneos típicos (manchas vermelhas na pele), e dores agudas das costas (origem do nome, doença “quebra-ossos”).
       
         A síndrome de choque hemorrágico da dengue ocorre quando pessoas imunes a um sorotipo devido a infecção passada já resolvida viajam e são infectadas por outro sorotipo.
         Os anticorpos produzidos não são específicos suficientemente para neutralizar o novo sorotipo, mas ligam-se aos virions formando complexos que causam danos endoteliais, produzindo hemorragias mais perigosas que as da infecção inicial.

O DIAGNÓSTICO

         O diagnóstico de certeza da dengue é laboratorial. Pode ser obtido por isolamento direto do vírus no sangue nos 3 a 5 dias iniciais da doença (fase de viremia) ou por exames de sangue para detectar anticorpos contra o vírus (testes sorológicos).
         O diagnóstico normalmente é feito por IVIS, isolamento viral através de inoculação de soro sanguíneo em culturas celulares; ou por morologia.
         As pessoas em áreas endêmicas que têm sintomas como febre alta devem consultar um médico para fazer análises.
         É aconselhável ficar em repouso e beber líquidos. É importante evitar a automedicação, porque pode ser perigosa, usando apenas a prescrição médica.
         Não é aconselhável usar remédios à base de ácido acetilsalisílico (AAS), como aspirina ou outros AINEs, porque eles facilitam a hemorragia. Caso o nível de plaquetas desça abaixo do nível funcional mínimo (trombocitopenia) justifica-se a transfusão desses elementos.
 O controle é feito basicamente através do combate ao mosquito vetor, principalmente na fase madura do inseto. Deve-se evitar o acúmulo de água em possíveis locais de desova dos mosquitos.
         Quanto à prevenção individual da doença, aconselha-se o uso de janelas teladas, além do uso de repelentes.
         É importante tratar de todos os lugares onde se encontram as fases imaturas do inseto, neste caso a água. O mosquito da dengue coloca seus ovos em lugares com água parada (limpa).
         A melhor embora na fase larvar os insetos estejam na água, os ovos são depositados pela mãe na parede dos recipientes, aguardando a subida do nível da água para eclodirem. E com isso a pessoa infectada pode ate morrer, por causa de um descuido com a saúde.
         Qualquer sintoma de dengue procure um posto de saúde o mais rápido possível.
         Um dos principais problemas no combate ao mosquito é localizá-lo.          Atualmente, o Ministério da Saúde Brasileiro utiliza o Índice Larvário, um método antigo, do início do século XX, cujas informações são pouco confiáveis e demoradas.


Dengue: Contágio e Encubação

O CONTÁGIO

         O Aedes aegypti reproduz-se com facilidade em água limpa e parada e em locais com sombra.
         Os ovos são muito resistentes. Mesmo que o local onde estiverem depositados fique seco, eles não morrem.
         Basta um novo contato com a água, no período de um ano, para que o ovo se torne ativo e volte a gerar larvas. Por isso é tão importante prevenir.
         O mosquito carrega consigo o flavivírus , o agente causador da doença que é injetado na corrente sangüínea no momento da picada.
         Quem contamina o ser humano é a fêmea, que precisa da albumina (uma substância do sangue) para completar o processo de amadurecimento de seus ovos.
         A fêmea é escura e rajada de branco, ela é menor que um pernilongo comum e costuma picar durante o dia.
         O mosquito da dengue não zumbe nas orelhas das pessoas como os outros mosquitos, ele é silencioso. O mosquito possui seis patas no tórax, duas asas membranosas e gosta de picar mãos, punhos e tornozelos.

PERÍODO DE ENCUBAÇÃO DA DOENÇA
·        No homem: após ter sido picado por um mosquito infectado, a pessoa apresenta sintomas da doença depois de um período que pode variar de 03 a 15 dias, sendo em média de 05 a 06 dias.
Existem pessoas que não apresentam sintomas, tendo, portanto, a forma assintomática de Dengue.

·        No mosquito: ao picar uma pessoa que apresenta vírus da dengue no sangue, o mosquito se infecta e após um período de aproximadamente 10 dias, está apto a transmitir a doença para outras pessoas.
 Em sua primeira manifestação, a dengue costuma apresentar sintomas parecidos com os de outras viroses de verão, como febre alta, dores nas articulações e de cabeça, falta de apetite, náusea, vômito e, em alguns casos, pequenas manchas vermelhas pelo corpo.

          Se houver uma segunda manifestação, pode ocorrer também sangramento na gengiva, nas axilas e até nas unhas. Quem contrair dengue deve procurar um médico, pois não há tratamento específico e tomar remédios por conta própria é sempre perigoso.

Dengue: Os ovos

Os ovos do mosquito podem sobreviver mais de um ano, (até 400 dias) em ambiente seco, enquanto esperam a estação seguinte de chuvas para formar novas larvas.
         A grande maioria das infecções é assintomática. Calcula-se que em cada dez pessoas infectadas apenas uma ou duas fiquem doentes.
         Portanto, na hipótese de uma epidemia com 100 mil casos de dengue diagnosticados, existirão cerca de 1 milhão de infectados.
         Quando surgem, os sintomas costumam evoluir em obediência a três formas clínicas: dengue clássica, forma benigna, similar à gripe; dengue hemorrágica, mais grave, caracterizada por alterações da coagulação sanguínea; e a chamada síndrome do choque associado à dengue, forma raríssima, mas que pode levar à morte se não houver atendimento especializado.
         O período de incubação (da picada ao aparecimento dos sintomas) geralmente dura de 2 a 7 dias, mas pode chegar a 15 dias.
         A intensidade dos sintomas geralmente é mais leve nas crianças do que nos adultos. A doença é de instalação abrupta, indistinguível dos quadros gripais: febre intermitente de intensidade variável (que pode chegar a 39 graus e provocar calafrios), cefaléia, dores na região atrás dos olhos, nas costas, pernas e articulações.
         Muitos pacientes se queixam de dor ao movimentar os olhos, cansaço extremo e fraqueza muscular generalizada. Insônia, náuseas, perda de apetite, perversão do paladar e da sensibilidade da pele são freqüentes. Faringite e inflamação da mucosa nasal ocorrem em 25% dos casos.

 b) LARVA: é o período de alimentação e crescimento; possuem aspecto vermiforme, sifão
curto, grosso e mais escuro que o corpo; possuem 4 estádios evolutivos. A duração desta fase depende da temperatura e da alimentação, em média dura 7 dias; sensível a movimentos bruscos na água, luz / sombra.

a)    PUPA: último estágio da fase aquática; possuem o aspecto de vírgula e são bastante móveis quando perturbadas; seu corpo escurece a medida que se aproxima o momento da emergência do adulto; esta fase dura de 2 a 3 dias; durante esta fase a pupa não se alimenta

d) ADULTO: fase de reprodução e dispersão do inseto; o corpo é escuro, com faixas brancas nas bases dos segmentos tarsais e possui um desenho em forma de lira no mesonoto; 24h após emergirem, podem acasalar. O acasalamento pode se dar durante o vôo ou pousados sobre uma superfície; O repasto sanguíneo das fêmeas fornece proteínas para o desenvolvimento dos ovos. Ocorre nas primeiras horas do dia e ao anoitecer. O macho alimenta-se de carboidratos extraídas dos vegetais.
         A fêmea faz uma postura após cada repasto sanguíneo. O intervalo entre a alimentação e a postura é de 3 dias. A postura se dá geralmente no fim da tarde. A fêmea é atraída por recipientes sombreados ou escuros, com superfície áspera. Prefere água limpa. Distribui cada postura em vários recipientes

Dengue: O Mosquito

O MOSQUITO

Aedes aegypti, ou Stegomyia aegypti são os nomes científicos para o mosquito que é popularmente conhecido como mosquito da dengue.
            É uma espécie de mosquito da família Culicidae proveniente da África, atualmente distribuído por quase todo o mundo, com ocorrência nas regiões tropicais e subtropicais, sendo dependente da concentração humana no local para se estabelecer.
            O primeiro caso da doença foi registrado em 1685, em Recife (PE). Até 1953, o dengue era considerado uma virose benigna, sem letalidade, até haver um surto de dengue hemorrágico nas Filipinas.
            O mosquito está bem adaptado a zonas urbanas, mais precisamente ao domicilio humano onde consegue reproduzir-se e pôr os seus ovos em pequenas quantidades de água limpa, isto é, pobres em matéria orgânica em decomposição e sais, o que as concede características ácida, que preferivelmente estejam sombreados e no peridomicílio.
            É considerado vetor de doenças graves como o dengue e a febre amarela e por isso mesmo o controle das suas populações é considerado assunto de saúde pública.
            O Aedes aegypti é um mosquito que se encontra ativo e pica durante o dia, ao contrário do Anopheles, vetor da malária, que tem atividade crepuscular tendo como vitima preferencial o homem.
            O seu controle é difícil, por ser muito versátil na escolha dos criadouros onde deposita seus ovos, que são extremamente resistentes, podendo sobreviver vários meses até que a chegada de água propicia a incubação.
            Uma vez imersos, os ovos desenvolvem-se rapidamente em larvas, que dão origem às pupas, das quais surge o adulto. Como em quase todos os outros mosquitos, somente as fêmeas sugam sangue; os machos sugam apenas substâncias vegetais e açucaradas.
            Por se adaptar bem a vários recipientes, a expansão deste mosquito a partir do seu habitat original foi rápida.
            O Aedes aegypti foi introduzido na América do Sul através de barcos provenientes da África.
            Nas Américas se admite que sua primeira colonização através dos navios negreiros no período  colonial junto com os escravos. Houve casos em que os barcos ficaram com a tripulação tão reduzida que passaram a vagar pelos mares, constituindo os "navios-fantasma".
             No Brasil o Aedes aegypti foi erradicado na década de 1950, entretanto nas décadas de 60 e 70 ele voltou a colonizar esse país, vindo dos países vizinhos que não haviam conseguido promover a sua total erradicação
            O Aedes aegypti está presente nas regiões tropicais de África e da América do Sul, chegando ao estado da Flórida nos Estados Unidos da América. Nesta zona, o Aedes aegypti tem vindo a declinar, graças à competição com outra espécie do mesmo gênero, o Aedes albopictus. Este fato, porém, não trouxe boas notícias, uma vez que o Aedes albopictus é também um vetor da dengue, bem como de vários tipos de encefalite eqüina.
            O Aedes aegypti parece ser sensível a repelentes baseados no composto N,N-dietilmetatoluamida.
 Quando o mosquito pica uma pessoa infectada, o vírus se instala e se multiplica em suas glândulas salivares e intestinos. A partir dai, o inseto permanece infectado pelo resto da vida. Existem quatro tipos diferentes de vírus da dengue: sorotipos 1, 2, 3 e 4.
         Aedes aegypti é um mosquito peridoméstico, que se multiplica em depósitos de água parada, acumulada nos quintais e dentro das casas. Apesar da vida curta, o Aedes  aegypti é voraz: pode picar uma pessoa a cada 20 ou 30 minutos.
         O mecanismo de sobrevivência do vírus, nos períodos entre uma epidemia e outra, é mal conhecido. Na Malásia e nos países do oeste da África, foram encontrados macacos infectados, verdadeiros reservatórios naturais da doença (macacos do gênero SAMIRI, ou SAIMIRI).
         A transmissão vertical, isto é, do mosquito-mãe para os filhos, também foi documentada.


As galinhas e as minhocas


     

Marlene B. Cerviglieri
 
            Naquela tarde tão quente nem se pensava em ir para o recreio lá fora. Todos estavam cansados das atividades escritas que haviam sido muito boas.
            Nossa professora era uma senhora avó muito boazinha e delicada. Entedia a classe como se fossem seus netinhos, com muito carinho.
            Todos gostavam demais dela pelo tudo que nos ensinava. Dona Dora era o seu nome.
            Percebendo nosso cansaço pediu que sentássemos no chão num circulo bem grande. Ficamos contentes, pois sabíamos que ai viria uma de suas lindas historias.
            Já acomodados pediu-nos que fechássemos os olhos e imaginaríamos que estávamos numa praia linda e refrescante.             Respirem bem fundo e sintam o cheiro do mar.
            Assim ficamos por uns três minutos. Já despertos ficamos  esperando a historia que viria.
            -Bem minhas crianças, hoje vou contar a vocês a historia das galinhas e das minhocas.
            Num galinheiro muito grande, moravam algumas galinhas. Tinha um bom espaço, comida e água a vontade. Era verão e estava muito quente porem elas estavam felizes, pois depois de certa vitamina que receberam, estavam produzindo ovos sem muito esforço todo dia.         Felizes ciscavam a terra a procura de bichinhos para comer. Tinham um bom terreno para andar e seus pintinhos poderiam brincar a vontade.
            No começo algumas se negaram a tomar a tal vitamina. Até que o galo chefe da casa reuniu todas e explicou que seria bem melhor para elas. Afinal quem dá um terreno daquele para que elas ciscassem não iria quere fazer mal a elas.
            Deste dia em diante a vida seguiu tranqüila para todas. Já embaixo da terra estava havendo uma briguinha danada entre as minhocas. Como eram muito teimosas nunca chegavam a um acordo.
            Moravam bem e eram alimentadas com um produto chamado húmus, especial para minhocário.
            Mesmo assim estavam sempre se espremendo umas contra as outras insatisfeitas com a posição que estavam. Foi então que Minhoclaudia pensou em ir embora sair de lá procurar outro lugar para viver, não agüentava mais.
            O que ela não sabia era que sua irmã gêmea Minhocleide estava pensando o mesmo!
            Começaram a cavar um túnel, cada uma de um lado sem saber uma da outra. Quando chegou à metade dele é claro encontraram-se.           E agora quem vai voltar?
            Irritadas que estavam e cansadas começaram a discutir e a trocar ofensas uma com a outra.
            No final estava tão exaustas que não conseguiam nem se mover mais.  O que não sabiam também é que estavam bem debaixo de onde as galinhas ciscavam...
            O perigo estava rondando as teimosas minhocas. Foi quando duas galinhas que ciscavam aquele pedaço começaram a conversar.
            -É minha amiga estou tão feliz aqui, temos tudo não é mesmo?
            -Ah sim eu também estou muito contente.
            Às vezes pensei em sair do galinheiro e me aventurar no matinho ali adiante.
            Pensei que deve ter muitos bichinhos para se ciscar e procurar ervinhas deve ter muitas novidades.
            Mas ai me dei conta que aqui tenho segurança, os donos do terreno nunca deixam faltar alimento, até vitaminas nos dão!
            -Você teve juízo disse a outra galinha.
            Pensou muito bem.
            Tenho pena de quem não tem cabeça e fica teimando até acontecer uma desgraça.
            As duas minhoquinhas olharam uma para a outra e devagarzinho começaram a dar ré e voltar para seu minhocário.
            É minha irmã disse uma delas, temos que pensar melhor antes de sair por aí.
            Imagine se o Sol estiver forte morreremos na hora.
            Isso não se pensou na hora de cavar o túnel não é mesmo?
            Bem voltaram e pararam de implicar uma com a outra.
            No final da historia o que valeu é que se temos segurança dentro de nossas casas, porque procurar lá fora o que nem conhecemos?
            Brigas com irmãos, mal criação com os pais, para que?
            Não leva a nada. É bom sempre pensar antes de tomar uma decisão.
            Nunca sejamos precipitados. O perigo esta ai.
            E assim acabou a historia de dona Dora. Guardei para sempre e até hoje lembro-me dela com carinho e dizendo:
            __Para que se precipitar pense antes de tomar uma decisão. Com calma e boa vontade se chega lá!


18 de outubro de 2009

O tapete mágico

Na casa não havia ninguém. Fui entrando meio assustado quase que na ponta do pé. O que teria acontecido, todos se foram? Tentei soltar um olá, mas ficou preso na minha garganta. Pensei:          Não estou com medo apenas surpreso, pois esperava encontrar todos ali. Sentei-me na soleira de uma das portas, e com as mãos amparando meu queixo comecei a pensar no que fazer...
            Quietinho ali e sozinho, comecei a ouvir os ruídos da casa também. Não sabia que casas têm tanto barulho mesmo sem ninguém. Vinha do teto, do chão e não sei de onde mais. Prestando bem atenção deixando o medo de lado, pois ele só atrapalha, consegui perceber que eram os encanamentos que faziam o tal barulho. E o outro tipo vinha do telhado que rangia.Lembrei-me que meu avô sempre me dizia, nunca sintas o medo.Vai ver onde ele esta.
            E assim vasculhei cada cantinho da casa e pude saber de onde todos os barulhos vinham.       Cansado que estava e já com uma pontinha de fome, deitei-me no chão em cima de um velho tapete que ali estava. Olhando o teto, via uns lampejos de luz. Adormeci. Voei para bem longe dali num campo muito verde embaixo de um céu muito azul.
            Nossa como era bom voar assim. Sentia o vento em meu rosto e podia ver tudo lá em baixo.             Corri por vários parques, brinquei em muitos lugares, senti chuva vi o sol e me sentia muito contente. Voando assim pelo céu, encontrei um dragão muito grande que me perguntou de onde eu era. Lá de baixo, respondi com um pouco de dificuldade para falar.
            - E você, dragão?
            - Das cavernas aqui de cima. - respondeu.
            - Estou com um pouco de fome. - disse eu. Será que há alguma coisa que eu possa comer?
            - Sim. - disse ele.
            E me trouxe uns ovos enormes que não cabiam em minhas mãos.
            - Como vou comê-los? Perguntei.
            - Ora menino, comendo! - e se foi.
            Tentei abocanhar o grande ovo, mas nada. Continuei tentando e a fome aumentando. De repente...Bum, caí do tapete e comecei a ir em direção ao chão lá embaixo.
             Alguém me acuda! - gritava eu.
            Quando senti uma mão no meu ombro estava no chão...E no chão da casa de meu avô, e ao meu redor todos riam.
            - O que aconteceu? - perguntaram.
            Eu, eu estava no tapete mágico. - disse. O que aconteceu realmente?
            - Bem, adormeci em cima do tapete e ele voou comigo para bem longe.
            O dragão era o bichano que me encontrou dormindo no seu tapete. Todos riram e eu fui comer, pois a fome era tanta, adivinhe o quê? Ovos é claro!




A lição da Dona Ratinha


Marlene B. Cerviglieri

 


Na toca de dona Ratinha, havia muita alegria!
Estavam felizes, pois nasceram todos os ratinhos esperados.
A mamãe ratinha radiante limpava a cria, e o papai já havia saído para ver o que poderia trazer para o jantar.
Era difícil enganar o Totó e a Jesebel, a branquinha.
Correu por entre os entremeios das cantoneiras da sala e ficava esperando uma oportunidade para poder pegar um pouco de alguma coisa para a família comer.
Cada dia ficava mais difícil, não pelo Totó, um cachorro de cor preta e bem gordinho, com tanto pelo no cara que nunca se sabia se estava dormindo ou acordado...Não dava para ver os olhos.
Um certo dia, quando os ratinhos já estavam maiores, um deles de nome Taynó, saiu e foi seguindo o pai pela casa.
Viu o Totó e levou um susto!
Mas quem deu muito trabalho mesmo foi a gatinha branca Jesebel!
Conseguiram os dois se safarem e entraram, ofegantes, na pequenina toca onde moravam todos.
Correu para a mamãe ratinha e disse ter visto uma coisa muito feia, grande cheia de pelos grandes. Não sabia nem onde começava a cabeça daquilo!
Mas a branquinha era tão lindinha!
Andava devagarzinho, seus olhos tinham um brilho!
- Meu filho você teve uma grande lição hoje, disse a mamãe ratinha.
- Eu mamãe?
- É, você mesmo.
As aparências enganam.
Quem mais nos dá trabalho é a branquinha, enquanto que o Totó dorme o tempo todo.
Ele sabe que pegamos comida do prato, mas só late não é perigoso.
Portanto preste muita atenção, e não julgue pela aparência, ela pode enganar.
Ali quietinho em seu cantinho Taynó pensava:
- Puxa eu até que gostei da branquinha e seus olhinhos brilhantes, mas vou tomar cuidado.
A mamãe sabe das coisas, e dormiu rapidamente depois de ter comido um bom bocado de queijo.
Ah, não era queijo não só tinha a aparência...



O fantasma do lustre

O Fantasma do Lustre


     Marlene B. Cerviglieri



            Estávamos todos reunidos na pequena biblioteca de nossa casa. Como era de costume sempre após o jantar fazíamos nossos deveres de escola. Eu, estava às voltas com meus teoremas, minha irmã com sua redação e meu irmão tentando recortar alguma figura para o cartaz de ciências.        Ali, entretidos, ouvimos um estalo vindo do alto. Um olhou para o outro e não dissemos nada, apenas balançamos os ombros como que dizendo: que foi? Continuamos concentrados. De repente a luz piscou duas vezes, mas, imediatamente, voltou e ficou normal. Ficamos quietos  novamente.
            De repente ouvimos um forte assobio... Aí então não deu para ficar quieto, saímos correndo da sala. Fomos direto à sala de estar onde papai e mamãe estavam dando uma olhadinha no jornal.
            - Que foi? perguntaram os dois já de pé tal a pressa com que adentramos a sala.
            - Tem um fantasma no lustre dissemos os três quase que gaguejando.
            - O quê? disse meu pai.
            - É um fantasma no lustre!
            Acompanhamos meu pai que levou consigo uma escada. Até ai então não entendíamos porque uma escada. Puxa, ele não tinha medo mesmo.
Subiu nela, vimos que apertava alguma coisa e depois delicadamente pegou algo. Desceu.
            - Prontos para ver o fantasma?
            Grudamo-nos uns nos outros...
            - Primeiro: a lâmpada estava meio solta. Apertei-a e agora não vai mais piscar. E aqui está o fantasma que assobiou para vocês.
            Abriu a mão e lá estava um inseto pequenino.
            - Papai, o que é isso?
            - Uma cigarra meus filhos, e elas  cantam, assoviam!
            Ficamos de boca aberta olhando.
            - Então não tem fantasma?
            - Claro que não.
            Voltamos a outra sala e lá meus pais riam do nosso susto.
            Puxa e eu que pensava que tinha um fantasma no lustre!
            A janela bateu com o vento e, novamente, saímos correndo.
            - Foi a janela - dissemos juntamente com as risadas de meus pais.
            Sempre que entro numa biblioteca lembro deste fato, olho para os lustres e procuro o fantasma, ou seja, as cigarras.


16 de outubro de 2009

Tirinhas



Tirinhas



Tirinhas



Tirinhas



Tirinhas



Tirinhas



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Quebra-cabeça



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Colorir




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Ligue-pontos


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